Agenda Cultural
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
O cineclube Lumière retoma suas atividades na terça-feira, 29 de setembro, com o filme Grisbi, ouro maldito (Touchez pas au grisbi, 1954), dirigido por Jacques Becker. A exibição tem início às 19h, na sala de projeção LEC, no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). A atividade é gratuita e aberta a toda a comunidade.
Baseado no livro homônimo de Albert Simonin, Grisbi, ouro maldito conta com Jean Gabin e Jeanne Moreau no elenco e obteve grande sucesso de público e crítica, destacando-se entre os clássicos do cinema noir da década de 1950.
O filme conta a história de Max (Jean Gabin), um velho gangster parisiense, popular com as mulheres e respeitado entre criminosos por sua decência. Pronto para se aposentar, Max e seu parceiro Ritton cometem um último grande roubo que deixará Max com a vida feita. Porém, antes que Max consiga se livrar do ouro que roubaram, Ritton é feito refém por uma gangue rival. Max deverá escolher entre a lealdade ao seu amigo ou ao dinheiro, sujando suas mãos uma última vez antes de se retirar do mundo do crime.
O filme é legendado em português e tem classificação indicativa de 16 anos. Após a sessão, haverá um bate-papo, e os participantes terão direito a certificado.
Mais informações no Instagram @cine_club_lumiere.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.
>> Sobre a exposição
Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).
Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.
Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.
Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.
>> Sobre o artista
Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.
Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.
>> Sobre a exposição
Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.
A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.
Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.
Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.
>> Sobre o artista
Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.
Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.
Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.
Mais informações: @tissier.esculturas
A exposição Intimidade Urbana: “Cidades Invisíveis”, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea, de Hélio Bastida Lopes, estará aberta ao público entre os dias 1° e 30 de outubro, no Hall do Auditório da Biblioteca Universitária Central (BU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
As obras relatam que a rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
O autor é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC), graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) e desenvolve uma trajetória ligada às artes visuais. Sua produção artística dialoga com a experiência urbana, a memória, o cotidiano e as dimensões subjetivas da vida contemporânea.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 2 a 30 de outubro, a exposição coletiva Tardes de quinta, no Espaço Lounge. Com curadoria de Patrícia Di Loreto, a mostra reúne trabalhos produzidos por mulheres de diferentes gerações, experiências e repertórios a partir das atividades desenvolvidas na Oficina de Artes Visuais da UFSC.
Realizada às quintas-feiras à tarde, a oficina é um espaço de estudo, prática e troca voltado à pesquisa e à experimentação em pintura. Sob orientação de Patrícia Di Loreto, professora e pintora, as participantes percorrem diferentes gêneros da pintura, como retrato, paisagem, natureza-morta e figura humana, além de estudarem artistas de diferentes períodos e contextos que contribuíram para transformar e reinventar essas linguagens.
O processo inclui ainda a experimentação de diversas técnicas e procedimentos, entre eles óleo, acrílica, aquarela, giz pastel e colagem. As participantes investigam diferentes formas de construção da imagem, explorando elementos como luz, cor, composição, matéria e gesto, além de procedimentos como a pincelada impressionista e o sfumato. Mais do que o estudo de períodos e nomes da história da arte, a proposta da oficina busca compreender como diferentes artistas constroem seus olhares e fazem escolhas diante da pintura. A partir dessas referências, cada participante desenvolve sua própria pesquisa, estabelecendo diálogos entre os conhecimentos adquiridos e aquilo que deseja expressar.
As obras reunidas em Tardes de quinta abordam temas como a infância, os dias em família, a nudez, os gritos desesperados, as cadeiras de descanso, o rosto feminino e paisagens aquareladas. São imagens que partem do cotidiano, da memória, da experiência e da imaginação, transformadas pela pintura em diferentes formas de expressão. A presença de mulheres de diferentes gerações e trajetórias constitui um dos aspectos centrais da exposição. A diversidade de experiências e sensibilidades evidencia os múltiplos caminhos que a pintura pode assumir e faz da mostra um registro do percurso coletivo desenvolvido na oficina.
As atividades também são marcadas pelo diálogo com outras áreas do conhecimento, como filosofia, fotografia, jornalismo e biologia. Essas interlocuções ampliam as possibilidades de reflexão sobre a imagem e integram o processo de criação desenvolvido pelas participantes.
Mais informações no Instagram @exposicoes.bu ou pelo e-mail exposicoes.bu@contato.ufsc.br
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.
>> Sobre a exposição
Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).
Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.
Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.
Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.
>> Sobre o artista
Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.
Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.
>> Sobre a exposição
Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.
A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.
Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.
Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.
>> Sobre o artista
Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.
Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.
Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.
Mais informações: @tissier.esculturas
A exposição Intimidade Urbana: “Cidades Invisíveis”, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea, de Hélio Bastida Lopes, estará aberta ao público entre os dias 1° e 30 de outubro, no Hall do Auditório da Biblioteca Universitária Central (BU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
As obras relatam que a rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
O autor é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC), graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) e desenvolve uma trajetória ligada às artes visuais. Sua produção artística dialoga com a experiência urbana, a memória, o cotidiano e as dimensões subjetivas da vida contemporânea.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 2 de outubro, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Fantasmas de Julho (2025) dirigido e roteirizado por Julian Radlmaier em uma exibição marcada para às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Ursula (Clara Schwinning), uma garçonete da antiga Alemanha Oriental, e Neda (Maral Keshavarz), uma YouTuber iraniana, sentem-se presas e solitárias na lógica precarizada de suas vidas. Numa tarde de verão na excêntrica cidade de Sangerhausen, os caminhos das duas se cruzam em uma improvável caçada a fantasmas nas montanhas Harz, nesta aventura sobre amizades inesperadas e o desejo por outra vida.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura e Arte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArte/UFSC). Há 18 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Sehnsucht in Sangerhausen – Fantasmas de Julho
Direção: Julian Radlmaier
Roteiro: Julian Radlmaier
Gênero: Comédia, Drama
Duração: 1h31min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Clara Schwinning, Maral Keshavarz, Henriette Confurius, Johannes Berzl, Andreas Bittl, Andreas Döhler, Mela Fink
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 2 a 30 de outubro, a exposição coletiva Tardes de quinta, no Espaço Lounge. Com curadoria de Patrícia Di Loreto, a mostra reúne trabalhos produzidos por mulheres de diferentes gerações, experiências e repertórios a partir das atividades desenvolvidas na Oficina de Artes Visuais da UFSC.
Realizada às quintas-feiras à tarde, a oficina é um espaço de estudo, prática e troca voltado à pesquisa e à experimentação em pintura. Sob orientação de Patrícia Di Loreto, professora e pintora, as participantes percorrem diferentes gêneros da pintura, como retrato, paisagem, natureza-morta e figura humana, além de estudarem artistas de diferentes períodos e contextos que contribuíram para transformar e reinventar essas linguagens.
O processo inclui ainda a experimentação de diversas técnicas e procedimentos, entre eles óleo, acrílica, aquarela, giz pastel e colagem. As participantes investigam diferentes formas de construção da imagem, explorando elementos como luz, cor, composição, matéria e gesto, além de procedimentos como a pincelada impressionista e o sfumato. Mais do que o estudo de períodos e nomes da história da arte, a proposta da oficina busca compreender como diferentes artistas constroem seus olhares e fazem escolhas diante da pintura. A partir dessas referências, cada participante desenvolve sua própria pesquisa, estabelecendo diálogos entre os conhecimentos adquiridos e aquilo que deseja expressar.
As obras reunidas em Tardes de quinta abordam temas como a infância, os dias em família, a nudez, os gritos desesperados, as cadeiras de descanso, o rosto feminino e paisagens aquareladas. São imagens que partem do cotidiano, da memória, da experiência e da imaginação, transformadas pela pintura em diferentes formas de expressão. A presença de mulheres de diferentes gerações e trajetórias constitui um dos aspectos centrais da exposição. A diversidade de experiências e sensibilidades evidencia os múltiplos caminhos que a pintura pode assumir e faz da mostra um registro do percurso coletivo desenvolvido na oficina.
As atividades também são marcadas pelo diálogo com outras áreas do conhecimento, como filosofia, fotografia, jornalismo e biologia. Essas interlocuções ampliam as possibilidades de reflexão sobre a imagem e integram o processo de criação desenvolvido pelas participantes.
Mais informações no Instagram @exposicoes.bu ou pelo e-mail exposicoes.bu@contato.ufsc.br
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.
>> Sobre a exposição
Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).
Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.
Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.
Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.
>> Sobre o artista
Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.
Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.
>> Sobre a exposição
Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.
A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.
Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.
Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.
>> Sobre o artista
Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.
Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.
Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.
Mais informações: @tissier.esculturas
A exposição Intimidade Urbana: “Cidades Invisíveis”, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea, de Hélio Bastida Lopes, estará aberta ao público entre os dias 1° e 30 de outubro, no Hall do Auditório da Biblioteca Universitária Central (BU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
As obras relatam que a rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
O autor é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC), graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) e desenvolve uma trajetória ligada às artes visuais. Sua produção artística dialoga com a experiência urbana, a memória, o cotidiano e as dimensões subjetivas da vida contemporânea.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.
Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.
Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 2 a 30 de outubro, a exposição coletiva Tardes de quinta, no Espaço Lounge. Com curadoria de Patrícia Di Loreto, a mostra reúne trabalhos produzidos por mulheres de diferentes gerações, experiências e repertórios a partir das atividades desenvolvidas na Oficina de Artes Visuais da UFSC.
Realizada às quintas-feiras à tarde, a oficina é um espaço de estudo, prática e troca voltado à pesquisa e à experimentação em pintura. Sob orientação de Patrícia Di Loreto, professora e pintora, as participantes percorrem diferentes gêneros da pintura, como retrato, paisagem, natureza-morta e figura humana, além de estudarem artistas de diferentes períodos e contextos que contribuíram para transformar e reinventar essas linguagens.
O processo inclui ainda a experimentação de diversas técnicas e procedimentos, entre eles óleo, acrílica, aquarela, giz pastel e colagem. As participantes investigam diferentes formas de construção da imagem, explorando elementos como luz, cor, composição, matéria e gesto, além de procedimentos como a pincelada impressionista e o sfumato. Mais do que o estudo de períodos e nomes da história da arte, a proposta da oficina busca compreender como diferentes artistas constroem seus olhares e fazem escolhas diante da pintura. A partir dessas referências, cada participante desenvolve sua própria pesquisa, estabelecendo diálogos entre os conhecimentos adquiridos e aquilo que deseja expressar.
As obras reunidas em Tardes de quinta abordam temas como a infância, os dias em família, a nudez, os gritos desesperados, as cadeiras de descanso, o rosto feminino e paisagens aquareladas. São imagens que partem do cotidiano, da memória, da experiência e da imaginação, transformadas pela pintura em diferentes formas de expressão. A presença de mulheres de diferentes gerações e trajetórias constitui um dos aspectos centrais da exposição. A diversidade de experiências e sensibilidades evidencia os múltiplos caminhos que a pintura pode assumir e faz da mostra um registro do percurso coletivo desenvolvido na oficina.
As atividades também são marcadas pelo diálogo com outras áreas do conhecimento, como filosofia, fotografia, jornalismo e biologia. Essas interlocuções ampliam as possibilidades de reflexão sobre a imagem e integram o processo de criação desenvolvido pelas participantes.
Mais informações no Instagram @exposicoes.bu ou pelo e-mail exposicoes.bu@contato.ufsc.br
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.
>> Sobre a exposição
Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).
Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.
Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.
Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.
>> Sobre o artista
Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.
Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.
>> Sobre a exposição
Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.
A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.
Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.
Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.
>> Sobre o artista
Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.
Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.
Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.
Mais informações: @tissier.esculturas
A exposição Intimidade Urbana: “Cidades Invisíveis”, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea, de Hélio Bastida Lopes, estará aberta ao público entre os dias 1° e 30 de outubro, no Hall do Auditório da Biblioteca Universitária Central (BU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
As obras relatam que a rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
O autor é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC), graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) e desenvolve uma trajetória ligada às artes visuais. Sua produção artística dialoga com a experiência urbana, a memória, o cotidiano e as dimensões subjetivas da vida contemporânea.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.
O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.
Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.
Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.
A Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, de 2 a 30 de outubro, a exposição coletiva Tardes de quinta, no Espaço Lounge. Com curadoria de Patrícia Di Loreto, a mostra reúne trabalhos produzidos por mulheres de diferentes gerações, experiências e repertórios a partir das atividades desenvolvidas na Oficina de Artes Visuais da UFSC.
Realizada às quintas-feiras à tarde, a oficina é um espaço de estudo, prática e troca voltado à pesquisa e à experimentação em pintura. Sob orientação de Patrícia Di Loreto, professora e pintora, as participantes percorrem diferentes gêneros da pintura, como retrato, paisagem, natureza-morta e figura humana, além de estudarem artistas de diferentes períodos e contextos que contribuíram para transformar e reinventar essas linguagens.
O processo inclui ainda a experimentação de diversas técnicas e procedimentos, entre eles óleo, acrílica, aquarela, giz pastel e colagem. As participantes investigam diferentes formas de construção da imagem, explorando elementos como luz, cor, composição, matéria e gesto, além de procedimentos como a pincelada impressionista e o sfumato. Mais do que o estudo de períodos e nomes da história da arte, a proposta da oficina busca compreender como diferentes artistas constroem seus olhares e fazem escolhas diante da pintura. A partir dessas referências, cada participante desenvolve sua própria pesquisa, estabelecendo diálogos entre os conhecimentos adquiridos e aquilo que deseja expressar.
As obras reunidas em Tardes de quinta abordam temas como a infância, os dias em família, a nudez, os gritos desesperados, as cadeiras de descanso, o rosto feminino e paisagens aquareladas. São imagens que partem do cotidiano, da memória, da experiência e da imaginação, transformadas pela pintura em diferentes formas de expressão. A presença de mulheres de diferentes gerações e trajetórias constitui um dos aspectos centrais da exposição. A diversidade de experiências e sensibilidades evidencia os múltiplos caminhos que a pintura pode assumir e faz da mostra um registro do percurso coletivo desenvolvido na oficina.
As atividades também são marcadas pelo diálogo com outras áreas do conhecimento, como filosofia, fotografia, jornalismo e biologia. Essas interlocuções ampliam as possibilidades de reflexão sobre a imagem e integram o processo de criação desenvolvido pelas participantes.
Mais informações no Instagram @exposicoes.bu ou pelo e-mail exposicoes.bu@contato.ufsc.br
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.
>> Sobre a exposição
Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).
Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.
Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.
Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.
>> Sobre o artista
Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.
Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034
De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.
>> Sobre a exposição
Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.
A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.
Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.
Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.
>> Sobre o artista
Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.
Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.
Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.
Mais informações: @tissier.esculturas
A exposição Intimidade Urbana: “Cidades Invisíveis”, Conexões e Desafios na Vida Contemporânea, de Hélio Bastida Lopes, estará aberta ao público entre os dias 1° e 30 de outubro, no Hall do Auditório da Biblioteca Universitária Central (BU) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
As obras relatam que a rotina diária pode ser suavizada com momentos de parada e descanso, como se espera que o façamos para descompressão na jornada de trabalho. Sob uma ótica relevante em sua vida e trabalho, o autor da exposição gosta de pensar que hoje é sempre o melhor dia de nossas vidas, por esta razão, não devemos sobrecarregá-lo com pensamentos pouco producentes do ontem, nem tão pouco com temores excessivos do amanhã, recomendando-se manter seu foco como presente, no aqui e agora.
A referência ao livro Cidades Invisíveis, de Italo Calvino, por ser uma obra seminal que transcende o simples relato de cidades imaginárias, utilizando a narrativa para explorar a complexidade das relações humanas e a experiência urbana. Através das conversas entre Marco Polo e Kublai Khan, Calvino não só inventa lugares fictícios, mas também reflete sobre a subjetividade da percepção da cidade, um tema bastante relevante nos dias atuais.
O autor é desembargador do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (TRT-SC), graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Sorocaba (FADI) e desenvolve uma trajetória ligada às artes visuais. Sua produção artística dialoga com a experiência urbana, a memória, o cotidiano e as dimensões subjetivas da vida contemporânea.
O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.
A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.
A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.
A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.







