Agenda Cultural
O projeto Cine Paredão exibe, nesta sexta-feira, 27 de março, o premido Arco de Ugo Bienvenu, em evento gratuito, a partir das 19h30, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.
Em 2075, a jovem Iris (Margot Ringard Oldra) vê cair do céu um misterioso rapaz vestido com um traje colorido, vindo de um futuro distante, onde a viagem no tempo é uma realidade. Determinada a ajudá-lo a regressar ao seu tempo, acolhe Arco (Oscar Tresanini) em segredo e inicia com ele uma aventura que desafia a interação entre humanidade, tecnologia e o lugar da natureza num mundo dominado por máquinas. Conforme buscam um caminho de volta para o futuro, Arco e Iris descobrem um laço profundo que os obriga a escolher entre alterar o curso do tempo ou aceitar que alguns encontros existem apenas para nos ensinar a evoluir.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e com exibições no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). Sempre conta com o apoio logístico destes, assim como da Secretaria de Arte e Cultura (SeCArte) da UFSC. Há 17 anos promovemos a exibição de filmes ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos da universidade.
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Direção: Ugo Bienvenu
Roteiro: Ugo Bienvenu, Félix de Givry
Gênero: Animação, Aventura
Duração: 1h28min
Ano: 2025
Classificação: 10 anos
Elenco: Margot Ringard Oldra, Oscar Tresanini, Swann Arlaud, Alma Jodorowsky, Vincent Macaigne, Louis Garrel, William Lebghil
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O projeto Cine Paredão apresenta O Silêncio das Ostras, filme de Marcos Pimentel, nesta quinta-feira, 2 de abril, às 19h, no Bosque ou Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. O evento é gratuito.
Em um cenário onde o silêncio guarda mais do que segredos, o filme revela a jornada de personagens imersos em mistérios e conflitos internos. A trama se desenrola em três tempos, explorando as camadas ocultas das relações humanas, enquanto o silêncio se torna a chave para desvendar verdades que ninguém quer ouvir.
Kaylane (Bárbara Colen) é a caçula da família e tem mais quatro irmãos, que diante dos dramas familiares, principalmente os que envolvem sua mãe, vê os sonhos da comunidade à sua volta sucumbirem aos caprichos das atividades mineradoras e das condições insalubres de trabalho. Instigada por sua imaginação, criatividade e curiosidade, ela nutre uma sensibilidade e gosto pela vida que ultrapassa o mero instinto de sobrevivência, insistindo em resistir.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
O Silêncio das Ostras
Direção: Marcos Pimentel
Roteiro: Marcos Pimentel
Gênero: Drama, Thriller
Duração: 2h07min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Bárbara Colen, Lavínia Castelari, Sinara Teles, Adyr Assumpção, Lucas Oranmian, João Filho, Kaio Santos, Daniel Victor, Israel Xavier, Ryan Talles, Carlos Morelli
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O Igrejinha Musical apresenta no dia 8 de abril, quarta-feira, às 19h, na Igrejinha da UFSC, recital com o violonista Max Tavares. O evento é gratuito e aberto a comunidade, com entrada liberada por ordem de chegada.
Max Tavares é violonista, bacharelando em música pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). Atua como músico intérprete, concertista e professor privado de música, e desenvolve trabalhos como solista e acompanhador. Fez parte do grupo Concertinho Floripa, no qual realizou diversos concertos gratuitos pela cidade de Florianópolis. Foi finalista no Concurso Maurício de Oliveira (ES) de 2024 e premiado no concurso internacional Violão&Violão (Portugal). Também foi selecionado como bolsista dos festivais FEMUSC, Oficina de Curitiba e FEMUSIK, último no qual foi selecionado como aluno recitalista.
Durante sua trajetória, teve masterclasses com nomes como Marco Pereira, Fábio Zanon, Giovanni Acaddìa, Victor Villadangos, Tom Patterson, entre outros. Apresentou-se em diversos palcos da região sul do país, tanto como solista quanto camerista, integrando variadas formações de música de câmara e ensamble de violões. Sob orientação de Luiz Mantovani, desenvolveu um repertório que abrange diversos períodos da música clássica europeia e da música popular brasileira, como solista e camerista. Atualmente, segue desenvolvendo trabalhos na área da música instrumental, bem como na música popular como violonista da banda de forró Flor de Bergamota.
>> Programa
Seleção Suíte BWV 996 – J. S. Bach
Seleção Bardenklänge – J. K. Mertz
La Catedral – A. Barrios
Chororô – V. de Andrade
Sonatina – F. M. Torroba
Seleção de estudos – H. Villa-Lobos
>> Igrejinha Musical
O Igrejinha Musical é uma ação do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Idealizado em julho de 2022, o projeto tem como objetivo incentivar e valorizar a música instrumental e autoral no espaço da Igrejinha da UFSC, ampliando o acesso e a difusão da cultura musical para toda a comunidade.
Durante o período letivo da Universidade, o Igrejinha Musical apresenta atrações culturais gratuitas. As apresentações ficam disponíveis no canal do YouTube do DAC. Para mais informações, acesse o site do DAC.
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
O projeto Cine Paredão apresenta O Último Azul (2025), dirigido e roteirizado por Gabriel Mascaro, nesta sexta-feira, 10 de abril, às 19h30, no Bosque ou Auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. O evento é gratuito.
Com duração de 1h25min e classificação indicativa de 14 anos, o longa mistura aventura e ficção científica para contar a história de Tereza, personagem vivida por Denise Weinberg. Aos 77 anos, ela vive em uma cidade industrializada na Amazônia e recebe uma convocação oficial do governo para se mudar para uma colônia habitacional compulsória destinada a idosos, uma política que busca liberar os mais jovens para a produtividade, sem responsabilidades com os mais velhos.
Antes de aceitar o destino imposto, Tereza decide embarcar em uma jornada pelos rios amazônicos para realizar um último desejo, uma travessia que pode transformar completamente seu futuro. O elenco conta ainda com nomes como Rodrigo Santoro, Adanilo Reis, Clarissa Pinheiro e Diego Bauer.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
O Último Azul
Direção: Gabriel Mascaro
Roteiro: Gabriel Mascaro
Gênero: Aventura, Ficção Científica
Duração: 1h25min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Denise Weinberg, Rodrigo Santoro, Adanilo Reis, Clarissa Pinheiro, Diego Bauer, Dimas Mendonça, Isabela Catão, Jôce Mendes, Karol Medeiros
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
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De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
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De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
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De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
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De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
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De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
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