A Confraria Literária do Colégio de Aplicação UFSC convida para mais um Atelier Literário. A convidada da noite é a professora de francês Sara Folie, que já participou de outros eventos do projeto. A partir do filme “Românticos Anônimos”, um panorama do universo do chocolate será apresentado. Para esse encontro ser mais delicioso, que tal trazer a sua barra de chocolate preferida e confeccionar um souvenir de chocolate para presentear aquela pessoa especial?
A organização pede que os interessados em participar do evento tragam algo para o café solidário, e também sua caneca, pois participam do projeto Lixo Zero.
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O projeto Confraria Literária do Colégio de Aplicação (CA) da UFSC promove a atividade Prosa com o Autor “Ares Condicionados: Demétrio Panarotto”. A atividade ocorre hoje, dia 2, às 18h, no laboratório de linguagens do CA.
Nesta edição do Prosa com o Autor, Demétrio Panaroto apresentara suas obras, contara sobre sua trajetória. Além disso, haverá leitura e debate do conto Ares Condicionados.
A organização pede que os interessados em participar do evento tragam algo para o café solidário, e também sua caneca, pois participam do projeto Lixo Zero.
As inscrições para o evento, e posteriormente para o recebimento de certificado caso esteja presente na atividade, devem ser feitas através do formulário online.
Mais informações no site da Confraria Literária.
O encerramento da III Semana da Dança UFSC será a apresentação do espetáculo “Narrativas em Dois Corpos “, de Diana Gilardenghi e Sandra Meyer. A apresentação acontece no dia 08 de junho, às 20h, na Caixa Preta / Artes Cênicas – bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. A apresentação é gratuita, aberta ao público.

Foto: divulgação
Sobre Narrativas em Dois Corpos
Nessa ação se entrelaçam trajetória pessoal, contexto social e história da dança em composições que emergem de cada encontro entre Diana e Sandra. Gesto e fala transitam de um corpo a outro, traçam temporalidades e deixam a ver vestígios de experiências passadas que irrompem o presente. Que dança pode ser ativada neste encontro? O que existe e re-existe entre corpos, memórias e o presente?
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A mostra fotográfica “Arte que marca a cidade”, que retrata o graffiti em Florianópolis, está em exposição desde o dia 23 de maio no hall do Centro de Cultura e Eventos da UFSC.

Foto: Fernando Perosa/SeCArte
Foram escolhidas três imagens produzidas por cada um dos dez participantes que frequentaram regularmente a oficina “Composição Fotográfica: registro da arte Grafite”, coordenada pelos docentes da UFSC Sharlene de Araújo e Richard Perassi. Os participantes registraram em fotografias as cenas, relacionando expressões da arte Graffiti e aspectos urbanos da cidade de Florianópolis.
O objetivo do projeto é ilustrar com imagens os estudos realizados sobre a função sociocultural da arte urbana, compor uma síntese visual da arte grafite em Florianópolis e expressar de maneira crítica a influência dessa arte urbana na visualidade e na identidade local.
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Tadashi Endo apresenta na III Semana da Dança UFSC o espetáculo “MA”. A apresentação acontece neste sábado, dia 03 de junho, às 20h, no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Os ingressos antecipados para o espetáculo serão distribuídos nos dias 31 de maio, 01 e 02 de junho na secretaria do Departamento de Cultura e Eventos da UFSC. No dia do espetáculo, 3 de junho, os ingressos serão distribuídos uma hora antes da apresentação, na entrada do Auditório. O espetáculo é gratuito e aberto ao público.

Foto: divulgação
Sobre o espetáculo MA
“MA” é o símbolo do espaço entre as coisas, mostra imagens de transformações, torna visível o invisível, convida para dentro do seu vazio interior e enche sua alma de profunda satisfação. A vida de Tadashi foi marcada por um “MA”, sua dança transita na fronteira entre dois mundos: Japão e Europa. Desta forma, “MA” é um olhar transcendente do mundo exterior para o mundo interior do coreógrafo-intérprete. Uma expressão de suas experiências como criança, adulto, pai, viver a tristeza e a alegria no momento presente. Isto é MA.
Sobre o artista Tadashi Endo
Tadashi Endo, artista multifacetado, que além de diretor e bailarino é um dos mestres da técnica do Butoh. É diretor do MAMU Butoh-Center em Göttingen, Alemanha. Reúne em seu fazer artístico a sabedoria das tradições da dança e do teatro, Ocidental e Oriental, construindo um trabalho único e extremamente pessoal.
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Foto: divulgação
A décima primeira edição do Festival Internacional de Teatro de Animação – FITA 2017 chega ao seu oitavo e último dia neste sábado, 27 de maio, com apresentação do espetáculo “Blind”, dirigido por Nancy Black, do grupo holandês “Duda Paiva Company”, às 20 horas, no Teatro Ademir Rosa – CIC, em Florianópolis.
Existencialista e contemporânea, a peça conta a história de um homem que se torna cego e perde o senso de si. Baseado na experiência de cegueira temporária do próprio dançarino/bonequeiro quando criança, o espetáculo traça a jornada de um trauma que pode mudar a vida. No espetáculo, vê-se refletida a cegueira, o encontro com a escuridão, o medo e outras intensas emoções que esta experiência pode despertar. Ao mesmo tempo, a cegueira como metáfora transcende a experiência pessoal do artista ou qualquer temporalidade específica, para trazer à baila uma reflexão sobre a importância de encontrar no caos ou na escuridão formas de reconstruir o olhar, a visão.
O Festival Internacional de Teatro de Animação (FITA), já consagrado como um dos grandes festivais do gênero do Brasil, lotou os espaços por onde passou este ano – foram seis cidades e cerca de 36 espetáculos de 13 importantes grupos nacionais e internacionais (Brasil, Chile, Espanha, Peru e Uruguay).
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A terceira atividade da III Semana da Dança UFSC será a apresentação do espetáculo “Protocolo Elefante”, do Grupo Cena 11 Cia. de Dança. A apresentação acontece no dia 02 de junho, às 20h, no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC. Os ingressos antecipados para o espetáculo serão distribuídos nos dias 31 de maio e 1° de junho na secretaria do Departamento de Cultura e Eventos da UFSC. No dia do espetáculo, 2 de junho, os ingressos serão distribuídos uma hora antes da apresentação, na entrada do Auditório. O espetáculo é gratuito e aberto ao público.

Foto: divulgação
Sobre Protocolo Elefante
Com início da pesquisa em dezembro de 2014, Protocolo Elefante é a peça coreográfica que conclui o Projeto homônimo do Grupo Cena 11. O Grupo Cena 11 evoca, em Protocolo Elefante, um réquiem-nascimento na tensão entre o esquecimento e novos futuros. Uma quietude cheia de gente, que insiste em perguntar: Porque continuar?
Protocolo Elefante investiga na ação de afastamento e isolamento do elefante na iminência de sua morte uma metáfora de separação e exílio. Um questionamento sobre o modo como fatores contidos no ambiente ao qual pertencemos (pessoas, comportamentos, línguas, afetos, objetos e dispositivos relacionais de convívio) são afetados quando migramos a sós para um contexto diverso e distante destas familiaridades e simetrias do pertencer. O acionamento do sentimento de falta, produzido por este encontro assimétrico de identidades, é um importante objeto condutor para algumas perguntas chave que conduziram a pesquisa: O que é pertencer ou necessidade de pertencimento? Qual é a nossa definição de identidade?
Protocolo Elefante é um ritual de descontinuidade e vestígio, é entender identidade como entropia. É propor um Grupo compartilhando a solidão que nos define.
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O projeto de extensão ‘Cantos de Gaia: alquimias sonoras’, vinculado ao ‘Grupo de Pesquisa Poéticas da Voz’, do Curso de Artes Cênicas da UFSC, realiza, desde 2015, atividades de canto com o enfoque no gênero feminino, interligando música, saúde e arte.
Os próximos encontros acontecem em 31 de maio; 14 e 28 de junho; e 12 de julho, das 10h às 12h, na sala 208 do Curso de Artes Cênicas, no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). As focalizadoras são Janaina Martins, Kalinne Ribeiro e Aline Soares. Os encontros são gratuitos e abertos à comunidade. Inscrições podem ser feitas pelo e-mail
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Além destes, haverá uma oficina do projeto na III Semana da Dança UFSC, no dia 07 de junho, às 10h, no mesmo local dos encontros acima (confira a programação completa do Semana aqui).
As atividades oferecidas para a comunidade são: rodas de cantos femininos com tambores; encontros de canto pré-natal com gestantes e vivências de canto e de dança para mamães e bebês. As vivências envolvem práticas de voz e de cantorias como procedimentos para uma jornada nas dimensões corpóreo-afetivas que envolvem a feminilidade, a gestação, o parto e a maternidade.
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Duas das fortificações históricas catarinenses que a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) administra podem se tornar Patrimônio Mundial. As Fortalezas de Santa Cruz de Anhatomirim e de Santo Antônio de Ratones foram indicadas à Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) para tornarem-se Patrimônio da Humanidade. Anhatomirim está sob a gestão da UFSC desde 1979 enquanto Ratones desde 1991. A UFSC também é gestora da Fortaleza de São José da Ponta Grossa, desde 1991, mas essa fortificação não foi indicada junto com suas coirmãs.

Seminário Internacional Fortificações Brasileiras. (Foto: Roberto Tonera)
Outras 17 fortificações brasileiras também integram a lista, tentativa que o Governo Federal (via Ministério da Cultura/IPHAN) apresentou à UNESCO: Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande; Forte de São João de Bertioga; Fortaleza de Santa Cruz da Barra; Fortaleza de São João; Forte de N. S. de Monte Serrat; Forte de Santa Maria; Forte de São Diogo; Forte de São Marcelo; Forte de Santo Antônio da Barra; Forte São Tiago das Cinco Pontas; Forte São João do Brum; Forte Santa Cruz de Itamaracá (Forte Orange); Forte de Santa Catarina; Forte dos Reis Magos; Fortaleza de São José de Macapá; Real Forte Príncipe da Beira; e Forte de Coimbra.
As fortificações não concorrem individualmente ao título de Patrimônio Mundial, mas sim o conjunto das 19 fortificações brasileiras, em um processo de candidatura seriada.
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Foto: divulgação
A décima primeira edição do Festival Internacional de Teatro de Animação – FITA 2017 chega ao seu sétimo dia de apresentações nesta sexta-feira, 26 de maio, com espetáculos em Florianópolis (Teatro Ademir Rosa – CIC, Teatro Álvaro de Carvalho – TAC, Centro de Cultura e Eventos da UFSC) e Balneário Camboriú (Teatro Bruno Nitz). Confira abaixo a programação do dia.
POR QUE NEM TODOS OS DIAS SÃO DIAS DE SOL?
LOCAL: Teatro Ademir Rosa – CIC – Florianópolis
HORÁRIO: 10h/15h
QUANTO: Gratuito.
Sinopse: Trabalhando a partir do conceito da lembrança, o espetáculo é narrado por quatro atores que contam, cada um, uma história que aborda o ser criança e virar adulto. Utilizando a multiplicidade de linguagens, o espetáculo é uma reflexão poética sobre esta transição.
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