Grandes lançamentos na Feira de Livros de volta às aulas na UFSC

09/08/2011 14:58

Uma nova série de grandes obras e autores, que incluem Cruz e Sousa e Carl Einstein, está sendo lançada pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina em sua Feira de Livros, na volta às aulas deste segundo semestre. Até o dia 2 de setembro, das 9 às 19 horas, na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria, a Editora vai oferecer uma diversidade de 800 títulos e dez mil exemplares de qualidade com descontos de 50 a 70% e direito a autógrafo de escritores locais e alguns autores nacionais, como Luiz Costa Lima e Viveiros de Castro. A EdUFSC também vai lançar quatro novas coleções nas áreas de arquitetura, direito, artes visuais e obras de formação durante o evento, que a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC pretende tornar um acontecimento cultural marcante na vida da cidade.

Embora tradicional, a Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina/Liga de Editoras Universitárias chega à Praça da Cidadania completamente repaginada e mais atrativa em sua grande tenda coberta, com balões flutuantes e raios lazer à noite. Aberta aos alunos, professores, funcionários e leitores em geral, a feira também está oferecendo com descontos os últimos livros publicados pelas universidades que integram a Liga de Editoras Universitárias (LEU), que incluem a USP, Unicamp, UFMG, UFPA e UFSP. Através dessa parceria, iniciada na Feira do início do primeiro semestre, a EdUFSC pode oferecer à comunidade interna e externa os melhores títulos publicados no meio científico e acadêmico do País, todos igualmente com desconto.

Entre os lançamentos de produção própria da UFSC incluem-se três obras de impacto na Coleção Geral: Escritos de véspera, reunião de ensaios críticos literários de Luiz Costa Lima, O Pinheiro Brasileiro, de João Rodrigues Neto e a obra de referência ALERAtlas lingüístico e Etnográfico da Região Sul do Brasil, contendo as Cartas Fonéticas Morfossintáticas. Organizado por Walter Koch, Cléo Wilson e Mário Kassmann, o trabalho, publicado em dois volumes, traz uma contribuição fundamental para o estudo da variação lingüística nessa região. A obra será lançada na Feira a partir do dia 22 de agosto. Já o renomado botânico brasileiro João Rodrigues de Mattos faz um apaixonado apelo à sobrevivência da auracária em O Pinheiro Brasileiro. No exaustivo estudo sobre a araucária, sustenta sua importância simbólica, ecológica e econômica para o Sul do Brasil.

Em Escritos de véspera, Luiz Costa Lima, um dos mais importantes críticos do Brasil, discute as mudanças de paradigmas críticos na área dos estudos literários, destacando, particularmente, a passagem da abordagem estruturalista para a pós-estruturalista. Um dos artigos foi escrito em colaboração com o prestigiado antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro, autor de Alma Selvagem. Ambos estarão na UFSC visitando a Feira em períodos diferentes: Eduardo Viveiros de Castro virá a convite do Curso de Antropologia para participar do colóquio internacional “Antropologia de Raposa” (de 8 a 11 de agosto) e Luiz Costa Lima participará, a convite da Pós-Graduação em Literatura, do “I Seminário dos Alunos de Pós-Graduação em Literatura da UFSC” (de 16 a 18 de agosto).

CRUZ E SOUSA E CARL EINSTEIN

As novidades não terminam aí. Quatro novas coleções de produção própria serão apresentadas ao público durante a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU: “Visuais”, com a colossal obra Negerplastik/Escultura Negra, de Carl Einstein; “Urbanismo e Arquitetura da Cidade”, voltada para a produção de pesquisadores locais e internacionais, com o livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente, de Almir Francisco Reis; “Direito e Saúde”, em parceria com a Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), com o livro De Defensivos a Agrotóxicos, de Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira e a esperada coleção “Repertório”. A reedição de Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa, cuja publicação da UFSC, em 1997, estava esgotada há vários anos, inaugura esta última, Repertório, que vai publicar pequenos volumes clássicos de diferentes áreas das humanidades. “O motivo da coleção é ajudar o leitor a fazer uma biblioteca de textos básicos, a um custo bem baixo e com edição supercaprichada”, explica o diretor geral da Editora da UFSC, Sérgio Medeiros. Franklin Cascaes, Simões de Lopes Neto, Rodrigo de Haro e Michel Montaigne são os próximos dessa coleção de capa branca sobreposta e padrão gráfico elegante.

A edição brasileira inédita de Negerplastik/Escultura Negra, de Carl Einstein, traduzida por Inês Araújo e Fernando Scheibe (tradutor de Divagações, de Mallarmé), pela primeira vez em língua portuguesa, é outra contribuição aguardada no pensamento da arte. Em seu estudo clássico e paradigmático sobre a arte dos povos da África e da Oceania, o crítico alemão Carl Einstein provocou uma mudança definitiva na maneira ocidental de ver a arte dita “primeira” (ou primitiva).

Mais do que uma feira convencional, o evento servirá também para que o leitor tenha uma noção do padrão de livro universitário hoje em voga no Brasil, uma vez que títulos das melhores editoras universitárias estarão em exposição ao longo de todo o mês de agosto, lembra Medeiros. “Nosso papel como editora universitária é divulgar o melhor do conhecimento por meio da publicação de livros que possam ser comercializados a um preço bastante acessível, sem prejuízo da qualidade gráfica e editorial de cada volume”, pontua o coordenador da Feira Fernando Wolff. É overdose de novidade literária pra encher a prateleira e aquecer o espírito.
SERVIÇO

Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU
Abertura: 8/8/2011
Encerramento: 2/9/2011
Horário de funcionamento:
segunda, terça, quinta e sexta – das 9 às 19 horas
quarta-feira: das 9:00 às 20h:30min
Descontos: de 50 a 70%

(Exemplos de livros com desconto:)
Negerplastik/Escultura Negra – de R$ 61,00 por R$ 45,00

Últimos Sonetos – de R$ 22,00 por R$ 11,00

Pinheiro do Brasil – de R$ 29,00 por R$ 14,50

Escritos de Véspera – de R$ 34,00 por R$ 17,00

Anota aí – de R$ 20,00 por R$ 10,00
Anatomia sistêmica – de R$ 27,00 por R$ 13,50
Farmacognosia – de R$ 96,00 por R$ 48,00
Introdução à Engenharia – de R$ 39,60 por R$ 19,80
Estatística aplicada às ciências sociais – de R$ 42,00 por R$ 21,00
Pensar/escrever o animal – de R$ 39,00 por R$ 19,50

Raquel Wandelli, Jornalista na SeCArte/UFSC

Fones: 37219459 e 99110524

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Exposição no NEA abre Mês do Folclore no Brasil

05/08/2011 19:09

convite_expo_folclore_2011-1

Agosto é mês do Folclore no Brasil e em todo mundo, as instituições culturais promovem atividades em 22 de agosto, quando se comemora o Dia Internacional do Folclore. Para marcar a passagem dessa data, o Núcleo de Estudos Açorianos da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC organizou a exposição “Folclore do Litoral Catarinense”, com os artistas Marcos Matos (cerâmica) e Van Fraz (pinturas). De 10 de agosto a 30 de setembro de 2011, no Espaço Cultural do NEA, ao lado do Museu da UFSC, as peças e telas estarão abertas à visitação pública, de segundas a sextas-feiras, das 9 às 12 e das 14 às 17 horas.

A temática central da exposição é o folguedo do Boi de Mamão, que faz parte da cultura regional do litoral catarinense onde concentram as heranças culturais açorianas. Através da cerâmica figurativa e da pintura em telas, os artistas Marcos e Vânia demonstram a sua criatividade na representação dessa dança folclórica. De uma forma muito lúdica, as peças expostas apresentam o folguedo com cores fortes e vibrantes. O movimento das peças impressiona e cativa os expectadores.

Artistas de origem açoriana, mas também de descendência alemã e italiana, Van e Marcos vivem desde que nasceram na grande Florianópolis. Atualmente residem em São José, lugar fértil em manifestações folclóricas, com destaque para o artesanato local, principalmente a cerâmica. Ela, arte-educadora e artista plástica, também com formação em Moda, dedica-se à docência, à pintura em tela e à cerâmica. Ele, luthier, trabalha produzindo e restaurando instrumentos de cordas como violinos e violões, além de se dedicar à produção cerâmica. Através dessas linguagens artísticas, buscam contribuir para o enaltecimento da cultura açoriana, representando, na criação de objetos utilitários e decorativos e telas, a pesca artesanal, a renda de bilro, os personagens folclóricos, os folguedos do boi de mamão e a roda de oleiros.

A palavra folclore quer dizer conhecimento do povo ou conhecimento popular, pois se origina dos vocábulos ingleses folk (que quer dizer povo) e lore  (que quer dizer conhecimento). Esses conhecimentos foram transmitidos pelos avós, pais, filhos tornando-se um modo vivo e atual pelo qual as novas gerações aprendem. O estado catarinense tem um folclore caracterizado por uma riqueza ímpar, que reflete a diversidade na colonização do território, povoado por índios, negros, açorianos, portugueses, alemães, poloneses, italianos e muitas outras etnias. Com essa exposição, durante todo o mês de agosto e setembro, o NEA homenageia a cultura de base açoriana do litoral catarinense em alusão ao dia do folclore.

O NEA atua no sentido de valorizar, preservar e divulgar o folclore açoriano, explica o coordenador Joi Cletisoon. “Para essa exposição já temos agendadas varias visitas monitoradas de escolas que estão desenvolvendo o tema folclore em sala de aula”. A exposição é vinculada ao projeto Saber Fazer, que tem como proposta estimular as práticas artesanais tradicionais desenvolvidas pelos descendentes de açorianos no litoral catarinense, buscando elevar a auto-estima desses habitantes e reafirmar o indivíduo na sua comunidade.

SERVIÇO

Exposição Cerâmica Folclore Açoriano

Abertura: 9 de agosto às 15 horas

Período: 10 de agosto a 30 de setembro de 2011

Local: Espaço Cultural do Núcleo e Estudos Açorianos da UFSC

Visitação: 2ª a 6ª feiras das 9 às 12 e das 14 às 17 horas

Informações: (48) 3721.860548 ou nea@nea.ufsc.br

Contatos com os Artistas: ou (48) 3035.3401

Promoção:

Secretaria de Cultuar e Arte/UFSC

Realização:

Núcleo de Estudos Açorianos

Apoio:

Agencia de Comunicação da UFSC

Link para abaixar fotos para divulgação:

http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_FolcloreSC.zip

divulgação: Raquel Wandelli

raquelwandelli@yahoo.com.br

99110524 e 37219459

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Definida programação do II Festival de Música da UFSC

05/08/2011 17:33

Selecionados para o II Festival de Música da UFSC

A programação para o II Festival de Música da UFSC, que ocorrerá nos dias 27 e 28 de agosto já está definida. No final desta semana, os 20 músicos vencedores da seleção para o II Festival de Música da UFSC realizaram a primeira reunião com a secretária de Cultura e Arte, Maria de Lourdes Borges e o coordenador do Festival, Marco Valente para definir os detalhes técnicos e a sequência das apresentações. A lista dos classificados foi conhecida em noite de festa no dia 13 de julho, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, quando se reuniram os músicos da edição do ano passado para receber o CD e DVD com a gravação das músicas vencedoras do festival de 2010, ao lado dos escolhidos para o show deste ano.

O evento marca a volta dos grandes festivais universitários e se projeta como um espaço de importância fundamental para incentivo à produção musical e meio de contato entre o público e os artistas. São 20 bandas selecionadas que receberão troféu e terão suas composições gravadas em CD e DVD com produção profissional.

Classificados realizam primeira reunião de preparação para o festival

O evento iniciará com a apresentação dos grupos selecionados, divididos em 10 bandas no primeiro e 10 no segundo. Será encerrado pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80).

Programação do II FESTIVAL DE MÚSICA DA UFSC

Apresentações do dia 27/08/2011 – Sábado

Ordem Músico / Banda
1 Entrando no País das Maravilhas – Banda Karibu
2 Impermanência – Kristian Korus
3 Kama – Taoana Padilha
4 Dominó – André Pacheco Henrique
5 Le Feu d’Amour – Banda Somato
6 Skalpelado – Banda Bergos
7 Discos do Roberto – Banda Supergrandes
8 Menino do Gueto – Banda Menino do Gueto
9 Ousada – Banda Zazueira
10 Esse Novo Disfraz – Nathalia Britos Gasparini

Apresentações do dia 28/08/2011 – Domingo

Ordem Músico / Banda
1 Tereza – Darlan Freitas
2 Cecília – Roberto Tonera
3 Voz do Coração – Banda Habitantes de Zion
4 Vaga-Lumes – Luciano Arnold
5 Inquietude – Caren Martins
6 Menino – Lucas Quirino
7 O Alguidar de Aguiar – Banda Cravo da Terra
8 Jazmim – Marcos Baltar
9 Groove Zone – Banda Top Groove
10 Não Esbarra – Banda Aislados

Raquel Wandelli

Jornalista na SeCArte/UFSC

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Livros de conteúdo, beleza e preço baixo na volta às aulas

03/08/2011 12:58

Uma nova série de grandes obras e autores, que incluem Cruz e Sousa e Carl Einstein, será lançada pela Editora da Universidade Federal de Santa Catarina em sua Feira de Livros, na volta às aulas deste segundo semestre. De 8 de agosto a 2 de setembro, das 9 às 19 horas, na Praça da Cidadania, em frente à Reitoria, a Editora vai oferecer uma diversidade de 800 títulos e dez mil exemplares de qualidade com descontos de 50 a 70% e direito a autógrafo de escritores locais e alguns autores nacionais, como Luís Costa Lima e Viveiros de Castro. A EdUFSC também vai lançar quatro novas coleções nas áreas de arquitetura, direito, artes visuais e obras de formação durante o evento, que a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC pretende tornar um acontecimento cultural marcante na vida da cidade.

Embora tradicional, a Feira de Livros da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina/Liga de Editoras Universitárias chega à Praça da Cidadania completamente repaginada e mais atrativa, com estratégias de marketing como balões flutuantes e raios lazer à noite. Aberta aos alunos, professores, funcionários e leitores em geral, a feira também vai oferecer com descontos os últimos livros publicados pelas universidades que integram a Liga de Editoras Universitárias (LEU), que incluem a USP, Unicamp, UFMG, UFPA e UFSP. Através dessa parceria, iniciada na Feira do início do primeiro semestre, a EdUFSC pode oferecer à comunidade interna e externa os melhores títulos publicados no meio científico e acadêmico do País, todos igualmente com desconto.

Entre os lançamentos de produção própria da UFSC incluem-se três obras de impacto na Coleção Geral: Escritos de véspera, reunião de ensaios críticos literários de Luiz Costa Lima, O Pinheiro Brasileiro, de João Rodrigues Neto e a obra de referência ALERAtlas lingüístico e Etnográfico da Região Sul do Brasil, contendo as Cartas Fonéticas Morfossintáticas. Organizado por Walter Koch, Cléo Wilson e Mário Kassmann, o trabalho, publicado em dois volumes, traz uma contribuição fundamental para o estudo da variação lingüística nessa região. A obra será lançada na Feira a partir do dia 22 de agosto. Já o renomado botânico brasileiro João Rodrigues de Mattos faz um apaixonado apelo à sobrevivência da auracária em O Pinheiro Brasileiro. No exaustivo estudo sobre a araucária, sustenta sua importância simbólica, ecológica e econômica para o Sul do Brasil.

Em Escritos de véspera, Luiz Costa Lima, um dos mais importantes críticos do Brasil, discute as mudanças de paradigmas críticos na área dos estudos literários, destacando, particularmente, a passagem da abordagem estruturalista para a pós-estruturalista. Um dos artigos foi escrito em colaboração com o renomado antropólogo brasileiro Eduardo Viveiros de Castro, autor de Alma Selvagem. Ambos estarão na UFSC visitando a Feira em períodos diferentes: Eduardo Viveiros de Castro virá a convite do Curso de Antropologia para participar do colóquio internacional “Antropologia de Raposa” (de 8 a 11 de agosto) e Luiz Costa Lima participará, a convite da Pós-Graduação em Literatura, do “I Seminário dos Alunos de Pós-Graduação em Literatura da UFSC” (de 16 a 18 de agosto).

CRUZ E SOUSA E CARL EINSTEIN

As novidades não terminam aí. Quatro novas coleções de produção própria serão apresentadas ao público durante a Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU: “Visuais”, com a colossal obra Negerplastik/Escultura Negra, de Carl Einstein; “Urbanismo e Arquitetura da Cidade”, voltada para a produção de pesquisadores locais e internacionais, com o livro Arquitetura, Urbanidade e Meio Ambiente, de Almir Francisco Reis; “Direito e Saúde”, em parceria com a Fundação José Arthur Boiteux (Funjab), com o livro De Defensivos a Agrotóxicos, de Maria Leonor Paes Cavalcanti Ferreira e a esperada coleção “Repertório”. A reedição de Últimos Sonetos, de Cruz e Sousa, cuja publicação da UFSC, em 1997, estava esgotada há vários anos, inaugura esta última, Repertório, que vai publicar pequenos volumes clássicos de diferentes áreas das humanidades. “O motivo da coleção é ajudar o leitor a fazer uma biblioteca de textos básicos, a um custo bem baixo e com edição supercaprichada”, explica o diretor geral da Editora da UFSC, Sérgio Medeiros. Franklin Cascaes, Simões de Lopes Neto, Rodrigo de Haro e Michel Montaigne são os próximos dessa coleção de capa branca sobreposta e padrão gráfico elegante.

A edição brasileira inédita de Negerplastik/Escultura Negra, de Carl Einstein, traduzida por Inês Araújo e Fernando Scheibe (tradutor de Divagações, de Mallarmé), pela primeira vez em língua portuguesa, é outra contribuição aguardada no pensamento da arte. Em seu estudo clássico e paradigmático sobre a arte dos povos da África e da Oceania, o crítico alemão Carl Einstein provocou uma mudança definitiva na maneira ocidental de ver a arte dita “primeira” (ou primitiva).

Mais do que uma feira convencional, o evento servirá também para que o leitor tenha uma noção do padrão de livro universitário hoje em voga no Brasil, uma vez que títulos das melhores editoras universitárias estarão em exposição ao longo de todo o mês de agosto, lembra Medeiros. “Nosso papel como editora universitária é divulgar o melhor do conhecimento por meio da publicação de livros que possam ser comercializados a um preço bastante acessível, sem prejuízo da qualidade gráfica e editorial de cada volume”, pontua o coordenador da Feira Fernando Wolff. É overdose de novidade literária pra encher a prateleira e aquecer o espírito.
SERVIÇO

Feira de Livros da Editora da UFSC/LEU
Abertura: 8/8/2011
Encerramento: 2/9/2011
Horário de funcionamento:
segunda, terça, quinta e sexta – das 9:00 às 19 horas
quarta-feira: das 9:00 às 20h:30min
Descontos: de 50 a 70%

(Exemplos de livros com desconto:)
Anota aí – de R$ 20,00 por R$ 10,00
Anatomia sistêmica – de R$ 27,00 por R$ 13,50
Farmacognosia – de R$ 96,00 por R$ 48,00
Introdução à Engenharia – de R$ 39,60 por R$ 19,80
Estatística aplicada às ciências sociais – de R$ 42,00 por R$ 21,00
Pensar/escrever o animal – de R$ 39,00 por R$ 19,50

Raquel Wandelli, Jornalista na SeCArte/UFSC

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Selecionados para II Festival de Música serão conhecidos em show de lançamento

05/07/2011 14:41

Os nomes das 20 bandas e compositores selecionados para o II Festival de Música da UFSC serão revelados em clima de música e festa no dia 13 de julho, às 20 horas, no auditório Garapuvu do Centro de Eventos. Nesse dia, além de divulgar a relação dos escolhidos que participarão do festival nos dias 27 e 28 de agosto, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC fará o lançamento da coletânea em CD e DVD com as músicas premiadas na edição do ano passado. Aberto ao público e gratuito mediante a retirada antecipada de ingressos a partir de quarta (6), o evento será embalado pelo show da Banda Sociedade Soul.

Devido ao crescimento surpreendente do número de inscritos no evento deste ano, a comissão organizadora precisou de mais tempo para selecionar as composições e divulgar o resultado, que estava previsto para o início de julho. O anúncio dos músicos classificados ser feito junto com a festa de lançamento da coletânea do I Festival de Música da UFSC – 50 anos. A coletânea, produzida em nível profissional, será distribuída aos participantes do ano passado e aos grupos que irão ao palco em agosto. “É uma mostra da qualidade, diversidade e inovação da música experimental da grande Florianópolis”, destaca o coordenador do evento, Marco Valente, que integra a comissão de seleção junto com outros quatro músicos e produtores.

Para participar do pré-lançamento do dia 13, é preciso retirar os ingressos no horário das 9 às 12 horas ou das 14 às 17 horas, no prédio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), que fica em cima do prédio da Editora da UFSC, na quarta, quinta e sexta-feira desta semana (6, 7 e 8). A Sociedade Soul faz o show de encerramento tocando composições próprias que misturam funk e soul com rock, jazz e música eletrônica, adicionadas ao tempero latino de ritmos como a salsa e o samba para criar uma sonoridade dançante e suingada. Os nomes dos músicos, bandas e composições selecionados serão publicados no site www.secarte.ufsc.br nas vésperas.  As bandas selecionadas vão se apresentar em 27 e 28 de agosto, na Praça da Cidadania, onde receberão troféu e também terão suas composições gravadas para CD e DVD.

A segunda edição do Festival de Música da UFSC bateu o recorde de participação, com um total de 135 músicos. O número de concorrentes foi praticamente o triplo do evento anterior, quando se inscreveram 47 candidatos e superou as expectativas da comissão organizadora da SeCArte. “Essa resposta mostra a força da expressão musical no público jovem e adulto de Florianópolis e a importância de um festival universitário que ajude, como nas décadas de 60 e 70, a alavancar a produção e a pesquisa musical incipiente”, afirma a secretária Maria de Lourdes Borges.

Primeiro festival de música desde a década de 80, o evento é aberto a estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também participam compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da grande Florianópolis.  A comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra ainda este ano, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo.

E-mail para contato: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br.

Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 99110524 – 37219459

raquelwandelli@yahoo.com.br

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Selecionados para II Festival de Música

serão conhecidos em show de lançamento

Evento no dia 13, às 20 horas, terá show da Sociedade Soul e lançamento do CD e DVD com as composições vencedoras do último Festival. Ingressos já podem ser retirados a partir de quarta-feira (6)

Os nomes das 20 bandas e compositores selecionados para o II Festival de Música da UFSC serão revelados em clima de música e festa no dia 13 de julho, às 20 horas, no auditório Garapuvu do Centro de Eventos. Nesse dia, além de divulgar a relação dos escolhidos que participarão do festival nos dias 27 e 28 de agosto, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC fará o lançamento da coletânea com as músicas premiadas na edição do ano passado para CD e DVD. Aberto ao público mediante a retirada antecipada de ingressos a partir de quarta (6), o evento será embalado pelo show da Banda Sociedade Soul.

Devido ao crescimento surpreendente do número de inscritos no evento deste ano, a comissão organizadora precisou de mais tempo para selecionar as composições e divulgar o resultado, que estava previsto para o início de julho. O anúncio dos músicos classificados ser feito junto com a festa de lançamento da coletânea do I Festival de Música da UFSC – 50 anos. A coletânea, produzida em nível profissional, será distribuída aos participantes do ano passado e aos grupos que irão ao palco em agosto. “É uma mostra da qualidade, diversidade e inovação da música experimental da grande Florianópolis”, destaca o coordenador do evento, Marco Valente, que integra a comissão de seleção junto com outros cinco músicos e produtores.

Para participar do pré-lançamento do dia 13, é preciso retirar os ingressos no horário das 9 às 12 horas ou das 14 às 17 horas, no prédio da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), que fica em cima do prédio da Editora da UFSC, na quarta, quinta e sexta-feira desta semana (6, 7 e 8). A Sociedade Soul faz o show de encerramento tocando composições próprias que misturam funk e soul com rock, jazz e música eletrônica, adicionadas ao tempero latino de ritmos como a salsa e o samba para criar uma sonoridade dançante e suingada.

A segunda edição do Festival de Música da UFSC bateu o recorde de participação, com um total de 135 músicos. O número de concorrentes foi praticamente o triplo do evento anterior, quando se inscreveram 47 candidatos e superou as expectativas da comissão organizadora da SeCArte. “Essa resposta mostra a força da expressão musical no público jovem e adulto de Florianópolis e a importância de um festival universitário que ajude, como nas décadas de 60 e 70, a alavancar a produção e a pesquisa musical incipiente”, afirma a secretária Maria de Lourdes Borges. Os nomes dos músicos, bandas e composições selecionados serão publicados no site www.secarte.ufsc.br. As bandas selecionadas vão se apresentar em 27 e 28 de agosto, na Praça da Cidadania, onde receberão troféu e também terão suas composições gravadas para CD e DVD.

Primeiro festival de música desde a década de 80, o evento é aberto a estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também participam compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da grande Florianópolis. A comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra ainda este ano, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo.

E-mail para contato: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br.

Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 99110524 – 37219459

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No palco da palavra, Carmen Fossari lança Heresia

05/07/2011 14:37

Depois de mais de 30 anos de dramaturgia, foi paradoxalmente a Internet que em doses homeopáticas motivou a publicação dos poemas que Carmen Fossari, diretora do Teatro da UFSC, reúne agora em seu primeiro livro de poesia. Atriz e dramaturga, Carmen começou a escrever em seus próprios blogs. À medida que recebia incentivo e retorno dos leitores, passou a publicar poemas em outros blogs e em outros meios eletrônicos no Brasil e no exterior. Dessa forma fluida e dialogada foi dando pequenas asas para que as palavras em versos livres ganhassem a edição de Heresia, livro que ela lança na sexta-feira, 8 de julho, às 19 horas na Livraria Saraiva Mega Store do Shopping Iguatemi.

Em Heresia há uma gama diversificada de temas e formas do poema, que vão dos breves (“Breviário”), brevíssimos (“Ovais”), sequenciais (“Lunares” – as sete luas), extensos (“Animal Homem”, “Frida Khalo”), de recordações da infância (“Junho”, “Dia de Chuva”, “O Beija Flor” e “A Cigarra”), divertidos (“Um dia, o dia sonhou ser noite”), os amorosos (“Amorosidades”), o saboroso (“Pastéis de Belém”), o desamoroso (“Volver”), os indignados (“Liberty and Fire”, “In d(i) o”) e os ecológicos (“A Terra”, um “Planeta”), entre outros.

Publicado pela Editora Delicatta, de São Paulo, sob coordenação de Luíza Moreira, o livro foi prefaciado pelo poeta português João Marques Jacinto, autor de Recantos da lua. A diretora do Grupo Pesquisa Teatro Novo explica que sempre escreveu e sempre esteve próxima da poesia em seu trabalho dramatúrgico. Do seu enamoramento pelos versos, muitos poetas, como Pablo Neruda, García Lorca, Alcides Buss, Lindolf Bel, Cecília Meirelles, Drummond, Leminski e Cruz e Sousa, tiveram suas obras levadas ao palco pelas mãos da diretora. “O que esteve até então ausente nesse longo período foi a vontade de publicar”, explica. “Mas em paralelo à direção e atuação teatral me acompanha o ato de escrever poesias em versos livres, creio que motivada pelos versos de Bandeira: ´Aquilo que sentes… ainda não é poesia é matéria da poesia`”.

E por que o nome Heresia? “Penso que o nome é um apelo, quem sabe um tributo à liberdade do pensamento em uma sociedade e em um mundo onde cada dia mais as pessoas se repartem em guetos estéticos e religiosos”. Essa guetificação, diz ela, faz com que se perca a grande aventura de descobrir no outro a beleza da diferença e do pensamento diverso”.

Heresia:

Editora Delicatta – coordenação de Luiza Moreira,  São Paulo, 2011, 80 páginas.

Poemas de Carmen Fossari,

Diagramação de Ana Ribeiro

Design da capa da artista Adriele de Jesus Vicente

Raquel Wandelli (37219459 e 991105240

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

assessora de Comunicação da SeCArte/UFSC

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Encontro prepara profissionais para cumprir Estatuto dos Museus

01/07/2011 10:17

Profissionais que atuam em instituições museológicas de Santa Catarina, estudantes ou aspirantes à área de conservação e valorização do patrimônio histórico e cultural terão em julho uma oportunidade de capacitação gratuita. Estão abertas as inscrições para o 33º Encontro Regional do Núcleo de Estudos Museológicos da UFSC (NEMU), que ocorre de 10 a 13 de julho, no município de Itajaí. Promovido pelo NEMU da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, com apoio da prefeitura de Itajaí, o evento tem como objetivo capacitar os participantes para a conservação, o conhecimento e a divulgação dos acervos dos museus de suas cidades.

Em Santa Catarina, existem cerca de 200 instituições museológicas que têm como principal desafio se adequar ao Estatuto dos Museus, criado por decreto presidencial em janeiro de 2009 e já regulamentado. O estatuto determina que toda instituição dessa natureza deverá ser reconhecida a partir da apresentação de um Plano Museológico assinado por um profissional formado em Museologia. Esse plano deverá definir sua missão, estrutura organizacional e áreas de atuação. Até 2014 só as instituições que tiverem se adequado ao estatuto receberão recursos públicos. E todas deverão ter registrado e catalogado o seu acervo, conforme lembra o coordenador do NEMU.

A preparação das instituições para o cumprimento dessas exigências é justamente o tema da conferência de abertura “Estatuto de Museus – Plano Museológico”, que um representante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) proferirá no domingo, 10, às 19 horas, no Museu Histórico, no Centro de Itajaí.  A abertura terá ainda apresentações culturais preparadas pelo município anfitrião. Durante as sessões de comunicação, as instituições vão apresentar suas experiências na administração dos acervos e mostrar atividades que ajudam a promover a integração dos museus com as comunidades, tornando-os mais presentes no cotidiano das pessoas.

O grande diferencial do encontro são as oficinas de capacitação que oferecem noções de  Gestão e documentação de acervos museológicas; Organização e conservação de acervos fotográficos; Plano Museológico: implantação, gestão e organização de museus; Noções de conservação e restauração de documentos (suporte papel); Arqueologia do oeste catarinense; Museus e educação: ação educativa em museus e Segurança em museus. Ministrados por profissionais da área de renome nacional, esses conhecimentos podem ser aplicadas nos locais de trabalho. Cada participante escolhe uma oficina dentre as sete que estão sendo oferecidas este ano, dando preferência para sua área de atuação ou de interesse.

Realizado duas vezes por ano de forma itinerante em diferentes regiões do Estado, o Encontro do Nemu capacita os profissionais a melhorar a qualidade técnica dos acervos e a mostrar sua importância à população. Eles aprendem a realizar o inventário do seu acervo, a cuidar da sua reserva técnica, restauração e conservação em laboratórios e a promover a exposição ao público. “Quanto mais um profissional de museu conhece e administra o seu acervo, mais tem condições de transformá-lo em uma ponte de ligação e diálogo com a sociedade em torno”, lembra o coordenador.

Na segunda-feira (11/7) pela manhã, o evento inicia com um tour ao Patrimônio histórico edificado de Itajaí, seguida de uma visita técnico-cultural ao Museu Etno-arqueológico. As oficinas começam às 13h30min e a sessão de comunicações, com relato de experiências dos museus de Santa Catarina, às 17 horas, sempre no Curso de Administração da Univali. Na terça, o evento prossegue com oficinas pela manhã e à tarde. No último dia, quarta-feira, estão previstas oficinas pela manhã e sessão de comunicações à tarde. Às 16h30min, os participantes realizam um balanço unificado das oficinas e uma reunião de avaliação e encerramento do evento. As inscrições para o encontro estão abertas até o início do evento pelo site: http://www.fgml.itajai.sc.gov.br/.

Conteúdo das Oficinas

Oficina nº 01 – Gestão e documentação de acervos museológicos.

Museu, Museologia e Museografia; Importância da documentação museográfica. Documentação e pesquisa nos museus; Processamento técnico, preservação e gestão da informação; Construção de bases de dados; Sistemas informatizados disponíveis no Brasil para tratamento de informações; Inventário e catalogação; Construção de redes de informação; Política de documentação: da aquisição ao descarte.

Profa. Dra. Rosana Andrade Dias do Nascimento – Museóloga; Professora da UFSC; Mestre em Educação/UFBA; Doutora em História Social/UFBA; Professora do Curso de Mestrado na Universidade Lusófona – Lisboa/Portugal; Atua na área da Teoria e Documentação Museológica, História da Arte.

Oficina n° 02 – Organização e conservação de acervos fotográficos.

Técnicas de conservação fotográfica – higienização e estabilização; Técnicas de preservação fotográfica – acondicionamento e guarda, materiais, acessórios, embalagens, mobiliário, ambiente (parâmetros de temperatura e umidade relativa).

Denise Magda Corrêa Thomasi – Administradora do Museu da Imagem e do Som – MIS/FCC; Conservadora/Restauradora; Presidente da Associação Catarinense de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais – ACCR; Representante da FCC no Conselho Estadual de Cultura.

Oficina nº 03 – Plano Museológico: implantação, gestão e organização de museus.

Conceitos de museu e museologia; Conceitos de projeto, programa e plano museológico; O plano como trabalho coletivo: importância, vantagens e limites; Metodologia para elaboração e implantação do plano museológico; Identificação da missão institucional: finalidades, valores, metas e funções; Identificação de públicos e parceiros; Critérios para avaliação do plano museológico; O diálogo entre o plano museológico e a Política Nacional de Museus; Legislação e documentos institucionais: ata de fundação, decreto de criação, estatuto e regimento interno; Códigos de ética do Conselho Internacional de Museus e do Conselho Federal de Museologia.

Profa. Dra. Maria das Graças Teixeira. Museóloga; Professora da UFBA; Mestre em Artes Visuais/UFBA; Doutora em História Social/UFBA; Desenvolve pesquisa sobre cultura lúdica no Brasil; Atua na área de Museologia, principalmente nos seguintes temas: memória, educação patrimonial, projetos expográficos de longa e curta duração, preservação e conservação de acervos museológicos.

Oficina nº 04 – Noções de conservação e restauração de documentos (suporte papel).

Embasamento teórico e prático sobre noções de conservação e restauração de acervos; Importância na preservação da memória documental da instituição.

Cada participante deverá levar um livro ou documento para ser trabalhado na oficina.

Jéferson Antonio Martins – Bacharel em Biblioteconomia/UFSC; Especialista em Organização e Administração de Arquivos/UFSC; Conservador e Restaurador desde 1988; Vice-Presidente da Associação Catarinense de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais – ACCR.

Oficina nº 05 – Arqueologia do oeste catarinense.

Noções básicas sobre arqueologia de Santa Catarina e, em especial, sobre o oeste catarinense; Processos de higienização, catalogação, identificação e acondicionamento de acervos arqueológicos. Os participantes devem levar suas dúvidas ou artefatos arqueológicos que necessitem de orientação para enriquecer as atividades práticas.

Profª Dra. Ana Lucia Herberts – Historiadora; Arqueóloga; Doutora em História/PUCRS, com bolsa sanduíche na Université François Rabelais em Tours, França; Gestora da Unidade Florianópolis da Scientia Consultoria Científica; Coordenadora do Programa “Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico” da UHE – Foz do Chapecó; Bolsista do CNPq.

Oficina nº 06 – Museus e educação: ação educativa em museus.

A dimensão educativa e o diálogo com outras áreas de ação da instituição: a pesquisa, a comunicação, a preservação, etc.; Discussões a partir de abordagens relacionadas à teoria e à prática da ação educativa em museus; Qual a natureza da experiência museal; Como se dá a relação museu-escola; Por que fazer pesquisa de público.

Profª. Bárbara Mara Pereira Harduim – Professora de Artes; Arte-educadora; Coordenadora do Setor Educativo do Museu de História e Artes do Estado do Rio de Janeiro/FUNARJ; Vinculada à Secretaria de Estado de Cultura; Integrante do Comitê Gestor da Rede de Educadores em Museus e Centros Culturais – REM/RJ.

Oficina nº 07 – Segurança em Museus.

Conceitos de segurança: patrimonial, empresarial e mecânica; Ações preventivas: roubo, furtos, incêndio e vandalismo; Diagnósticos e mapeamento das áreas de risco dos museus; Treinamento e sensibilização dos funcionários; Prevenção e combate a incêndio; Monitoramento eletrônico; Controle de acesso de público às áreas restritas; Segurança nas áreas expositivas e nas reservas técnicas; A documentação como segurança: inventário, catalogação e registro fotográfico; Segurança das pessoas; Laboratório: plano de segurança.

Solange Rocha – Bacharel em História pela Universidade Santa Úrsula/RJ; Especialista em Restauração e Conservação de Bens Culturais/UFRJ; Atuou no Arquivo Nacional, Museu Nacional de Belas Artes e, atualmente, no Museu de Astronomia e Ciências Afins – MAST/MCT.

Informações: (48) 3721-6318 / Francisco do Vale Pereira / Coordenador executivo do NEMU/UFSC E-mail: kikodovale@hotmail.com e nemu@itajai.sc.gov.br (com Robson)

Fonte: Raquel Wandelli, jornalista SeCArte/UFSC

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16 de JUNHO Bloomsday em Florianópolis terá leitura performática de Ulisses

13/06/2011 16:19

Celebrado em cidades de todo mundo, sempre no dia 16 de junho, o “Bloomsday”  é uma festa-performance em homenagem a Leopold Bloom, o protagonista do romance Ulisses, do irlandês James Joyce. Cidades como Dublin, Nova York e também Florianópolis vão comemorar o advento do romance mais revolucionário do século XX, lançado em 1922. Para rememorar essa grandiosa aventura livresca, os amantes de Joyce promovem na quinta, 16, às 17 horas, no Museu Victor Meirelles, uma leitura simultânea dos capítulos de Ulisses em várias línguas: inglês, português, alemão, espanhol.

Participarão desse culto literário alunos do Curso de Artes Cênicas da UFSC, professores e alunos do Centro de Comunicação e Expressão da UFSC, além de admiradores da obra de Joyce. Com a leitura performática, o Bloomsday 2011 de Florianópolis recriará a metáfora joyciana maior: quanto mais espesso o caldo do enredo, melhor o romance, melhor a Odisséia. A organização é do casal de pesquisadores Dirce Waltrick do Amarante e Sérgio Medeiros, professores do curso de Artes Cênicas e de Pós-Graduação em Literatura da UFSC, respectivamente.

Leopold Bloom é o “judeu errante” que leva e traz mensagens, e que, após um dia e uma noite perambulando por Dublin, “reencontra” o filho já falecido e se reconcilia com a mulher que o trai.  Trata-se de uma versão paródica da poesia épica homérica, ou seja, da “Odisséia” (considerada a mãe de todas as narrativas ocidentais), que descreve as aventuras de um herói sofrendo de aguda crise de identidade e que, por isso, precisa regressar para casa e reencontrar a mulher e o filho, explica Dirce, autora da obra Para ler Finnegans Wake de James Joyce. Nesse aspecto, Odisseu, ou Ulisses, o herói da Odisseia, é o oposto de Aquiles, o herói da Ilíada. Aquiles só sabe ir para a frente, Ulisses, para trás, para casa.

Para tratar desse tema clássico, situando-o porém no contexto moderno e dessacralizando-o, Joyce descreve minuciosamente a prolixidade do real e do delírio. “Ele o faz criando novas técnicas narrativas e cunhando novas palavras que possam dar conta da balbúrdia ou do caos contemporâneos”, completa Sérgio Medeiros, que é também diretor da Editora da UFSC e autor de vários ensaios acerca do romancista que reinventou a arte narrativa.

Informações: Dirce Waltrick do Amarante e Sérgio Medeiros, organizadores do Bloomsday panambi@matrix.com.br; dwa@matrix.com.br

Raquel Wandelli

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Instalada Comissão de Cultura da UFSC

09/06/2011 16:37

Democratizar a discussão sobre a política pública cultural e fomentar os processos de produção de arte e cultura em todos os centros e campi da Universidade Federal de Santa Catarina. Com esse objetivo, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC instalou a Comissão Permanente de Cultura, que realizou ontem, 8 de junho, na Sala dos Conselhos, no prédio da Reitoria, sua segunda reunião mensal. O órgão reúne representantes de todos os Centros, dos quatro Campi, dos departamentos ligados à cultura e das entidades de classe dos estudantes, professores e servidores. A realização de um Seminário de Cultura com data marcada para os dias 26 e 27 de setembro no Centro de Eventos foi uma das principais deliberações da reunião.

O seminário terá como objetivo discutir e propor linhas político-culturais para a universidade, incluindo o próprio debate sobre um conceito contemporâneo de cultura a partir das diferentes visões sobre o tema. Incluirá em sua programação um painel sobre o papel da universidade na produção da cultura e outro sobre as políticas culturais em nível municipal, estadual e nacional, seguido de trabalhos em grupo para discussões propositivas. Terá a participação de pessoas com experiência prática e teórica na área que sejam referência dentro e fora do Estado. “O seminário vai instrumentalizar teoricamente o trabalho da comissão”, explica a presidente da Comissão, Maria de Lourdes Borges, secretária de Cultura e Arte.

Segundo proposta do coordenador do Curso de Artes Cênicas, Fábio Salvatti, os painéis específicos e trabalhos de grupo deverão girar em torno de interfaces como Cultura e Educação, Cultura e Comunidades, que considere a confluência das mídias e expressões artísticas própria da contemporaneidade. Em vez de fixar-se na divisão clássica e isolada das linguagens, o evento vai se desenvolver na perspectiva da transdisciplinaridade do Teatro, Cinema, Artes plásticas, Literatura, Arte digital etc. As representantes do Centro Tecnológico, Maristela Almeida e do Centro de Desporto, Vera Lúcia Amaral, reforçaram a necessidade de uma discussão conceitual sobre o tema cultura, que vai do erudito ao popular e passa também pela noção antropológica de cultura como todo modo de ser e de viver. O formato e a programação do evento serão definidos na próxima reunião da Comissão, marcada para a primeira quarta–feira de julho.

Composta por 27 membros, a comissão é integrada por lideranças do Diretório Central dos Estudantes, Associação dos Professores da UFSC, Sindicato dos Trabalhadores da UFSC e representantes do Campus de Florianópolis, dos Campi de Araranguá, Joinville e Curitibanos, indicados por sua base. Conforme o relato dos representantes dos Campi de Araranguá e de Joinville ficou patente a necessidade de descentralizar as atividades culturais para essas novas unidades e fomentar a realização de iniciativas próprias. Vários eventos culturais já programados devem ser estendidos para esses locais, bem como para o Centro de Ciências Agrárias, que fica no Itacorubi, para onde a SeCArte deverá levar o Projeto 12:30.

A segunda reunião foi marcada pela participação decisiva do DCE, que tem quatro representantes no Conselho e propôs o levantamento das atividades culturais já desenvolvidas na universidade pela SeCArte. A partir desse levantamento, que dará origem a um banco informatizado descentralizado e atualizável via on-line em sistema colaborativo, a comissão vai atuar para desenvolver e fortalecer as iniciativas culturais, promovendo parcerias e articulações entre as diferentes instâncias que a compõe.

“Queremos, com a comissão criar um espaço permanente de fomento à vida cultural na universidade e aos processos culturais que se irradiam para todo Estado”, destacou a secretária.

Os representantes destacaram a existência de três projetos do DCE vinculados à UFSC. Um deles é o UFSCtock, um festival musical, que na próxima edição, prevista para os dias 1 e 2 de outubro, passará a  integrar várias modalidades de artes para os dias 1 e 2 de outubro.  O outro é a mostra de cultura comunitária que começa no dia 19 de junho, com o objetivo trazer a cultura das comunidades para dentro da universidade. O terceiro projeto é a Calourada, evento que acontece em todo início de semestre desde 2009, incluindo na programação oficinas e festivais como o Grito do Rock.

Calendário unificado de cultura

Mês Algumas atividades previstas para este semestre
Junho FITA (Festival Internacional de Teatro de Animação – 12 a 19
Junho/julho FAM (Florianópolis Audiovisual do Mercosul– 24 de junho a 1 de julho
Julho Maça – II Mostra de Artes Cênicas – 1 a 8 de julho
Julho Lançamento do CD/DVD – I Festival de Música da UFSC – 13 de julho
Agosto II Festival de Música – 27 e 28
Agosto Lançamento da Coleção Repertório
Setembro Seminário de Cultura – 26 e 27
Outubro UFSTOCK – 1 e 2 de outubro
Novembro Semana Ousada de Artes – 21 a 25 de novembro
Novembro Projeto Shakespeare no Bosque
Dezembro Arte nas Fortalezas – Festival de Jazz nas Fortalezas

Assessoria de Comunicação da SeCArte

Raquel Wandelli

Colaboração: Marcela Borges

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Exposições culturais marcam o Dia de Portugal

07/06/2011 12:03

 


O povo português cultua os seus poetas mais do que as glórias militares e os conflitos bélicos. Por causa disso e porque a data de fundação do país é bastante controversa, os portugueses escolheram comemorar o Dia de Portugal em 10 de junho, data da morte de sua maior expressão literária, Luiz de Camões. Para marcar esse dia, o Núcleo de Estudos Açorianos e o Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina, ligados à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, realizam duas exposições: Os Portugueses da Ilha de Santa Catarina e Fortificações da Ilha de Santa Catarina.

As duas mostras abrem no próximo dia 10, no Museu Histórico de Santa Catarina, localizado junto ao Palácio Cruz e Sousa. Na primeira exposição, o fotógrafo Joi Cletison, coordenador do NEA, reúne 18 imagens no tamanho 80X100 cm, que mostram a presença portuguesa na Ilha de Santa Catarina. São fotos ampliadas em papel fotográfico brilhante que flagram vários aspectos do legado do povoamento português na arquitetura, na religiosidade, no folclore e no artesanato catarinenses.

Embora a cultura deixada pelos portugueses tenha incorporado outros elementos, mas conserva traços de autenticidade, explica Cletison, que atua como fotógrafo há mais de 25 anos e tem várias dezenas de exposições realizadas no Brasil e no exterior. A exposição destaca essa arquitetura luso-brasileira com suas técnicas construtivas e apresenta o artesanato com as rendas de bilro, cerâmica utilitária e tapeçaria. No folclore, mostra as danças folclóricas, os ternos de reis e na religiosidade, as festas de igreja e romarias.

A segunda exposição que comemora o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas é composta por várias fotografias das fortalezas, trajes de época, réplicas de um canhão e maquetes das fortificações de São Jose da Ponta Grossa (Ilha de Santa Catarina/Praia do Forte), Santa Cruz (Ilha de Anhatomirim) e Santo Antonio (Ilha de Ratones Grande).  Com visitação de terça a sexta das 10 às 18 horas, a mostra é organizada pelo Projeto Fortalezas, que atua para promover o estudo, a preservação, a divulgação e a valorização das fortificações históricas da Baía Norte da Ilha, onde a UFSC administra três monumentos abertos à visitação pública que são verdadeiros museus ao ar livre.

O ano de 2011 é um marco histórico nessa luta pela preservação das fortalezas. A história comemora os 272 anos do início da construção do Sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, idealizado pelo brigadeiro José da Silva (1739); 31 anos que a UFSC assumiu a tutela da primeira fortaleza, Santa Cruz de Anhatomirim (1979); 26 anos da abertura da Fortaleza de Anhatomirim à visitação pública (1984); 21 anos do início do Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/UFSC (1989), que em parceria com o IPHAN e com o apoio da Fundação Banco do Brasil concluiu a restauração de Anhatomirim, e realizou a restauração completa das fortalezas de Ratones (1990) e São José Ponta Grossa (1991), que passaram também a ser administradas pela Universidade Federal.

Maiores Informações: telefone 48 3028.8090 ou 37218605 ou também via E mail joi@nea.ufsc.br

Fotos para divulgação: http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_OsPortugueses.zip

Raquel Wandelli: jornalista na SeCArte/UFSC

99110534 e 37219459

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Exposição “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina”

Local: Museu Histórico de Santa Catarina

Período: 10/06 a 10/07/2009

Terça a Sexta das 10 as 18 e Sábados e Domingos das 10 às 16 horas.

Promoção: Universidade Federal de santa Catarina/SECARTE

Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes/FCC

Fundação Catarinense de Cultura

Realização: Núcleo de Estudos Açorianos

Museu Histórico de Santa Catarina

Exposição “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina”

LOCAL: Palácio Cruz e Sousa – Museu Histórico de Santa Catarina.
Praça XV de Novembro – Florianópolis/SC

DATA: 10/06 a 10/07/2011(3ª a 6ª feiras das 10 às 18h e nos sábados e domingos das 10 às 16 horas)

Maiores Informações: telefone  48 3721.8302 c/ Joi ou 3028.8090

Fotos para divulgação: http://ftp.identidade.ufsc.br/Fortalezas.zip

Para conhecer mais sobre essas fortificações mantidas pela UFSC, acesse na Internet o endereço: www.fortalezas.ufsc.br
Para conhecer sobre essas fortalezas e todas as demais fortificações da Ilha de Santa Catarina acesse na Internet o endereço: www.fortalezasmultimidia.com.br/santa_catarina

Promoção:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA/ Secretaria de Arte e Cultura

SECRETARIA DO ESTADO DE TURISMO, CULTUARA  E ESPORTES

FUNDAÇÃO CATARINENSE DE CULTURA

Realização:

Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina/UFSC

Museu Histórico de Santa Catarina

Apoio:
Agência de Comunicação da UFSC – AGECOM

Texto de apresentação da Exposição Os portugueses na Ilha de Santa Catarina:

 

“Nem tudo o que se vê em Florianópolis é português, mas de quase tudo o que é português se  veem e escutam traços e reminiscências na Ilha de Santa Catarina. Um exemplo está nas vivências religiosas: faltam algumas importantes devoções, mas duas das manifestações mais notáveis estão  presentes: a Festa do Divino Espírito Santo e a Procissão do Senhor  dos Passos. A fotografia de Joi Cletison exprime tão bem a presença  portuguesa que parece falar e mover-se, e em poucas imagens evidencia  até algumas diferenças: a arquitetura portuguesa comum das fortalezas,  igrejas e prédios públicos, e a particularidade dos sinais açorianos,  mais sutis, nas rendas, nas danças e nos ofícios manuais, culminando com as notas de atualidade que sobre esse fundo compõem esta pequena  sinfonia luso-brasileira.”

Profº João Lupi

Cônsul Honorário de Portugal em Florianópolis