Agenda Cultural

set
27
dom
Dia de Gratuidade | Fortalezas da UFSC
set 27@8:30 – 18:30

anto Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones GrandeAs Fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz de Anhatomirim e Santo Antônio de Ratones terão entrada gratuita neste domingo. A iniciativa visa ampliar o acesso ao patrimônio cultural e histórico da Ilha de Santa Catarina. As Fortalezas são administradas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a ação é promovida pela Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), vinculada à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE).

>> Dia de Gratuidade

No ultimo domingo do mês, entre os meses de abril a novembro, é realizado o Dia de Gratuidade. O horário de visitação é das 8h30 às 18h30 e o passeio é livre para todas as idades. Não são permitidos animais, exceto em casos de suporte emocional ou cães-guia com a devida identificação, laudo comprobatório da necessidade de acompanhamento e laudo de adestramento.

O transporte náutico não é gratuito. A Fortaleza de Santa Cruz está localizada na Ilha de Anhatomirim, e a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones fica na Ilha de Ratones Grande. A CFISC disponibiliza, em seu site, contatos de empresas que realizam o transporte náutico. Já a Fortaleza de São José da Ponta Grossa está situada na Praia do Forte, ao norte de Florianópolis, e pode ser acessada por via terrestre.

>> Serviço

O quê: Dia de Gratuidade – Fortalezas da UFSC
Quando: Domingo | 8h30 às 18h30
Onde: Fortaleza de São José da Ponta Grossa – localizada na Praia do Forte – Florianópolis – SC | Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim – localizada na ilha de Anhatomirim na Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Governador Celso Ramos – SC | Fortaleza de Santo Antônio de Ratones – localizada na ilha de Ratones Grande – Baía Norte da Ilha de Santa Catarina – Florianópolis.
Quanto: Entrada franca
Informações: fortalezas.ufsc.br | fortalezas@contato.ufsc.br | 48 3721-8302

set
28
seg
Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
set 28@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

set
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ter
Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
set 29@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

Cineclube Lumière | “Grisbi, ouro maldito” @Sala de projeção LEC | Bloco D | Centro de Comunicação e Expressão - CCE
set 29@19:00

O cineclube Lumière retoma suas atividades na terça-feira, 29 de setembro, com o filme Grisbi, ouro maldito (Touchez pas au grisbi, 1954), dirigido por Jacques Becker. A exibição tem início às 19h, na sala de projeção LEC, no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). A atividade é gratuita e aberta a toda a comunidade.

Baseado no livro homônimo de Albert Simonin, Grisbi, ouro maldito conta com Jean Gabin e Jeanne Moreau no elenco e obteve grande sucesso de público e crítica, destacando-se entre os clássicos do cinema noir da década de 1950.

O filme conta a história de Max (Jean Gabin), um velho gangster parisiense, popular com as mulheres e respeitado entre criminosos por sua decência. Pronto para se aposentar, Max e seu parceiro Ritton cometem um último grande roubo que deixará Max com a vida feita. Porém, antes que Max consiga se livrar do ouro que roubaram, Ritton é feito refém por uma gangue rival. Max deverá escolher entre a lealdade ao seu amigo ou ao dinheiro, sujando suas mãos uma última vez antes de se retirar do mundo do crime.

O filme é legendado em português e tem classificação indicativa de 16 anos. Após a sessão, haverá um bate-papo, e os participantes terão direito a certificado.

Mais informações no Instagram @cine_club_lumiere.

set
30
qua
Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
set 30@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

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Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 1@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 1@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 1@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

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Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 2@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 2@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 2@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

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seg
Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 5@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 5@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 5@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho @Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis, Bloco B, CCE
out 5@8:00 – 18:00

O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.

Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.

Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.

out
6
ter
Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 6@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 6@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 6@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho @Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis, Bloco B, CCE
out 6@8:00 – 18:00

O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.

Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.

Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.

out
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Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 7@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 7@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 7@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho @Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis, Bloco B, CCE
out 7@8:00 – 18:00

O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.

Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.

Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.

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Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 8@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 8@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 8@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.

Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho @Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis, Bloco B, CCE
out 8@8:00 – 18:00

O Núcleo Onetti de Estudos Literários Latino-Americanos da Pós-Graduação em Literatura UFSC (PPGLit) terá o II Seminário Muitas Tempestades: a literatura e as artes no olho do redemunho, que será realizado entre os dias 5 e 9 de outubro, das 8h às 18h, no Auditório Henrique Fontes e Sala Machado de Assis do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

A segunda edição do Seminário Muitas Tempestades pretende abrir espaço para novas e plurais discussões a respeito da literatura e da arte em um contexto de crise e urgências próprias da contemporaneidade. Neste ano, o evento adota como tema o redemunho, neologismo oriundo da cultura popular incorporado por Guimarães Rosa, em primeiro lugar, com o intuito de fazer coro às comemorações que marcam os 70 anos de publicação de seu magnum opus, Grande Sertão: Veredas. O evento se apropria da imagem dos redemoinhos – reais e ficcionais – como forma de destacar o caráter acelerado e cíclico dos ventos sombrios que insistem em soprar por toda parte.

Além das sessões de comunicação, este ano o evento será ampliado para 5 dias e contará com programação diversificada, incluindo conferências – internacionais e nacionais -, mesas de debate, minicurso, lançamento de livros e apresentações culturais.

Para mais informações na página e no instagram @nucleo_onetti.

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Exposição | “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” @Janela da Arte | Biblioteca Central - BU
out 9@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central da UFSC recebe, na Janela da Arte, a exposição “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro”, de Arthur Baggio.

>> Sobre a exposição

Esta exposição intitulada “As Aves-do-Terror do Cenozóico Brasileiro” trata de uma família já extinta de aves, as Phorusrhacidae que viveram na América do Sul durante o Paleoceno até o Mioceno (de 50 há 15 milhões de anos atrás).

Tais aves receberam um nome popular tão assustador devido às reconstruções de seus fósseis, com um tamanho impressionante e crânio munido de um bico maciço em forma de gancho. Elas dominaram a América do Sul após a extinção dos dinossauros não avianos, tornando-se predadoras de topo durante milênios.

Suas principais armas eram a sua cabeça forte e bivo feito para cortat e arrancar a carne de suas vítimas, já que era uma ave carnívora não voadora.

Essa coleção de obras de Paleoarte reconstrói, a partir de materiais simples como lápis de escrever, caneta e a tinta guache, algumas espécies do grupo. Cada uma delas correu pelas vastas pradarias da América do Sul durante o Cenozóico, provando que as aves são um dos grupos mais bem sucedidos desta era.

>> Sobre o artista

Arthur Baggio é natural do Rio Grande do Sul, onde desde jovem se apaixonou pela natureza e suas variadas formas de vida. A partir desse contato com os campos e riachos do sul, desenvolveu primariamente o seu interesse pelos animais recentes, fazendo desenhos desde criança de vários seres. Com o passar do tempo, essa paixão se estendeu até os animais extintos, muitos deles presentes em livros e documentários. Atualmente cursa Ciências Biológicas na Universidade Federal de Santa Catarina e divulga a Paleontologia, ciência que estuda os seres vivos do passado da Terra, sua área de maior interesse. Mesmo assim, a arte resiste como um complemento que torna a vida plena, ela transborda para todos os âmbitos da vida e carreira do autor.

Contatos Arthur Baggio: arthurbaggio15@gmail.com | Whatsapp: 48 99123-9034

Exposição | Colheita Coleção @Hall Principal da Biblioteca Central - BU
out 9@7:30 – 22:00

De 01/10/26, a 30/10/26 a Biblioteca Central recebe, no Hall Principal a exposição “Colheita Coleção”, de Tissier.

>> Sobre a exposição

Colheita Coleção é uma pequena coleção de restos de animais marinhos, pequenos objetos e esculturas confeccionadas com fragmentos de mangue, vértrebas e costelas de baleia, todos encontrados e recolhidos na praia de Ponta das Canas, na Ilha de Santa Catarina.

A pequena quantidade e a diversidade das espécies observadas podem nos dar uma ideia dos cuidados que temos – ou não temos – em nossa relação com os outros seres vivos, dos quais também dependemos para a nossa sobrevivência.

Com a instalação Extermínio, abre-se um caminho inverso: a taxonomia ganha, enquanto a humanidade perde.

Por fim, a coleção de pequenas esculturas revela toda magia da natureza na criação de formas incríveis e nos convida a lembrar que somos parte dela – e não algo separado ou alheio à sua existência.

>> Sobre o artista

Tissier nasceu em Buenos Aires, em 1959. Formou-se Ator Nacional na década de 1980 e teve participação ativa no movimento de abertura cultural sul-americana. Ligado a movimentos internacionais de teatro popular, foi laureado com um prêmio nacional e outro no Festival de Cannes.

Em 1994, estabeleceu-se definitivamente em Minas Gerais e, desde 2004, reside em Florianópolis.

Seu trabalho possui um propósito educativo: destacar a importância da conservação e da preservação ambiental, ampliar a percepção sobre o meio ambiente e estimular uma reflexão crítica sobre a existência humana, a arte e a história, por meio das narrativas intrínsecas às suas obras.

Mais informações: @tissier.esculturas

Exposição | Salim Miguel – 100 Anos @Hall CBS - 01 | UFSC – Campus de Curitibano
out 9@8:00 – 22:00

O campus de Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe a exposição Salim Miguel – 100 Anos a partir desta terça-feira, 15 de setembro, no Hall do CBS-01. A visitação pode ser feita de segunda a sexta-feira das 8h às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h, até 16 de outubro.

A mostra é um tributo ao centenário de nascimento de Salim Miguel (1924-2016), figura ímpar da literatura brasileira e catarinense contemporâneas. Reconhecido com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras e agraciado com o título de Doutor Honoris Causa pela própria UFSC, Miguel foi um multifacetado escritor, editor, jornalista, roteirista e gestor cultural, cujo legado transcende gerações.

A exposição promete uma imersão na vida e na vasta obra deste intelectual, que dedicou sua vida à cultura. O objetivo é preservar a memória cultural de Santa Catarina, dando visibilidade à sua inestimável contribuição e proporcionando acesso gratuito à história da sua obra e percurso. Esta iniciativa integra o Programa de Extensão Centenário de Salim Miguel, que reúne diversas ações acadêmicas e culturais em torno do seu legado, instigando debates, estudos e pesquisas.

A mostra permanecerá aberta para visitação gratuita até 16 de outubro, de segunda a sexta-feira das 08 às 12h; das 13 às 17h; e 18 às 22h.