Agenda Cultural
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube Cinecittà, projeto de extensão vinculado ao curso de Letras Italiano da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresenta na próxima terça-feira, 16 de junho, às 19h, a exibição gratuita do filme Lazzaro Felice (2018), da diretora italiana Alice Rohrwacher. A sessão será realizada na Sala de Projeção do LEC, localizada no CCE, Bloco D, e é aberta à comunidade universitária e ao público externo, sem necessidade de inscrição prévia.
Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes de 2018, o longa-metragem acompanha a trajetória de Lazzaro, um jovem camponês de bondade extraordinária que vive em uma comunidade rural isolada, submetida à exploração por uma família aristocrática. A partir de uma transformação inesperada em sua realidade, a narrativa atravessa o tempo e o espaço para construir uma fábula moral sobre inocência, desigualdade social e os impactos da modernidade.
Em Lazzaro Felice, Alice Rohrwacher aprofunda elementos recorrentes de sua filmografia, como o realismo mágico, a valorização do universo rural italiano e a atenção aos corpos e gestos como formas de pertencimento e exclusão. A figura de Lazzaro, marcada pela pureza e pela resistência à corrupção do tempo, dialoga com tradições hagiográficas e contos populares, conferindo ao filme uma dimensão simultaneamente histórica e atemporal.
A atividade integra o ciclo Cinema è Donna 2026, que investiga o olhar feminino no cinema italiano contemporâneo. Esta será a penúltima sessão da programação. Após a exibição, haverá uma conversa aberta com os participantes para debate e troca de impressões sobre a obra. O Cineclube Cinecittà é organizado pelo curso de Letras Italiano da UFSC, com curadoria de Sofia Fernandes Campos e orientação da professora Karine Simoni. O projeto conta com o apoio do Secarte e do LEC . Os participantes que obtiverem frequência superior a 75% das sessões ao longo do ciclo terão direito a certificado de participação ao final da programação.
Mais informações no perfil oficial do projeto no Instagram: Cineclube Cinecittà
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
No dia 17 de junho, quarta-feira, às 20h, a Igrejinha da UFSC recebe o Programa de Extensão Ponteio com o concerto do violonista Marcus Llerena. Em seus recitais, o músico costuma reunir obras que transitam do século XII aos dias atuais, demonstrando sua versatilidade e dinamismo artístico. O evento é gratuito e aberto para toda comunidade.
Marcus Llerena é formado com o título de Mestre pela Université Musicale Internationale de Paris, tem 24 CD´s gravados, solo e com diversas formações camerísticas. Hoje, Marcus é um expoente do violão clássico no Brasil e exterior, e foi considerado pela revista inglesa Classical Guitar como “… um dos pilares da música moderna brasileira para violão, tanto por suas gravações como a inclusão em seus programas de obras de compositores brasileiros ainda inéditas do público apreciador…”.
Em 1995, pelo selo Velas fez a primeira gravação da íntegra dos 10 Estudos para Violão de Radamés Gnattali. Em 2002 após realizar turnê pela China, Llerena mudou-se para Joinville – SC onde ocupou o cargo de Coordenador de Música da Fundação Cultural de Joinville (2002-2004). Em 2011, promoveu a primeira edição dos “Encontros Musicais em Joinville” em homenagem ao celebrado compositor Arthur Verocai. Casado com a soprano e pianista Rose Seiler, juntos realizaram, entre 2005 e 2014, cinco turnês de concertos à Europa fazendo conhecer ao público conhecedor a riqueza das canções brasileiras através de suas transcrições.
O Programa de Extensão Ponteio – Violão na Udesc (Universidade Estadual de Santa Catarina), visa fomentar a arte do violão, promovendo a performance solista e em grupo, o ensino, a atualização profissional e a pesquisa acadêmica. O programa atua em colaboração com professores e alunos do curso de Bacharelado em Violão da Udesc, estabelecendo parcerias com instituições locais e internacionais para oferecer à comunidade de Florianópolis um panorama da produção violonística contemporânea.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cine Paredão apresenta na sexta-feira, 19 de junho, uma sessão gratuita do filme O Riso e a Faca (2025), dirigido pelo cineasta Pedro Pinho. A exibição acontece às 17h45, no Centro de Convivência da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Sérgio (Sérgio Coragem) é um engenheiro português que viaja até uma cidade da África Ocidental para realizar um relatório de impacto ambiental num projeto rodoviário que cortará o deserto e a selva da região. Quando chega na metrópole, Sérgio desenvolve um relacionamento íntimo, mas conturbado, com dois habitantes locais, Diára (Cleo Diára) e Gui (Jonathan Guilherme). Esse laço frágil que o trio constrói é o único refúgio da solidão e das dinâmicas sociais neocoloniais que eles encaram nesta comunidade de expatriados. Inspirado livremente em uma canção homônima do compositor Tom Zé.
A sessão integra a programação do Cine Paredão, projeto de extensão vinculado ao Curso de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Há 18 anos, a iniciativa promove exibições gratuitas ao ar livre, incentivando o acesso à cultura, o pensamento crítico e a convivência da comunidade universitária em um dos espaços mais tradicionais do campus.
Mais informações: Instagram do Cine Paredão
>> Ficha técnica
Direção: Pedro Pinho
Roteiro: Pedro Pinho, Miguel Seabra Lopes, Luisa Homem
Gênero: Aventura, Drama
Duração: 3h32min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Sérgio Coragem, Cleo Diára, Jonathan Guilherme, Marcalina Djibril, Renato Sztutman, Jorge Biague, Bruno Zhu, Kody Mccree, Everton Dalman
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
Alunos das turmas de Atuação III e Encenação III do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), orientados pelo professor Fabrício Gastaldi, apresentam o espetáculo Mosaico de 10 almas: monólogos em cena, nos dias 22 e 29 de junho, às 19h e às 20h30, em sessão dupla, no Teatro Carmen Fossari, na UFSC. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
Ao todo, 10 monólogos serão apresentados ao público. Para organizar a série dramática, as apresentações foram divididas – seis monólogos ocorrerão no dia 22 de junho, às 19h e às 20h30; e outros quatro ocorrerão no dia 29 de junho, novamente em sessão dupla, às 19h e às 20h30. Para ver todos os monólogos produzidos, é preciso ir aos dois dias de evento em pelo menos uma das faixas de horário.
Alguns dos textos dos monólogos são de autoria dos próprios alunos de Atuação III, que ainda trabalharam com obras de Chico Buarque, Clarice Lispector, Marcelino Freire, entre outros. A partir da escolha dos textos, os colegas da turma de Encenação III criaram a concepção de cada monólogo e dirigiram atores e atrizes sob a orientação do professor Fabrício Gastaldi.
Temas como liberdade de expressão, violência contra mulher, machismo, luto, conflito conjugal, desemprego, direito ao corpo feminino aparecem nas montagens que ainda carregam parcelas de humor e do movimento absurdista. O espetáculo contém elementos que podem ser potencialmente desencadeadores (gatilhos) para algumas pessoas, como: luzes estroboscópicas, efeitos sonoros intensos, representações de violência contra a mulher, nudez parcial em cena, abordagem de saúde mental e sofrimento psíquico, situações de abuso, racismo, luto, linguagem adulta e palavrões.
>> Serviço
O que: Mosaico de 10 almas: monólogos em cena
Quando: 22/06/2026 | segunda-feira | 19h e 20h30 | (6 monólogos);
Classificação indicativa: 16 anos.
29/06/2026 | segunda-feira | 19h e 20h30 | (4 monólogos);
Classificação indicativa: 14 anos.
Onde: Teatro Carmen Fossari | Rua Desembargador Vitor Lima, n. 117 – Trindade – Florianópolis – SC;
Quanto: Entrada franca com retirada de ingressos meia hora antes de cada sessão.
Mais informações: aqui.
>> Ficha Técnica
Orientação: Fabrício Gastaldi
Elenco: Camila Franco, Cristiano Mariano, Cecília Guedes, Finnick Mateussi Leal, Jems, João Felipe, Larissa Fagundes, Samantha Sant’Ana, Thomé e Vinícius Villain.
Direção, Iluminação e Som: Elerson Mario, Line Tragibo, Luz Cidade e Mariana Bisco.
Duração aproximada de cada sessão: 1 hora.
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube Cinecittà, projeto de extensão vinculado ao curso de Letras Italiano da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresenta na próxima terça-feira, 23 de junho, às 19h, a exibição gratuita do filme La Chimera (2023), da cineasta italiana Alice Rohrwacher. A sessão será realizada na Sala de Projeção do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), localizada no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), e é aberta à comunidade universitária e ao público externo. Encerrando o ciclo de atividades do semestre, a sessão apresenta um dos filmes mais aclamados do cinema italiano contemporâneo.
Ambientado na Itália dos anos 1980, La Chimera acompanha Arthur, um arqueólogo inglês dotado de uma habilidade singular para localizar tesouros etruscos enterrados. Ao se unir a um grupo de tombaroli, saqueadores de sítios arqueológicos, o personagem mergulha em escavações clandestinas enquanto enfrenta as lembranças persistentes de um amor perdido. Entre mito, arqueologia e memória, o longa constrói uma reflexão sobre ausência, desejo e os vestígios que permanecem ocultos no tempo e nas pessoas.
Reconhecida como uma das principais realizadoras do cinema italiano da atualidade, Alice Rohrwacher mantém em La Chimera a estética poética que marca sua filmografia, articulando elementos do realismo rural a uma dimensão fabular e atemporal, presente também em obras como Le Meraviglie e Lazzaro Felice. Além do longa-metragem, a programação inclui a exibição do curta Le Fil Rouge, dirigido por Rohrwacher e lançado no mesmo ano. Filmado durante as gravações de La Chimera, o curta funciona como uma peça complementar ao universo narrativo do filme.
Após a sessão, será realizada uma conversa aberta com os participantes, proporcionando um espaço para debate e troca de impressões sobre as obras exibidas. O Cineclube Cinecittà é organizado por Sofia Fernandes Campos, com orientação da professora Karine Simoni, e conta com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) e do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC).
Os participantes com aproveitamento superior a 75% das sessões ao longo do ciclo terão direito a certificado de participação.
Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram @cinecitta.ufsc
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.

Exposição “Arte que Interroga”. Foto: Beatriz Perrone.
O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe a exposição Arte que Interroga do artista plástico Abba.
A mostra reúne obras de arte abstrata digital do artista Péricles Gandi do Valle (Abba), membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, a exposição apresenta trabalhos que exploram formas, cores e diferentes composições visuais, propondo ao visitante uma experiência de observação, interpretação e reflexão sobre a arte contemporânea.
A mostra permanece em cartaz até 24 de julho de 2026, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, localizado no piso térreo.
Contato com o artista: @artista_plastico_abba
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
A Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no dia 24 de junho, quarta-feira, às 10h, o evento A mediação e a formação do leitor, uma iniciativa voltada a professores, bibliotecários, contadores de histórias e ao público geral interessado em práticas de leitura e mediação literária. A classificação indicativa é livre.
A atividade contará com a presença do pesquisador, escritor e professor Felipe Munita, da Universidad Austral de Chile, que conduzirá uma conversa sobre os desafios e as possibilidades da mediação literária na formação de leitores em diferentes contextos educativos. O encontro também marca o lançamento do livro Eu, mediador(a): mediação e formação de leitores.
As inscrições gratuitas estão disponíveis até o dia 24 de junho por meio formulário eletrônico. Os participantes terão direito a certificado de 3 horas.
O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa em Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária (Literalise) e pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC (PPGE), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação e o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). A atividade conta ainda com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE).
Informações: elianedebus@hotmail.com
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.

Exposição “Arte que Interroga”. Foto: Beatriz Perrone.
O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe a exposição Arte que Interroga do artista plástico Abba.
A mostra reúne obras de arte abstrata digital do artista Péricles Gandi do Valle (Abba), membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, a exposição apresenta trabalhos que exploram formas, cores e diferentes composições visuais, propondo ao visitante uma experiência de observação, interpretação e reflexão sobre a arte contemporânea.
A mostra permanece em cartaz até 24 de julho de 2026, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, localizado no piso térreo.
Contato com o artista: @artista_plastico_abba
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.

Exposição “Arte que Interroga”. Foto: Beatriz Perrone.
O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe a exposição Arte que Interroga do artista plástico Abba.
A mostra reúne obras de arte abstrata digital do artista Péricles Gandi do Valle (Abba), membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, a exposição apresenta trabalhos que exploram formas, cores e diferentes composições visuais, propondo ao visitante uma experiência de observação, interpretação e reflexão sobre a arte contemporânea.
A mostra permanece em cartaz até 24 de julho de 2026, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, localizado no piso térreo.
Contato com o artista: @artista_plastico_abba
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Ciclo de cinema alemão Deutsches Kino, do Curso de Letras Alemão da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), realiza a exibição do filme O céu sobre Berlin, de Wim Wenders, no dia 26 de junho, às 19h, na sala de projeções do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC).
Coordenado pelo professor Daniel Martineschen, o ciclo apresenta mensalmente, na última sexta-feira do mês, filmes alemães com legendas em português. Para participar não precisa realizar inscrições.
O filme desta semana se passa na Berlim pós-guerra. Damiel (Bruno Ganz) e Cassiel (Otto Sander) são anjos que perambulam pela cidade. Invisíveis aos mortais, eles lêem seus pensamentos e tentam confortar a solidão e a depressão das almas que encontram. Entretanto, um dos anjos, ao se apaixonar por uma trapezista (Solveig Dommartin), deseja abrir mão de sua imortalidade para se tornar um humano e experimentar as dores e alegrias de cada dia.
Mais informações: @allemao_ufsc
O Cine Paredão apresenta na sexta-feira, 26 de junho, uma sessão gratuita do filme A Cronologia da Água – The Chronology of Water (2025), da cineasta Kristen Stewart. A exibição acontece às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com transferência para o auditório do centro em caso de condições climáticas desfavoráveis.
Lidia (Imogen Poots) é uma jovem que cresce marcada pelo abuso sexual do próprio pai na infância e adolescência. Na natação, ela encontra uma forma de sobreviver, mas seus sonhos atléticos são interrompidos, e ela se afunda em um ciclo de autossabotagem. Aos poucos, descobre na escrita um caminho para habitar o próprio corpo e transformar o trauma em possibilidade de existir. Um retrato intenso sobre trauma e coragem, entre memória e autobiografia. Adaptado do livro homônimo de Lidia Yuknavitch.
A sessão integra a programação do Cine Paredão, projeto de extensão vinculado ao Curso de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Há 18 anos, a iniciativa promove exibições gratuitas ao ar livre, incentivando o acesso à cultura, o pensamento crítico e a convivência da comunidade universitária em um dos espaços mais tradicionais do campus. A ação conta com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE).
Mais informações: Instagram do Cine Paredão
>> Ficha técnica
The Chronology of Water
A Cronologia da Água
Direção: Kristen Stewart
Roteiro: Kristen Stewart, Andy Mingo, Lidia Yuknavitch
Gênero: Drama, Biografia
Duração: 2h08min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Imogen Poots, Thora Birch, Jim Belushi, Tom Sturridge, Charlie Carrick, Jeremy Ang Jones, Kim Gordon
O Cine Paredão apresenta na sexta-feira, 26 de junho, uma sessão gratuita do filme A Cronologia da Água – The Chronology of Water (2025), da cineasta Kristen Stewart. A exibição acontece às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com transferência para o auditório do centro em caso de condições climáticas desfavoráveis.
Lidia (Imogen Poots) é uma jovem que cresce marcada pelo abuso sexual do próprio pai na infância e adolescência. Na natação, ela encontra uma forma de sobreviver, mas seus sonhos atléticos são interrompidos, e ela se afunda em um ciclo de autossabotagem. Aos poucos, descobre na escrita um caminho para habitar o próprio corpo e transformar o trauma em possibilidade de existir. Um retrato intenso sobre trauma e coragem, entre memória e autobiografia. Adaptado do livro homônimo de Lidia Yuknavitch.
A sessão integra a programação do Cine Paredão, projeto de extensão vinculado ao Curso de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Há 18 anos, a iniciativa promove exibições gratuitas ao ar livre, incentivando o acesso à cultura, o pensamento crítico e a convivência da comunidade universitária em um dos espaços mais tradicionais do campus. A ação conta com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE).
Mais informações: Instagram do Cine Paredão
>> Ficha técnica
The Chronology of Water
A Cronologia da Água
Direção: Kristen Stewart
Roteiro: Kristen Stewart, Andy Mingo, Lidia Yuknavitch
Gênero: Drama, Biografia
Duração: 2h08min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Imogen Poots, Thora Birch, Jim Belushi, Tom Sturridge, Charlie Carrick, Jeremy Ang Jones, Kim Gordon
A Ilha de Santa Catarina receberá, no dia 27 de junho, o projeto “Amanhecer em Floripa”, do músico catarinense Mateus Costa, que propõe um concerto inédito centrado no contrabaixo acústico e protagonizado por um artista cego. A partir das 10h da manhã, o público poderá assistir a concertos com contrabaixo solista, apresentações de dança e declamação de poesia, no jardim do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa. Reconhecido nacionalmente como o primeiro compositor cego a ter uma obra apresentada na XXV Bienal da Música Contemporânea Brasileira, no Rio de Janeiro, em 2023, Mateus reúne no projeto três peças autorais e aposta na acessibilidade e na integração entre música, dança e poesia para ampliar o acesso à música de concerto.
A partir da peça apresentada na Bienal, a “Estilho”, nasceram as outras duas peças que estão na programação: “Amanhecer” e “Na Arte dos Restos”. De acordo com Mateus, a ideia do evento surgiu justamente da necessidade de dar visibilidade e reconhecimento ao contrabaixo acústico como instrumento solista e expressivo dentro do universo da música de concerto. Além, é claro, de a ideia estar alinhada aos princípios de acessibilidade, inclusão e democratização do acesso à cultura.
Isso porque, além de o projeto contar com medidas de acessibilidade comunicacional, atitudinal e programática para pessoas com deficiência (PCD), a apresentação também valoriza as produções de artistas com deficiência, contribuindo com a valorização do trabalho artístico de PCDs. Durante a execução da obra “Amanhecer”, haverá a participação do grupo de dança Bengalantes da Associação de Integração do Cego – ACIC, formado por bailarinos cegos e com baixa visão, criando uma performance interdisciplinar.
Mateus afirma que a participação do grupo amplia o impacto simbólico da ação, transformando o concerto em um ato de escuta, corporeidade e presença. “A ideia é que a arte transcenda limites sensoriais e reafirme o direito de todos à experiência estética”, observa.
O evento contará, ainda, com a intervenção cultural da poetisa Fere Rocha e essa mistura de diferentes linguagens artísticas tem como objetivo aproximar a música de concerto da população. “Integrar esse estilo de música à paisagem urbana é, também, convidar o público a vivenciar a arte em sua dimensão inclusiva e transformadora”, afirma o músico.
O contrabaixo e a música de orquestra
Mateus explica que historicamente, o contrabaixo tem sido relegado ao papel de sustentação harmônica, raramente ocupando o centro das composições orquestrais. “Em Santa Catarina essa diminuição do instrumento fica ainda mais evidente. Afinal, a produção de obras dedicadas ao contrabaixo é praticamente inexistente”, observa.
Nesse contexto, seu trabalho torna-se um marco artístico e simbólico: um compositor catarinense cego que transformou o contrabaixo em protagonista, revelando sua potência sonora, poética e simbólica. Para além desse marco, o artista reforça sua trajetória em um exemplo concreto de como a arte pode ser instrumento de acessibilidade, emancipação e equidade cultural.
Vale lembrar, também, que as partituras das composições serão distribuídas para as faculdades de música de Santa Catarina. Conforme Mateus, “ao compartilhar as partituras estamos basicamente incentivando outros artistas a realizarem novas execuções destas composições”, explica. “Dessa forma contribuímos para o fortalecimento das redes musicais e educativas de Santa Catarina e na preservação e difusão do patrimônio musical catarinense contemporâneo”, diz.
Além da apresentação presencial e a distribuição gratuita das partituras digitais para orquestras catarinenses, o projeto prevê a captação audiovisual profissional das performances e a gravação em áudio de alta qualidade. Este material será editado e disponibilizado no canal do compositor no YouTube e na Rádio UDESC, com a previsão de alcançar as seis mesorregiões do Estado.
O projeto “Amanhecer em Floripa” é uma proposta cultural selecionada no Prêmio Elisabete Anderle de Estímulo à Cultura – Edição 2025, realizada com recursos do Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC). A realização é do Duo A Corda em Si com produção assinada pela MAF Economia Criativa.
>> Serviço
O quê: “Amanhecer em Floripa”
Quando: 27 de junho de 2027, às 10h
Onde: Jardim do Museu Histórico de Santa Catarina – Palácio Cruz e Sousa
Ingressos: gratuitos, basta chegar ao local
anto Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones Grande
As Fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones terão entrada gratuita neste domingo. A iniciativa visa ampliar o acesso ao patrimônio cultural e histórico da Ilha de Santa Catarina. As Fortalezas são administradas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a ação é promovida pela Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), vinculada à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE).
>> Dia de Gratuidade
No ultimo domingo do mês, entre os meses de abril a novembro, é realizado o Dia de Gratuidade. O horário de visitação é das 8h30 às 18h30 e o passeio é livre para todas as idades. Não são permitidos animais, exceto em casos de suporte emocional ou cães-guia com a devida identificação, laudo comprobatório da necessidade de acompanhamento e laudo de adestramento.
O transporte náutico não é gratuito. A Fortaleza de Santa Cruz está localizada na Ilha de Anhatomirim, e a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones fica na Ilha de Ratones Grande. A CFISC disponibiliza, em seu site, contatos de empresas que realizam o transporte náutico. Já a Fortaleza de São José da Ponta Grossa está situada na Praia do Forte, ao norte de Florianópolis, e pode ser acessada por via terrestre.
>> Serviço
O quê: Dia de Gratuidade – Fortalezas da UFSC
Quando: Domingo | 8h30 às 18h30
Onde: Fortaleza de São José da Ponta Grossa – localizada na Praia do Forte – Florianópolis – SC | Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim – localizada na ilha de Anhatomirim na Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Governador Celso Ramos – SC | Fortaleza de Santo Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones Grande – Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Florianópolis.
Quanto: Entrada franca
Informações: fortalezas.ufsc.br | fortalezas@contato.ufsc.br | 48 3721-8302
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.

Exposição “Arte que Interroga”. Foto: Beatriz Perrone.
O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe a exposição Arte que Interroga do artista plástico Abba.
A mostra reúne obras de arte abstrata digital do artista Péricles Gandi do Valle (Abba), membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, a exposição apresenta trabalhos que exploram formas, cores e diferentes composições visuais, propondo ao visitante uma experiência de observação, interpretação e reflexão sobre a arte contemporânea.
A mostra permanece em cartaz até 24 de julho de 2026, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, localizado no piso térreo.
Contato com o artista: @artista_plastico_abba








