Agenda Cultural
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O projeto de extensão O Ciné-club Lumière promove a exibição e debate do filme A Bela e a Fera, no dia 28 de abril às 18h30, na sala de projeção do LEC, do Centro de Expressão e Comunicação (CCE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), campus Florianópolis. Os participantes têm direito a certificado de três horas.
A adaptação do clássico conto de fadas A Bela e a Fera (La Belle et la Bête), é considerada obra-prima do cinema fantástico e poético do mestre Jean Cocteau. Lançado na França do pós-guerra, em 1946, o filme se destaca pela linguagem poética e onírica, além do uso de efeitos especiais e a maquiagem da Fera, grandes feitos técnicos para a época.
A história do filme começa com um mercador que ao encontrar um sombrio castelo e roubar uma rosa do jardim, é sentenciado à morte por um monstro em roupas de príncipe. O mercador recebe a permissão para voltar para casa, mas deve retornar em três dias ou enviar uma de suas filhas em seu lugar. Bela, a filha mais devotada e sempre humilhada pelas irmãs, foge para salvar o pai, iniciando uma relação de ódio e atração com o misterioso habitante do castelo.
Após a exibição do filme haverá um debate e os participantes receberão certificado.
Para mais informações no perfil do Instagram @cine_club_lumiere.
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O projeto Cine Paredão promove, nesta quarta-feira, dia 29 de abril, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Yanuni (2025) dirigido e roteirizado por Richard Ladkani, em uma exibição marcada para às 19h00, no Bosque ou Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Um retrato de Juma Xipaia, liderança indígena da Amazônia brasileira que sai de uma aldeia distante para a linha de frente da luta pela justiça climática. Após sobreviver a seis tentativas de assassinato, ela é nomeada a primeira Secretária de Direitos Indígenas do Brasil — enquanto seu marido, agente federal do Ibama, lidera perigosas operações contra garimpeiros ilegais. Ao mesmo tempo em que Juma enfrenta o poder político, ameaças crescentes e a iminente maternidade, ela se vê forçada a lidar com o custo pessoal da resistência. Uma poderosa história sobre soberania indígena, amor e a luta urgente para proteger o planeta que chamamos de lar.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Yanuni
Direção: Richard Ladkani
Roteiro: Richard Ladkani
Gênero: Documentário
Duração: 1h52min
Ano: 2025
Classificação: 12 anos
Elenco: Juma Xipaia, Hugo Loss, Tuppak Tawary Xipaia, Yanuni Xipaia Loss
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O projeto Cine Paredão promove, nesta quinta-feira, dia 30 de abril, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Quase Deserto (2025) dirigido por José Eduardo Belmonte e roteirizado por José Eduardo Belmonte, Carlos Marcelo e Pablo Stoll, em uma exibição marcada para às 19h00, no Bosque ou Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Em uma Detroit pós-pandêmica, esvaziada e dividida durante a eleição entre Trump e Biden e com uma severa política anti-imigração, dois latinos sem documentos se veem envolvidos em um crime e, sem querer, resgatam a única testemunha: uma mulher com uma síndrome rara que lhe dá olhos infantis, dificuldades de socialização e uma percepção além do comum – ela enxerga o que ninguém mais vê. Agora, essa tríade improvável protagoniza sua própria aventura, onde redenção, traição e ironia se entrelaçam em meio aos escombros de uma cidade que esconde segredos sujos sob o disfarce de reconstrução.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Quase Deserto
Direção: José Eduardo Belmonte
Roteiro: José Eduardo Belmonte, Carlos Marcelo, Pablo Stoll
Gênero: Drama, Thriller
Duração: 1h46min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Angela Sarafyan, Vinícius De Oliveira, Daniel Hendler, Alessandra Negrini, Virgínia Lombardo, Deborah Chenault-Green, Thais Gulin, Matthew Lolar-Johnson, Patrick Webb
A
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, na próxima terça-feira, dia 5 de maio, uma sessão especial do cineclube Cinecittà UFSC em homenagem ao Dia das Mães. O evento, intitulado Cinecittà UFSC exibe Figlia Mia em sessão especial do Dia das Mães, ocorre das 19h às 21h30, na Sala de Projeção do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), localizada no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). A sessão é gratuit, aberta ao público e não requer inscrição prévia.
A obra acompanha a história de Vittoria, uma menina de dez anos que descobre ter duas mães: Tina, que a criou, e Angélica, sua mãe biológica. Ambientado na Sardenha, o longa aborda temas como maternidade, identidade e pertencimento sob a perspectiva da infância, com sensibilidade e profundidade. Premiado em festivais internacionais, incluindo o Festival de Berlim, o filme integra o ciclo cinema è donna, que propõe uma reflexão sobre a experiência feminina no cinema italiano contemporâneo. A programação teve início em abril com Corpo Celeste, de Alice Rohrwacher, e busca destacar narrativas dirigidas por mulheres e centradas em vivências femininas.
Mais informações podem ser acompanhadas no perfil oficial do projeto no Instagram: @cinecitta.ufsc
O livro ‘Am
or e Dor’ será lançado na quarta-feira, 6 de maio, às 19h, na Igrejinha da UFSC. A obra é organizada por Maria de Lourdes Borges, professora do Departamento de Filosofia; e por Evânia Reich, psicanalista e doutora em Filosofia.
O livro reúne textos, escritos por profissionais de diversas áreas como filósofos, psicanalistas, professora de cinema e assistente social, que investigam a relação entre amor e dor.
Cada capítulo pretende explorar a necessidade, ou não, do amor estar ao lado da dor. Cada autora ou autor procura dar uma resposta às questões: A dor faz parte da essência do amor? É possível experenciar um amor sem dor?
O evento é gratuito, aberto ao público e conta com uma sessão de autógrafos das autoras.
O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 08 de maio, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme L’Étranger (2025) dirigido por François Ozon e roteirizado por François Ozon e Albert Camus em uma exibição marcada para às 19h00, no Bosque ou Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
O filme acompanha Meursault (Benjamin Voisin), um francês que leva uma vida aparentemente banal na Argélia dos anos 1930. Distante das convenções sociais e incapaz de expressar emoções da forma esperada pelos outros, ele vê sua rotina ser interrompida pela morte da mãe e por um encontro trágico em uma praia ensolarada. O episódio desencadeia um julgamento em que não apenas o crime é analisado, mas também a personalidade e a postura de Meursault diante do mundo. Baseado no clássico romance de Albert Camus.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
L’Étranger | O Estrangeiro
Direção: François Ozon
Roteiro: François Ozon, Albert Camus
Gênero: Drama, Romance
Duração: 2h03min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Benjamin Voisin, Rebecca Marder, Denis Lavant, Christophe Malavoy, Jean-Benoît Ugeux, Abderrahmane Dehkani, Jean-Charles Clichet, Mireille Perrier, Pierre Lottin
Nesta sexta-feira, 8 de maio, o CineBuñuel exibe o documentário colombiano Picó, la máquina musical del Caribe. A sessão será às 19h, na Sala de Projeção do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), no primeiro andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Com áudio original em espanhol e legendas em português, a exibição é aberta ao público e a entrada é franca.
O Picó é um sistema de som artesanal reconhecido como uma manifestação da cultura urbana, popular e contemporânea da costa caribenha da Colômbia, que tem exercido uma influência significativa na música tropical ao longo de aproximadamente cinco décadas. Um picó é um sistema de som de grande porte, que funciona como uma espécie de discoteca móvel que reúne grandes multidões nas ruas de bairros populares de Barranquilla, Cartagena e regiões próximas. Ali, tanto jovens quanto adultos dançam intensamente ao ritmo da champeta e de outros estilos musicais. Quem comanda a noite é o proprietário do picó, conhecido como picotero.
O CineBuñuel é um projeto de extensão da UFSC, que tem por objetivo difundir o cinema latino-americano e espanhol, abrindo espaço para debates relacionados com a língua, a cultura e a história dessas regiões. Nesse semestre, exibiremos o Ciclo ¡Qué viva la música! 2, uma seleção de filmes que abordam a cena musical do continente.

Espetáculo “Hassis – Ainda há tempo…”. Fotos: Deiviane Velho
Abrindo as comemorações dos 100 anos de Hassis, o espetáculo Hassis – Ainda há tempo…, da Companhia de Dança UFSC, convida o público a uma imersão coreográfica no universo poético do artista catarinense. A apresentação acontece no Teatro Álvaro de Carvalho, no dia 08 de maio, sexta-feira, às 19h30. Os ingressos são gratuitos e limitados, podem ser retirados no site Pensanoevento. A classificação é livre.
Hassis (1926–2001), nome artístico de Hiedy de Assis Corrêa, é um dos maiores nomes das artes visuais de Santa Catarina, com uma produção marcada por traços expressivos, narrativas visuais intensas e uma profunda conexão com o cotidiano, a cultura e as questões sociais.
O centenário de nascimento do artista plástico será celebrado ao longo de 2026 com uma série de homenagens e ações culturais em Florianópolis, cidade que marcou profundamente sua trajetória e
inspirou grande parte de sua obra.
A programação comemorativa, impulsionada pela Fundação Hassis, reforça a relevância do artista para a cultura catarinense, destacando seu olhar sensível sobre o cotidiano, a cultura popular e as questões sociais.
>> Espetáculo Hassis – Ainda há tempo…
Inspirada nas obras de Hassis, a montagem é estruturada em dois atos. O primeiro retrata o cotidiano de Florianópolis, traduzindo em movimento o olhar atento do artista sobre a vida urbana e suas sutilezas. Já o segundo aprofunda questões sociais presentes em sua produção, como a desigualdade, evidenciando a dimensão crítica de seu trabalho.
Reconhecido por seus traços expressivos e narrativas visuais marcantes, Hassis construiu uma obra profundamente conectada ao seu tempo. Essa essência é transposta para a cena em uma proposta que transita entre observações delicadas do dia a dia e criações de forte impacto político, propondo reflexões sobre tempo, memória e a permanência da arte.
O espetáculo teve uma apresentação prévia em dezembro de 2025, em comemoração aos 65 anos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realizada no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade. Agora, retorna como marco inaugural das celebrações do centenário, reafirmando a atualidade e a força de seu legado
>> Companhia de Dança UFSC
A Companhia é um projeto de extensão da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). O grupo trabalha com a modalidade de dança jazz, possibilitando a experimentação de diferentes técnicas corporais.
O projeto realiza aulas, ensaios e criações coreográficas para apresentações dentro e fora da Universidade. As atividades presenciais acontecem às terças e sextas-feiras, complementadas por encontros remotos voltados ao aprofundamento teórico-prático e ao estudo individual dos movimentos.
>> Serviço
O quê: Espetáculo Hassis – Ainda há tempo…
Quando: 08/05/2026 | sexta-feira | 19h30
Onde: Teatro Álvaro de Carvalho – TAC | R. Mal. Guilherme, 26 – Centro, Florianópolis – SC
Quanto: Ingressos gratuitos e limitados – Pensanoevento
Classificação: Livre
Informações: @fundacaohassis | Fone/WhatsApp (48) 98812 1036
Texto: Divulgação SeCArtE/UFSC, com informações da organização do evento e Elerson Mario
Nesta sexta-feira, 8 de maio, às 20h30, o Teatro Carmen Fossari recebe a apresentação da pianista, cantora e compositora Julia Piedade. O concerto marca o encerramento da etapa brasileira da turnê internacional 2026 da artista e também um retorno simbólico às suas origens em Florianópolis.
Egressa do Colégio de Aplicação da UFSC, onde estudou durante todo o ensino fundamental e médio, Julia volta ao espaço que faz parte de sua trajetória artística e pessoal. Há 16 anos vivendo na França, a artista desenvolve um trabalho que mistura música brasileira, jazz e elementos da escrita sonora pop contemporânea.
O repertório do show reúne composições do álbum Chimères, lançado em 2024, além de músicas inéditas que integram seu próximo projeto autoral. A apresentação propõe uma experiência marcada por sonoridades experimentais e pela mistura de diferentes influências musicais.
No palco, Julia será acompanhada pelos músicos Trovão Rocha, no baixo, e Rafael Nogueira, na bateria.
Os ingressos estão disponíveis para o público em geral neste link, e estudantes da UFSC têm direito a desconto no momento da compra. O show promete um encontro de intensidade, escuta e emoção, celebrando o retorno da artista à cidade onde iniciou sua trajetória.
>> Serviço
O quê: Concerto de Julia Piedade
Quando: 08/05/2026 | sexta-feira | 20h30
Onde: Teatro Carmen Fossari | Rua Desembargador Vítor Lima, n. 117 – Trindade, Florianópolis – SC
Quanto: A partir de R$25,00 – Ingressos neste link
Informações: Site | Instagram| 
O projeto CineMeridianum realiza, no dia 11 de maio, às 14h, mais uma edição de suas sessões de cinema e debate no Auditório do Bloco E do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A atividade é gratuita, aberta a estudantes em geral e contará com emissão de certificado de 4 horas. Organizado pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais (Meridianum), como parte do projeto de extensão Meridianum Complexus, o evento é orientado e coordenado pela professora Aline Dias da Silveira, do Departamento de História da UFSC.
Nesta edição, será exibido o filme O Labirinto do Fauno, do diretor Guillermo del Toro. A obra, ambientada na Espanha de 1944 no período pós-Guerra Civil Espanhola, acompanha a trajetória da jovem Ofélia, que descobre um misterioso labirinto e encontra um fauno que a conduz por três perigosas provas para comprovar sua verdadeira identidade como princesa encantada. Após a exibição do longa-metragem, o público poderá participar de uma roda de debate sobre os temas abordados no filme. O encontro contará ainda com a participação da pesquisadora e professora do Departamento de História Soraia Carolina de Mello.
Não é necessário realizar inscrição prévia para participar do evento.
Mais informações podem ser acompanhadas pelo perfil do meridianum.ufsc
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
Maria Esmênia
Portfólio: mariaesmenia.art
Instagram: @esmeniaribeiro_aquarelas
WhatsApp: 48 99101-0417
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
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A 4ª edição da Simultânea de Xadrez na Feirinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o Mestre Nacional de Xadrez (MN) Gustavo Kayser, atleta premiado será realizada no dia 13 de maio, meio-dia, no Varandão do Centro de Cultura Eventos da UFSC, no campus Trindade. O evento é gratuito e as inscrições serão feitas na hora por ordem de chegada.
Kayser é estudante de Sistemas de Informação na UFSC e joga xadrez desde os 13 anos. Em 2024, o atleta conquistou o título de Mestre Nacional pela Confederação Brasileira de Xadrez (CBX). É campeão catarinense na categoria sub-18 (2024), vice-campeão catarinense na categoria sub-20 (2025) e tem 13 medalhas nos Joguinhos Abertos de Santa Catarina (2022-2025).
Kayser representou a UFSC nos Jogos Universitários Catarinenses (JUCs) em 2025, conquistando o ouro na modalidade individual masculina e prata por equipe, também participou em Natal dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs).
O Xadrez Aberto da UFSC é um projeto de esporte e lazer universitário de caráter cultural e educativo que tem por objetivo estruturar espaços e tempos para a tematização do xadrez, como jogo e esporte, em suas dimensões técnica, conceitual, estética e ética, usufruindo, ampliando e complexificando as relações estabelecidas com essa prática da cultura corporal no âmbito da educação e do lazer da comunidade universitária da UFSC.
Apoiada pelo Departamento de Esporte Cultura e Lazer (DECL), as ações do projeto acontecem semanalmente em local específico (Sala de Xadrez) no Centro de Desportos (CDS) da UFSC, bem como por meio da promoção de eventos e atividades de caráter interdisciplinar, como torneios, simultâneas, exposições, aulas abertas, oficinas e palestras. Mais informações sobre os horários das atividades aqui.
O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
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O espaço Rampa Cultural da Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (BU/UFSC) recebe, até 29 de maio, a Exposição “Os Objetos têm o Poder de Contar Histórias”, da artista Maria Esmênia. Na linha de pesquisa desenvolvida pela artista sobre origens e memórias, os objetos são zelados com carinho e um certo sentido de posse. Para a artista, a qualidade de suas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quer recolher e abrigar em seu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Quando compartilhados, no entanto, esses objetos contam histórias sobre sua importância.
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
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O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 15 de maio, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Den Sidste Viking (2025) dirigido e roteirizado por Anders Thomas Jensen em uma exibição marcada para às 19h00, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Após cumprir quatorze anos de prisão por roubo, Anker (Nikolaj Lie Kaas) é enfim libertado e reencontra seu irmão Manfred (Mads Mikkelsen), que apresenta um quadro de saúde mental que requer cuidados e é o único que sabe onde o dinheiro roubado está escondido, mas esqueceu a localização. Assim, os dois embarcam em uma jornada para recuperar o dinheiro e confrontar suas verdadeiras identidades.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Den Sidste Viking | O Último Viking
Direção: Anders Thomas Jensen
Roteiro: Anders Thomas Jensen
Gênero: Comédia, Thriller
Duração: 1h51min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Mads Mikkelsen, Nikolaj Lie Kaas, Anette Støvelbæk, Bodil Jørgensen, Kardo Razzazi, Lars Brygmann, Lars Ranthe, Lila Nobel, Nicolas Bro, Rikke Louise Andersson
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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
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Exibição do documentário “Cheiro de Diesel” (2025) dirigido por Natasha Neri e Gizele Martins. Vencedor do Prêmio Especial do Júri e do prêmio de Melhor Documentário pelo Voto Popular no Festival do Rio em 2025, o filme registra os traumas deixados pela ocupação de favelas e morros do Rio de Janeiro pelas Forças Armadas, a partir de decretos presidenciais de Garantia da Lei e da Ordem (GLOs). Com vozes de dentro das comunidades, ele documenta a luta por justiça e reparação de vítimas de violações de direitos humanos.
Após a exibição do filme haverá um debate com Flavia Medeiros (antropóloga, professora e coordenadora da Lupa/UFSC), Juliana Farias (antropóloga e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeio), Rodrigo Barbosa (jornalista e co-fundador do Desterro) e Rosiane Santos (irmã da vítima).
O evento é gratuito, aberto a todas as pessoas e terá certificado de participação (3 horas).
Mesmo com a gratuidade, é necessário realizar inscrições, até o dia 19 de maio. Link para inscrições,
O Cineclube Cinecittà, do curso de Letras Italiano da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) promove a exibição do filme Le Meraviglie (2014), na terça-feira, 19 de maio, às 19h, na Sala de Projeções do Laboratório de Estudos de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE/UFSC).
Coordenado pela professora Karine Simoni, com curadoria de Sofia Fernandes Campos, o projeto é dedicado à difusão do cinema italiano, à pesquisa do cinema de autoras contemporâneas e à promoção de debates sobre cinema, arte e cultura.A entrada é gratuita e será emitido certificado de participação ao final das sessões do ciclo para quem esteve presente em pelo menos 75% das sessões.
O filme Le Meraviglie, que conquistou o prêmio do Festival de Cannes em 2014, conta a história de uma família de apicultores que vive isolada no interior da Itália vê sua rotina transformada pela chegada de um reality show que promete revelar as maravilhas do campo italiano.
Mais informações no Instagram do projeto.
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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
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Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa dos grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
A exposição é uma realização da BU da UFSC, por meio do programa de exposições, e integra a agenda cultural aberta à comunidade.
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