Agenda Cultural
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
A atividade será realizada na próxima segunda-feira, 08 de junho, a partir das 18h, no Centro de Convivência da UFSC, integrando a programação do Mês do Orgulho LGBT+.
O evento contará com uma seletiva regional exclusiva para mulheres e pessoas LGBT+, além de apresentações culturais que visam promover um espaço de expressão artística, convivência e fortalecimento da diversidade dentro da universidade.
Programação
• 18h — Cine Clube
• 19h — DiscoteCagem
• 19h30 — Rua Declama
• 20h — Batalha Sangue
A atividade conta com o apoio do LABCINE UFSC, Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC), Família de Rua e Regional Florianópolis.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube Cinecittà realiza, em parceria com o Cineclube Lumière, uma sessão especial do filme Incompresa (2014), dirigido pela atriz e cineasta italiana Asia Argento. A exibição ocorre no dia 9 de junho, às 19h, na Sala de Projeção LEC, Bloco D do CCE, com entrada gratuita e aberta à comunidade.
Ambientado na Itália dos anos 1980, Incompresa acompanha Aria, uma menina de nove anos que atravessa os conflitos e excessos do universo adulto enquanto busca afeto e pertencimento em meio ao desmoronamento de sua família. Com forte dimensão autobiográfica, o filme articula humor melancólico, imaginação e crítica aos modelos familiares tradicionais.
Conhecida por sua trajetória como atriz e diretora ligada ao cinema de autor europeu, Asia Argento constrói uma narrativa visualmente intensa, marcada pela perspectiva da infância e pela mistura entre fantasia, memória e abandono.
O Cineclube Cinecittà investiga, em 2026, a experiência feminina no cinema italiano contemporâneo. Após a sessão, haverá conversa aberta com os participantes. O evento é organizado pelo Curso de Letras Italiano da UFSC, com apoio do Secarte e do LEC. Mais informações podem ser acompanhadas no Instagram @cinecitta.ufsc.
O Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) promove, no dia 9 de junho, o seminário Jornadas Bolivarianas 2026.1, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento será realizado das 19h às 22h, é gratuito e aberto à comunidade em geral, com emissão de certificado de três horas para participantes inscritos.
Nesta edição do primeiro semestre, o IELA propõe uma reflexão sobre a cultura brasileira contemporânea, com ênfase na poesia como expressão artística, política e social. O seminário parte de um diagnóstico crítico sobre o cenário cultural atual, marcado pela homogeneização cultural, pela influência das redes sociais e pela predominância de determinadas expressões midiáticas.
Entre os temas levantados estão a presença da chamada cultura do ‘agronejo’, a baixa visibilidade das artes plásticas no cenário nacional e o enfraquecimento da poesia enquanto linguagem de grande alcance público. A proposta do encontro é discutir como essas transformações culturais se relacionam com a política e com os rumos da sociedade brasileira. Também serão debatidas questões como: quem são os poetas brasileiros na atualidade? Em que contextos produzem suas obras? E de que forma a poesia ainda alcança o público em tempos de plataformas digitais e fragmentação cultural?
O convidado desta edição é o poeta, ator e performer pernambucano Valmir Jordão, com ampla trajetória na cena literária e cultural de Recife. Ele é participante do Movimento dos Escritores Independentes de Pernambuco (década de 1980), criador do Sarau Diversos e apresentador do programa ‘Encantos Culturais’, transmitido pelo YouTube e pela Rádio TV REPENSAR. Autor de 17 livros e participante de diversas coletâneas, Jordão também atua como produtor cultural e difusor da poesia contemporânea. Durante o seminário, ele ministrará a conferência ‘A cultura brasileira e o fim da poesia’.
Oficina no dia seguinte
A programação continua no dia 10 de junho, a partir das 8h30min, com a Aula Espetáculo/Oficina ‘História da cultura brasileira e Poesia aos Vivos’, conduzida pelo mesmo convidado. A atividade propõe uma vivência prática com a palavra, incentivando os participantes a experimentar a criação poética de forma coletiva e interativa. A oficina será realizada no mini-auditório do Serviço Social, no CSE/Bloco D, sala 207. As inscrições serão feitas no local e são gratuitas. Para obtenção de certificado, é necessário se inscrever no dia do evento. Mais informações podem ser obtidas, através do site: www.iela.ufsc.br
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) promove, no dia 9 de junho, o seminário Jornadas Bolivarianas 2026.1, no Auditório do Centro Socioeconômico (CSE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento será realizado das 19h às 22h, é gratuito e aberto à comunidade em geral, com emissão de certificado de três horas para participantes inscritos.
Nesta edição do primeiro semestre, o IELA propõe uma reflexão sobre a cultura brasileira contemporânea, com ênfase na poesia como expressão artística, política e social. O seminário parte de um diagnóstico crítico sobre o cenário cultural atual, marcado pela homogeneização cultural, pela influência das redes sociais e pela predominância de determinadas expressões midiáticas.
Entre os temas levantados estão a presença da chamada cultura do ‘agronejo’, a baixa visibilidade das artes plásticas no cenário nacional e o enfraquecimento da poesia enquanto linguagem de grande alcance público. A proposta do encontro é discutir como essas transformações culturais se relacionam com a política e com os rumos da sociedade brasileira. Também serão debatidas questões como: quem são os poetas brasileiros na atualidade? Em que contextos produzem suas obras? E de que forma a poesia ainda alcança o público em tempos de plataformas digitais e fragmentação cultural?
O convidado desta edição é o poeta, ator e performer pernambucano Valmir Jordão, com ampla trajetória na cena literária e cultural de Recife. Ele é participante do Movimento dos Escritores Independentes de Pernambuco (década de 1980), criador do Sarau Diversos e apresentador do programa ‘Encantos Culturais’, transmitido pelo YouTube e pela Rádio TV REPENSAR. Autor de 17 livros e participante de diversas coletâneas, Jordão também atua como produtor cultural e difusor da poesia contemporânea. Durante o seminário, ele ministrará a conferência ‘A cultura brasileira e o fim da poesia’.
Oficina no dia seguinte
A programação continua no dia 10 de junho, a partir das 8h30min, com a Aula Espetáculo/Oficina ‘História da cultura brasileira e Poesia aos Vivos’, conduzida pelo mesmo convidado. A atividade propõe uma vivência prática com a palavra, incentivando os participantes a experimentar a criação poética de forma coletiva e interativa. A oficina será realizada no mini-auditório do Serviço Social, no CSE/Bloco D, sala 207. As inscrições serão feitas no local e são gratuitas. Para obtenção de certificado, é necessário se inscrever no dia do evento. Mais informações podem ser obtidas, através do site: www.iela.ufsc.br
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube África no Cinema, promovido pelo Laboratório de Estudos em História da África da Universidade Federal de Santa Catarina (LEHAf/UFSC), exibe o filme “Le Sapeur” (França, 2019), no dia 11 de junho, quinta-feira, às 19h. A exibição ocorre na Sala Multimídia do Museu da Imagem e do Som de Santa Catarina (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis (SC). A atividade é gratuita e aberta a todos.
O Cineclube África no Cinema, que é uma atividade de extensão universitária, tem curadoria do pesquisador Alex Brandão, do LEHAf, que é coordenado pelo professor Sílvio Marcus de Souza Correa. A iniciativa conta com apoio institucional da da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE/UFSC), da Aliança Francesa de Florianópolis e da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do MIS.
O objetivo do cineclube é promover a cultura cinematográfica com ênfase em filmes de diretores africanos, com produção africana e com filmagens em África. Visa divulgar a riqueza artística e cultural do continente africano e promover conversas e debates sobre a produção cinematográfica africana e as representações da África no cinema. Os encontros são mensais e abertos ao público em geral. Após a exibição, a equipe que conduz o projeto realiza uma roda de conversa sobre o filme e temas correlatos.
Sobre o filme Le Sapeur
Dirigido por David-Pierre Fila, o documentário de média-metragem (50 min) retrata o movimento cultural conhecido como La Sape, que nasceu na República do Congo, durante a colonização. Nos anos 1970, os “sapadores” apropriaram-se dos códigos da elite, expressando-se através da moda e da elegância extrema. La Sape, que significa “Sociedade de Ambientadores e Pessoas Elegantes”, popularizou-se nos “dois Congos” (Brazzaville e Kinshasa) por volta dos anos 1960 – período conhecido como “Independência”. Na década de 1970, alguns pioneiros do movimento emigraram para Paris, como foi o caso de Jocelyn Le Bachelor, que passou a oferecer trajes ousados aos parisienses.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
Nesta sexta-feira, 12 de junho às 18h a Igrejinha da UFSC recebe mais uma edição da Roda de Choro da UFSC. O evento é livre e gratuito com participação aberta, basta trazer um instrumento musical.A iniciativa reúne músicos de diferentes idades, aproximando discentes, docentes e a comunidade externa em um evento de partilha de experiências artísticas. A Roda de Choro fortalece laços entre a comunidade interna e externa da UFSC e entre diferentes gerações.
O evento é uma realização do Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da Universidade Federal de Santa Catarina (SeCArtE/UFSC).
O Núcleo de Integração Multicultural Popular Esportivo (NIMPE), vinculado ao Departamento de Cultura e Eventos (DECL) da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), promove na sexta-feira, 12 de junho, das 18h às 22h, mais uma edição do Sarau do NIMPE. O evento será realizado no Espaço Integração do NIMPE/DECL/SeCArtE, com acesso pelo estacionamento do Fórum da UFSC.
Aberto à comunidade universitária e ao público em geral, o sarau é um encontro cultural em que pessoas se reúnem para compartilhar e apreciar diversas expressões artísticas. É um espaço de liberdade, convivência e troca de experiências, que pode envolver música, poesia, teatro, dança, pintura, bordado, canto e tantas outras formas de arte.
Os participantes interessados em compartilhar suas produções terão até 15 minutos para cada apresentação. Ao final das apresentações, o público poderá participar de um karaokê coletivo. Além disso, a organização convida os presentes a contribuírem, de forma voluntária, com um lanche para ser compartilhado durante o encontro.
As inscrições para quem deseja se apresentar podem ser realizadas até o dia 5 de junho, pelo formulário online.
Serviço
O quê: Sarau do NIMPE
Quando: 12/06/2026 | sexta-feira | 18h às 22h
Onde: Espaço Integração do NIMPE/DECL/SeCArtE (acesso pelo estacionamento do Fórum da UFSC)
Inscrições: até 5 de junho, neste link
Informações: decl-secarte.ufsc.br| decl.secarte@contato.ufsc.br | 48 3721-3853
O Cine Paredão apresenta na sexta-feira, 12 de junho, uma sessão gratuita do filme Sore – Esposa do Futuro (2025), dirigido pelo cineasta Yandy Laurens. A exibição acontece às 19h, no Bosque do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), com transferência para o auditório do centro em caso de condições climáticas desfavoráveis.
Lançado em 2025, o longa-metragem mistura ficção científica e romance em uma história que explora amor, destino e segundas chances. Com 2h03min de duração e classificação indicativa de 14 anos, o filme acompanha Jonathan, interpretado por Dion Wiyoko, um fotógrafo que vive sozinho na Croácia e sonha em realizar uma grande exposição. Sua rotina muda completamente quando ele desperta ao lado de Sore, personagem vivida por Sheila Dara Aisha, uma mulher que afirma ser sua esposa vinda do futuro com a missão de salvá-lo antes que seja tarde demais.
O elenco também conta com Goran Bogdan, além de Lara Nekić, Livio Badurina, Mathias Muchus, Maya Hasan, Borko Perić e Vanda Winter.
A sessão integra a programação do Cine Paredão, projeto de extensão vinculado ao Curso de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Há 18 anos, a iniciativa promove exibições gratuitas ao ar livre, incentivando o acesso à cultura, o pensamento crítico e a convivência da comunidade universitária em um dos espaços mais tradicionais do campus.
Mais informações: Instagram do Cine Paredão
>> Ficha técnica
Direção: Yandy Laurens
Roteiro: Yandy Laurens
Gênero: Ficção Científica, Romance
Duração: 2h03min
Ano: 2025
Classificação: 14 anos
Elenco: Sheila Dara Aisha, Dion Wiyoko, Goran Bogdan, Lara Nekić, Livio Badurina, Mathias Muchus, Maya Hasan, Borko Perić, Vanda Winter
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube Cinecittà, projeto de extensão vinculado ao curso de Letras Italiano da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresenta na próxima terça-feira, 16 de junho, às 19h, a exibição gratuita do filme Lazzaro Felice (2018), da diretora italiana Alice Rohrwacher. A sessão será realizada na Sala de Projeção do LEC, localizada no CCE, Bloco D, e é aberta à comunidade universitária e ao público externo, sem necessidade de inscrição prévia.
Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes de 2018, o longa-metragem acompanha a trajetória de Lazzaro, um jovem camponês de bondade extraordinária que vive em uma comunidade rural isolada, submetida à exploração por uma família aristocrática. A partir de uma transformação inesperada em sua realidade, a narrativa atravessa o tempo e o espaço para construir uma fábula moral sobre inocência, desigualdade social e os impactos da modernidade.
Em Lazzaro Felice, Alice Rohrwacher aprofunda elementos recorrentes de sua filmografia, como o realismo mágico, a valorização do universo rural italiano e a atenção aos corpos e gestos como formas de pertencimento e exclusão. A figura de Lazzaro, marcada pela pureza e pela resistência à corrupção do tempo, dialoga com tradições hagiográficas e contos populares, conferindo ao filme uma dimensão simultaneamente histórica e atemporal.
A atividade integra o ciclo Cinema è Donna 2026, que investiga o olhar feminino no cinema italiano contemporâneo. Esta será a penúltima sessão da programação. Após a exibição, haverá uma conversa aberta com os participantes para debate e troca de impressões sobre a obra. O Cineclube Cinecittà é organizado pelo curso de Letras Italiano da UFSC, com curadoria de Sofia Fernandes Campos e orientação da professora Karine Simoni. O projeto conta com o apoio do Secarte e do LEC . Os participantes que obtiverem frequência superior a 75% das sessões ao longo do ciclo terão direito a certificado de participação ao final da programação.
Mais informações no perfil oficial do projeto no Instagram: Cineclube Cinecittà
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
No dia 17 de junho, quarta-feira, às 20h, a Igrejinha da UFSC recebe o Programa de Extensão Ponteio com o concerto do violonista Marcus Llerena. Em seus recitais, o músico costuma reunir obras que transitam do século XII aos dias atuais, demonstrando sua versatilidade e dinamismo artístico. O evento é gratuito e aberto para toda comunidade.
Marcus Llerena é formado com o título de Mestre pela Université Musicale Internationale de Paris, tem 24 CD´s gravados, solo e com diversas formações camerísticas. Hoje, Marcus é um expoente do violão clássico no Brasil e exterior, e foi considerado pela revista inglesa Classical Guitar como “… um dos pilares da música moderna brasileira para violão, tanto por suas gravações como a inclusão em seus programas de obras de compositores brasileiros ainda inéditas do público apreciador…”.
Em 1995, pelo selo Velas fez a primeira gravação da íntegra dos 10 Estudos para Violão de Radamés Gnattali. Em 2002 após realizar turnê pela China, Llerena mudou-se para Joinville – SC onde ocupou o cargo de Coordenador de Música da Fundação Cultural de Joinville (2002-2004). Em 2011, promoveu a primeira edição dos “Encontros Musicais em Joinville” em homenagem ao celebrado compositor Arthur Verocai. Casado com a soprano e pianista Rose Seiler, juntos realizaram, entre 2005 e 2014, cinco turnês de concertos à Europa fazendo conhecer ao público conhecedor a riqueza das canções brasileiras através de suas transcrições.
O Programa de Extensão Ponteio – Violão na Udesc (Universidade Estadual de Santa Catarina), visa fomentar a arte do violão, promovendo a performance solista e em grupo, o ensino, a atualização profissional e a pesquisa acadêmica. O programa atua em colaboração com professores e alunos do curso de Bacharelado em Violão da Udesc, estabelecendo parcerias com instituições locais e internacionais para oferecer à comunidade de Florianópolis um panorama da produção violonística contemporânea.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cine Paredão apresenta na sexta-feira, 19 de junho, uma sessão gratuita do filme O Riso e a Faca (2025), dirigido pelo cineasta Pedro Pinho. A exibição acontece às 17h45, no Centro de Convivência da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Sérgio (Sérgio Coragem) é um engenheiro português que viaja até uma cidade da África Ocidental para realizar um relatório de impacto ambiental num projeto rodoviário que cortará o deserto e a selva da região. Quando chega na metrópole, Sérgio desenvolve um relacionamento íntimo, mas conturbado, com dois habitantes locais, Diára (Cleo Diára) e Gui (Jonathan Guilherme). Esse laço frágil que o trio constrói é o único refúgio da solidão e das dinâmicas sociais neocoloniais que eles encaram nesta comunidade de expatriados. Inspirado livremente em uma canção homônima do compositor Tom Zé.
A sessão integra a programação do Cine Paredão, projeto de extensão vinculado ao Curso de Cinema do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC. Há 18 anos, a iniciativa promove exibições gratuitas ao ar livre, incentivando o acesso à cultura, o pensamento crítico e a convivência da comunidade universitária em um dos espaços mais tradicionais do campus.
Mais informações: Instagram do Cine Paredão
>> Ficha técnica
Direção: Pedro Pinho
Roteiro: Pedro Pinho, Miguel Seabra Lopes, Luisa Homem
Gênero: Aventura, Drama
Duração: 3h32min
Ano: 2025
Classificação: 16 anos
Elenco: Sérgio Coragem, Cleo Diára, Jonathan Guilherme, Marcalina Djibril, Renato Sztutman, Jorge Biague, Bruno Zhu, Kody Mccree, Everton Dalman
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
Alunos das turmas de Atuação III e Encenação III do curso de Artes Cênicas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), orientados pelo professor Fabrício Gastaldi, apresentam o espetáculo Mosaico de 10 almas: monólogos em cena, nos dias 22 e 29 de junho, às 19h e às 20h30, em sessão dupla, no Teatro Carmen Fossari, na UFSC. A entrada é gratuita, com retirada de ingressos 30 minutos antes de cada sessão.
Ao todo, 10 monólogos serão apresentados ao público. Para organizar a série dramática, as apresentações foram divididas – seis monólogos ocorrerão no dia 22 de junho, às 19h e às 20h30; e outros quatro ocorrerão no dia 29 de junho, novamente em sessão dupla, às 19h e às 20h30. Para ver todos os monólogos produzidos, é preciso ir aos dois dias de evento em pelo menos uma das faixas de horário.
Alguns dos textos dos monólogos são de autoria dos próprios alunos de Atuação III, que ainda trabalharam com obras de Chico Buarque, Clarice Lispector, Marcelino Freire, entre outros. A partir da escolha dos textos, os colegas da turma de Encenação III criaram a concepção de cada monólogo e dirigiram atores e atrizes sob a orientação do professor Fabrício Gastaldi.
Temas como liberdade de expressão, violência contra mulher, machismo, luto, conflito conjugal, desemprego, direito ao corpo feminino aparecem nas montagens que ainda carregam parcelas de humor e do movimento absurdista. O espetáculo contém elementos que podem ser potencialmente desencadeadores (gatilhos) para algumas pessoas, como: luzes estroboscópicas, efeitos sonoros intensos, representações de violência contra a mulher, nudez parcial em cena, abordagem de saúde mental e sofrimento psíquico, situações de abuso, racismo, luto, linguagem adulta e palavrões.
>> Serviço
O que: Mosaico de 10 almas: monólogos em cena
Quando: 22/06/2026 | segunda-feira | 19h e 20h30 | (6 monólogos);
Classificação indicativa: 16 anos.
29/06/2026 | segunda-feira | 19h e 20h30 | (4 monólogos);
Classificação indicativa: 14 anos.
Onde: Teatro Carmen Fossari | Rua Desembargador Vitor Lima, n. 117 – Trindade – Florianópolis – SC;
Quanto: Entrada franca com retirada de ingressos meia hora antes de cada sessão.
Mais informações: aqui.
>> Ficha Técnica
Orientação: Fabrício Gastaldi
Elenco: Camila Franco, Cristiano Mariano, Cecília Guedes, Finnick Mateussi Leal, Jems, João Felipe, Larissa Fagundes, Samantha Sant’Ana, Thomé e Vinícius Villain.
Direção, Iluminação e Som: Elerson Mario, Line Tragibo, Luz Cidade e Mariana Bisco.
Duração aproximada de cada sessão: 1 hora.
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
O Cineclube Cinecittà, projeto de extensão vinculado ao curso de Letras Italiano da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), apresenta na próxima terça-feira, 23 de junho, às 19h, a exibição gratuita do filme La Chimera (2023), da cineasta italiana Alice Rohrwacher. A sessão será realizada na Sala de Projeção do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), localizada no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE), e é aberta à comunidade universitária e ao público externo. Encerrando o ciclo de atividades do semestre, a sessão apresenta um dos filmes mais aclamados do cinema italiano contemporâneo.
Ambientado na Itália dos anos 1980, La Chimera acompanha Arthur, um arqueólogo inglês dotado de uma habilidade singular para localizar tesouros etruscos enterrados. Ao se unir a um grupo de tombaroli, saqueadores de sítios arqueológicos, o personagem mergulha em escavações clandestinas enquanto enfrenta as lembranças persistentes de um amor perdido. Entre mito, arqueologia e memória, o longa constrói uma reflexão sobre ausência, desejo e os vestígios que permanecem ocultos no tempo e nas pessoas.
Reconhecida como uma das principais realizadoras do cinema italiano da atualidade, Alice Rohrwacher mantém em La Chimera a estética poética que marca sua filmografia, articulando elementos do realismo rural a uma dimensão fabular e atemporal, presente também em obras como Le Meraviglie e Lazzaro Felice. Além do longa-metragem, a programação inclui a exibição do curta Le Fil Rouge, dirigido por Rohrwacher e lançado no mesmo ano. Filmado durante as gravações de La Chimera, o curta funciona como uma peça complementar ao universo narrativo do filme.
Após a sessão, será realizada uma conversa aberta com os participantes, proporcionando um espaço para debate e troca de impressões sobre as obras exibidas. O Cineclube Cinecittà é organizado por Sofia Fernandes Campos, com orientação da professora Karine Simoni, e conta com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) e do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC).
Os participantes com aproveitamento superior a 75% das sessões ao longo do ciclo terão direito a certificado de participação.
Mais informações podem ser acompanhadas pelo Instagram @cinecitta.ufsc
A exposição (Trans)itórios, produzida por estudantes de Museologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), estará aberta ao púbico de 23 a 29 de junho, no Hall do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC). Antes disso, os trabalhos estarão expostos no Instituto Arco-Íris (de 30/05 a 06/06 – Travessa Ratcliff, 56 – Centro, Florianópolis) e no Museu Victor Meirelles (de 09/06 a 18/06 – R. Victor Meirelles, 59 – Centro, Florianópolis).
A exposição, que foi produzida pela turma de Prática de Exposição 2026/01, com orientação das professoras Kimberly Terrany Alves Pires e Thainá Castro Costa, propõe um movimento espiralar em torno da transgeneridade a partir do encontro por meio dos trânsitos de pessoas trans no território de Florianópolis, fazendo recortes entre corpo, tempo e território. Deslocamentos que não se restringem apenas ao campo geográfico, mas são também simbólicos, políticos e afetivos.
Cada espaço desperta formas diferentes de recepção e memória: arte e cultura como celebração e sobrevivência, museu como guardião de narrativas e universidade como produção crítica, deixando claro as variadas camadas de territorialidade que compõem o que é ser LGBTQIA+ e uma pessoa transgênero. O fazer e viver a memória que não se fixa em prédios ou monumentos, mas se atualiza também em performances, fabulações e rastros corporais que resistem ao apagamento, construindo identificações e identidades que agem entre visibilidade, resistência e criação de novas formas de estar no mundo.
“Este projeto constitui um momento e espaço para explorar experimentações e transformações na categoria prática, os conhecimentos teóricos ensinados e desenvolvidos ao longo do curso”, afirmam as professoras. Visitas mediadas devem ser solicitadas pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com
Mais informações pelo e-mail exposicao.transitorios@gmail.com ou pelo Instagram.

Exposição “Arte que Interroga”. Foto: Beatriz Perrone.
O Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos – Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), recebe a exposição Arte que Interroga do artista plástico Abba.
A mostra reúne obras de arte abstrata digital do artista Péricles Gandi do Valle (Abba), membro da Academia Brasileira de Belas Artes. Com curadoria de Oscar D’Ambrosio, a exposição apresenta trabalhos que exploram formas, cores e diferentes composições visuais, propondo ao visitante uma experiência de observação, interpretação e reflexão sobre a arte contemporânea.
A mostra permanece em cartaz até 24 de julho de 2026, com visitação gratuita de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, no Espaço Expositivo do Centro de Cultura e Eventos da UFSC, localizado no piso térreo.
Contato com o artista: @artista_plastico_abba
O Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, até 30 de julho, a exposição Boi da Magia, de Marcelo Calazans. A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30.
Inspirado pelo cotidiano simples das comunidades litorâneas, Marcelo Calazans busca eternizar cenas e saberes tradicionais herdados dos primeiros povoadores açorianos, preservando elementos que fazem parte da história e da alma do povo. As praias, os costões, os barcos de pesca, a renda de bilro, as redes lançadas ao mar, a religiosidade popular e as manifestações culturais tradicionais surgem em suas telas como símbolos vivos de pertencimento e de memória.
A exposição convida o público a mergulhar nas raízes da cultura açoriana, revelando, por meio das cores e formas, a beleza das tradições que atravessam gerações e seguem presentes no cotidiano das comunidades catarinenses. Mais do que retratar paisagens e costumes, as obras despertam afeto, identidade e reconhecimento da riqueza cultural que compõe nossa história.
A Igrejinha da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no dia 24 de junho, quarta-feira, às 10h, o evento A mediação e a formação do leitor, uma iniciativa voltada a professores, bibliotecários, contadores de histórias e ao público geral interessado em práticas de leitura e mediação literária. A classificação indicativa é livre.
A atividade contará com a presença do pesquisador, escritor e professor Felipe Munita, da Universidad Austral de Chile, que conduzirá uma conversa sobre os desafios e as possibilidades da mediação literária na formação de leitores em diferentes contextos educativos. O encontro também marca o lançamento do livro Eu, mediador(a): mediação e formação de leitores.
As inscrições gratuitas estão disponíveis até o dia 24 de junho por meio formulário eletrônico. Os participantes terão direito a certificado de 3 horas.
O evento é organizado pelo Grupo de Pesquisa em Literatura Infantil e Juvenil e Práticas de Mediação Literária (Literalise) e pelo Programa de Pós-Graduação em Educação da UFSC (PPGE), em parceria com o Programa de Pós-Graduação em Educação e o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Linguagem da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). A atividade conta ainda com o apoio da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte da UFSC (SeCArtE).
Informações: elianedebus@hotmail.com








