Agenda Cultural
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
Nesta sexta-feira, 17 de abril, às 18h a Igrejinha da UFSC recebe mais uma edição da Roda de Choro UFSC. O evento é livre e gratuito com participação aberta, basta trazer um instrumento musical.
A iniciativa reúne músicos de diferentes idades, aproximando discentes, docentes e a comunidade externa em um evento gratuito e repleto de partilha de experiências artísticas. A Roda de Choro fortalece laços entre a comunidade interna e externa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e entre diferentes gerações.
O evento é uma realização do Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC).
>> Serviço
O quê: Roda de Choro UFSC
Quando: 17/04/2026 | sexta-feira | 18h
Onde: Igrejinha da UFSC | Rua Desembargador Vítor Lima, n. 117 – Trindade, Florianópolis – SC
Quanto: Evento gratuito e aberto para toda comunidade – participação aberta, basta trazer um instrumento musical
Informações: Departamento Artístico Cultural – dac.ufsc.br | Instagram | dac@contato.ufsc.br
O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 17 de abril, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Livros Restantes (2025) dirigido e roteirizado por Márcia Paraíso, em uma exibição marcada para às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Misturando drama e comédia, o longa tem duração de 1h45min e classificação indicativa de 14 anos. A trama acompanha Ana Catarina, personagem vivida por Denise Fraga, que, prestes a se mudar para Portugal, se depara com cinco livros que resistiram ao desapego. Carregados de memórias, dedicatórias, cheiros e marcas do tempo, os objetos a levam a revisitar o passado ao decidir devolvê-los a quem os presenteou. Os reencontros, alguns após duas décadas, despertam reflexões profundas sobre a própria trajetória e o processo de seguir em frente.
O elenco conta ainda com nomes como Adriano de Brito, Andréa Buzato, Augusto Madeira e Renato Turnes, entre outros. A entrada é gratuita e aberta à comunidade. Em caso de chuva, a sessão deve ocorrer no auditório do CFH.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Livros Restantes
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
A Editora da UFSC (EdUFSC) e o Departamento Artístico Cultural da UFSC (DAC) promovem, no dia 24 de abril, às 19h, na Igrejinha da UFSC, o evento Livro na praça – Imperialismo: um estudo.
A obra Imperialismo: um estudo, do economista britânico John Atkinson Hobson, foi publicada originalmente em 1902. É apontada por Lenin como a principal referência sobre o tema na literatura inglesa e apresenta uma análise pioneira sobre características centrais do imperialismo moderno.
“Imperialismo: um estudo era, segundo Lenin, a principal obra sobre o tema na literatura inglesa e exerceu enorme influência nas teorias do imperialismo de extração marxista, apesar da orientação fabiana de seu autor. De fato, quase todas as características do imperialismo moderno, que segue oprimindo e explorando os países da periferia capitalista, foram identificadas por Hobson ainda em 1902, a despeito da falta de rigor teórico, em muitos aspectos, desse luminoso livro. Imperialismo: um estudo é obra que permanece indispensável para compreender e transformar o mundo atual”, escreve o professor Nildo Ouriques, diretor da EdUFSC, no prefácio da obra.
O lançamento será no dia 24 de abril de 2026, às 19h, na Igrejinha da UFSC. O evento terá apresentação do professor Nildo Ouriques e participação de Afrânio Boppré, Julia Andrade, Luis Otávio Feltrin e Carlos Eduardo de Souza, além dos músicos convidados Vitor Vieira e Felipe Ferro. A entrada é franca, limitada à capacidade máxima do local. Mais informações: www.editora.ufsc.br
O projeto Cine Paredão promove, nesta sexta-feira, dia 24 de abril, mais uma sessão gratuita de cinema ao ar livre na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A programação traz o filme Sonhar Com Leões (2025) dirigido e roteirizado por Paolo Marinou-Blanco, em uma exibição marcada para às 19h30, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
Gilda (Denise Fraga) enxerga o fim da linha graças a um diagnóstico de câncer que lhe dá apenas mais um ano de vida. Conformada, ela sonha agora morrer com dignidade e sem dor. Após quatro tentativas de suicídio fracassadas, ela vai em busca de uma organização clandestina que auxilia seus clientes terminais a se suicidarem sem problemas em países onde a eutanásia é ilegal. Gilda embarca nessa jornada de palestras, workshops e aulas ao lado do jovem Amadeu, outro paciente sem perspectiva que antes foi funcionário de uma funerária. Juntos, os dois acabam tentando desmascarar o esquema da empresa enquanto buscam tomar o controle cada qual de sua própria situação.
>> Sobre o Cine Paredão
O Cine Paredão é um projeto de extensão do Curso de Cinema, vinculado ao Centro de Comunicação e Expressão (CCE), com exibições realizadas no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH). O projeto conta com o apoio logístico desses setores, bem como da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC). Há 17 anos o projeto promove sessões de cinema ao ar livre, fomentando o pensamento crítico e o convívio em um dos espaços mais simbólicos
Mais informações: @cineparedao
>> Ficha técnica
Sonhar Com Leões
Direção: Paolo Marinou-Blanco
Roteiro: Paolo Marinou-Blanco
Gênero: Comédia, Drama
Duração: 1h24min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Denise Fraga, João Nunes Monteiro, António Durães, Beto Coville, Felipe Rocha, Francisco Afonso Lopes, Isabel Simões, Joana Ribeiro, João Pedro Mamede, Roberto Bomtempo
anto Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones Grande
As Fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones terão entrada gratuita neste domingo. A iniciativa visa ampliar o acesso ao patrimônio cultural e histórico da Ilha de Santa Catarina. As Fortalezas são administradas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a ação é promovida pela Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), vinculada à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE).
>> Dia de Gratuidade
No ultimo domingo do mês, entre os meses de abril a novembro, é realizado o Dia de Gratuidade. O horário de visitação é das 8h30 às 18h30 e o passeio é livre para todas as idades. Não são permitidos animais, exceto em casos de suporte emocional ou cães-guia com a devida identificação, laudo comprobatório da necessidade de acompanhamento e laudo de adestramento.
O transporte náutico não é gratuito. A Fortaleza de Santa Cruz está localizada na Ilha de Anhatomirim, e a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones fica na Ilha de Ratones Grande. A CFISC disponibiliza, em seu site, contatos de empresas que realizam o transporte náutico. Já a Fortaleza de São José da Ponta Grossa está situada na Praia do Forte, ao norte de Florianópolis, e pode ser acessada por via terrestre.
>> Serviço
O quê: Dia de Gratuidade – Fortalezas da UFSC
Quando: Domingo | 8h30 às 18h30
Onde: Fortaleza de São José da Ponta Grossa – localizada na Praia do Forte – Florianópolis – SC | Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim – localizada na ilha de Anhatomirim na Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Governador Celso Ramos – SC | Fortaleza de Santo Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones Grande – Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Florianópolis.
Quanto: Entrada franca
Informações: fortalezas.ufsc.br | fortalezas@contato.ufsc.br | 48 3721-8302
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima
De 1 de abril até 29 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no espaço Rampa Cultural, a Exposição “Os Objetos tem o Poder de Contar Histórias” da artista Maria Esmênia.
>> Sobre a exposição
Na linha de pesquisa que desenvolvo sobre origens e memórias, os objetos, as coisas recolhidas são zeladas com carinho e um certo sentido de posse. A escolha de cada um, vem de uma fascinação que me alimenta e encanta, sendo que, a qualidade das minhas coleções não advém do valor tangível dos objetos e sim da busca por aquilo que quero recolher e abrigar no meu recanto mais secreto, sagrado, não compartilhado. Mas que quando compartilhados, contam histórias sobre a importância que este objeto carrega na minha poética.
>> Sobre a artista
Maria Esmênia, artista visual nascida em Lages (SC) e residente em Florianópolis (SC). Estuda e faz arte desde os anos 90 quando se aposentou como professora da UFSC. Aquarelista com variadas temáticas e experimentações, sensível às causas sociais, processos afetivos e mnemônicos. Suas obras são marcadas por diferentes experimentações, apresentando hibridismos que incluem instalações, desenhos, colagens, aquarelas, gravuras. Está vice-presidente da Associação Catarinense dos Artistas Plásticos-ACAP. Frequenta o Ateliê Alvéolo, participa doa grupos Urban Skethers/Fpolis e Baile Místico Udesc/CEART.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos Maria Esmênia: mariaesmenia.art | @esmeniaribeiro_aquarelas – WhatsApp: 48 99101-0417
De 1 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Expositivo Salão Circulação, a mostra “Olhar da Medusa” do artista Gavina e curadoria de Meg Roussenq.
A exposição apresenta dois momentos do meu percurso artístico. Na série Tramas (2024), a xilogravura é desconstruída em tiras que se reorganizam como urdume e trama. Esse gesto desloca a imagem original e cria um imaginário mutante da natureza — por mim gravada e, depois, fragmentada — revelando-se para mim visualmente as metáforas de transformação e deformação do meio ambiente sob a ação humana. A paisagem deixa de ser apenas representação para tornar-se matéria tensionada, entrelaçada e reconfigurada. Já em Olhar da Medusa (2025), a reflexão se volta para as questões urbanas contemporâneas da cidade de Florianópolis e seu entorno, especialmente os debates em torno do plano diretor e da aceleração da verticalização da cidade. Aqui, a natureza cede espaço ao concreto, e o “olhar da Medusa” surge como símbolo de um processo que petrifica paisagens, memórias e modos de vida, instaurando uma nova geografia marcada pela rigidez e pela substituição do orgânico pelo construído.
Curadoria: Meg Roussenq
Artista visual nascido em Bagé (RS) e residente em Florianópolis (SC), é formado em Licenciatura em Arte-Educação e Bacharelado em Artes Plásticas pela URCAMP. Especializou-se em Linguagem Plástica Contemporânea pela Udesc (2000). Desde 2017 dedica-se à técnica da xilogravura, iniciada no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. Integra a ACAP (Associação Catarinense de Artistas Plásticos) desde 2020 e, desde 2022, desenvolve acompanhamento artístico com Meg Roussenq. Participa regularmente de exposições coletivas e individuais em espaços culturais de Santa Catarina, com destaque para as séries Botânica e Tramas, apresentadas em mostras no CIC, Fundação Hassis, Fundação Cultural BADESC, Espaço Cultural BRDE, Galeria Berlin e Museu Victor Meirelles entre 2018 e 2026.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: gavina.art | @gavina.arte | 48 99922-9349
De 4 de abril até 30 abril de 2026 a Biblioteca Central recebe, no Espaço Janela da Arte, a mostra “AuMiautografias” da fotógrafa Rosane Lima.
Quem já teve um companheiro (a) de quatro patas sabe bem sobre o amor. Os bichos querem de nós o cuidado, o carinho e a liberdade de serem quem são. Em troca, se doam. Os cães com sua lealdade, os gatos com sua soberba independência. Cada um deles com suas singularidades, mas sempre prontos para o aconchego e a partilha amorosa da vida. Pessoas há que não dominam a capacidade de cuidar ou são premidos pela vida a se separar dos seus bichinhos. Por isso, tantos animais abandonados esperando um colo seguro, um gesto de amor. Cada um destes animaizinhos que te miram desde as fotos, te esperam. Querem teu toque, teu abraço, comida quentinha, água limpa. Estão no aguardo do cuidado, sem custos, sem transações comerciais. Porque não são coisas. São vidas à espera de uma casa, como todos nós. Encontre seu companheiro (a), seja casa. Adote!
A exposição “AuMiautografias” apresenta ao público histórias reais de cães e gatos que aguardam por adoção responsável, transformando trajetórias de vida em narrativas sensíveis e acessíveis. A proposta busca sensibilizar a comunidade para a causa da proteção animal, promovendo o encontro entre humanos e animais a partir do cuidado, da empatia e da responsabilidade. Realizada em parceria com a DIBEA e o Blog do Abraão, a exposição também atua como um canal direto de incentivo à adoção, ampliando a visibilidade de animais que muitas vezes permanecem invisibilizados. Ao ocupar o espaço expositivo com essas histórias, “AuMiautografias” reforça o papel das instituições culturais como mediadoras de causas sociais, aproximando arte, comunidade e ação concreta em prol do bem-estar animal.
Nascida em Porto Alegre em 1961, construiu sua trajetória como fotojornalista na mídia impressa catarinense. Entre seus projetos exposições, destacam-se Nossos Trabalhadores, que recebeu o prêmio regional do Ministério Público do Trabalho em 2014, e os livros Ensaios para a Liberdade, da Fundação Arco-íris, em Florianópolis, em 2002, Histórias Brasileiras de Cães e Histórias Brasileiras de Gatos publicados pela Maralto Edições em 2024.
Realização: BU/UFSC Exposições
Conatos: WhatsApp: (48) 9616-2367 | @rosanetalayerdelima







