O som do blues retorna ao Projeto 12:30 através da voz do músico Mustache Maia nesta quarta-feira, 7 de outubro, às 12h30min. A apresentação, gratuita e aberta à comunidade, será realizada no Varandão do Centro de Comunicação e Expressão (CCE) da UFSC, em Florianópolis.
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O projeto CineBuñuel exibe o filme Camila (Argentina, 1984), nesta quinta-feira, às 13h30, na sala 223 do bloco A do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). A quarta edição do projeto traz como tema o universo feminino no cinema hispânico e latino-americano.
Dirigido por Maria Luisa Bemberg e indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (1985) e vencedor do Festival de Havana (Melhor Atriz, Susú Pecoraro), Camila retrata a verídica e trágica história de amor entre Camila O´Gorman e o padre Ladislao Gutiérrez, durante a ditadura do governo de Rosas (1835-1852).
A exibição do filme é gratuita e aberta ao público. O áudio original é em espanhol, com legendas em Português.
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Esculturas do acervo do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foram cedidas para a exposição do 34º Panorama da Arte Brasileira “Da Pedra/Da Terra/Daqui”. A mostra, realizada pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), fica em cartaz de 3 de outubro à 18 de dezembro e reúne esculturas de dois mil a sete mil anos, além de trabalhos de seis artistas contemporâneos.
Ao todo serão 60 obras erresponde do sudeste brasileiro à costa do Uruguai. Dentre as 11 esculturas emprestadas ao MAM, estão uma ferramenta lítica de afiação; um antropomorfo -que imita as formas humanas; quatro zoólitos -em forma de animais; e cinco peças em formas geométricas, incluindo um prato em diabásio e outras quatro que formam um conjunto. Todas são provenientes de sambaquis do Litoral Catarinense.
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O curso de Museologia da UFSC realiza a exposição “Quanto tempo o tempo tem?”, de 27 de outubro a 6 novembro, na galeria de arte do Centro de Convivência. A mostra é interativa e visa levar o visitante a refletir sobre as influências do tempo na vida humana.
Diferentes módulos remetem a aspectos do tempo. O primeiro, “Tempo é dinheiro”, trata da associação de tempo e trabalho, das rotinas e hábitos da vida profissional. O segundo tema, “No meu tempo”, com um teor nostálgico, faz um resgate de memórias e momentos. A última etapa da exibição é “O tempo não para”, sobre como o tempo coordena a vida e o cotidiano das pessoas.
A proposta do evento é causar uma reflexão sobre a relação da humanidade com o tempo e desconstruir estereótipos. Após passar por todas as fases da exibição, o visitador é convidado a participar de uma discussão sobre os temas.
A abertura da mostra será no dia 27 de outubro, às 18h30, com a participação do DJ Gustavo Monteiro e exibição da tela produzida pelo grafiteiro Rodrigo Rizo, que tem como marca os camaleões desenhados em diversos países. A visitação está aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 10h às 20 horas.
Mais informações: 37214877
Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DCG/UFSC
O Oirã – Grupo de Pesquisa e Extensão em Cooperação Regional UFSC/CNPq, vinculado ao curso de Relações Internacionais, juntamente com o curso de Museologia, realiza a exposição “Ex-estranho: migrações haitianas em Santa Catarina”, entre 8 de outubro e 5 de dezembro, no Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE), localizado no campus Florianópolis.
O Museu fica próximo ao Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) e à rótula da Carvoeira. A exposição tem entrada gratuita e fica aberta de segunda a sexta-feira, entre 9h e 17 horas.
A exposição apresenta, entre outros módulos, o resultado das oficinas sobre migrações internacionais realizadas com as turmas de segundo e terceiro anos do ensino médio da Escola Estadual Getúlio Vargas, no bairro Saco dos Limões em Florianópolis, que já recebe estudantes migrantes. Este projeto tem apoio do Centro Socioeconômico (CSE), CFH, Pró-Reitoria de Extensão (Proex) e Secretaria de Cultura (SeCult) da UFSC.
O coquetel de inauguração será realizado no dia 7 de outubro, quarta-feira, às 18h, no MArquE.
Mais informações: Oirã.
O projeto Cine y Charla exibe e promove debate sobre o filme Del amor y otros demonios (2009), nesta quinta-feira, 1º de outubro, às 13h30, na sala 142 do bloco A do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Dirigido por Hilda Hidalgo e baseado na obra de Gabriel García Márquez, o filme da Costa Rica conquistou prêmios no Festival de Havana e no Cine Ceará.
Sinopse
Em uma época marcada pela inquisição e pela escravidão, Sierva Maria quer conhecer o prazer de um beijo. Ela tem 13 anos, é filha de marqueses e foi criada por escravos africanos na Cartagena das Índias colonial. Quando a jovem é mordida por um cão raivoso, o bispo declara que ela está possuída pelo demônio e pede a Caetano, seu aprendiz, que realize um exorcismo. Mas o padre e a menina são seduzidos por um demônio muito mais poderoso que a fé e a razão: o amor proibido.
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Os programas de pós-graduação em Antropologia Social; e Urbanismos, História e Cidade; além do Núcleo de Pesquisa Naui – Dinâmicas Urbanas e Patrimônio Cultural promovem uma programação de debates no dia 1º de outubro, quinta-feira, com início às 16h, sala 110 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH).
O evento inicia-se às 16h, com a exibição de O rinoceronte e a zebra, com o docente responsável pelo filme, Gabriel Alvarez, professor adjunto e coordenador do Programa Pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Goiás (UFG). O filme foi construído a partir da experiência e da observação participante de estudantes de Antropologia Visual num bairro suburbano da cidade de Goiânia em 2014.
Em seguida, às 18h, a intercambista docente do programa Erasmus Mundus 2015 Carla Almeida, professora adjunta da Universidade de Algarve, profere a palestra “O património (re)vivido na Ilha de Moçambique”.
Mais informações: Naui.
A 21ª edição da Subtrópicos, revista de cultura da Editora da UFSC (EdUFSC), acaba de ser lançada. Um dos destaques do novo número é a entrevista com Sylvio Back, cineasta que já recebeu mais de 70 prêmios nacionais e internacionais. O artista catarinense fala de seu trabalho como poeta e, em particular, de Kinopoems, seu último livro, que saiu este ano pela EdUFSC.
A Subtrópicos traz ainda três resenhas de lançamentos literários recentes: o ensaísta gaúcho Ronald Augusto escreve sobre Os Sermões, de Nuno Ramos; o professor de literatura Manoel Ricardo Lima comenta As Fantasias Eletivas, de Carlos Henrique Schoreder; o jornalista da Agecom/UFSC Caetano Machado fala sobre As Defesas da Ilha de Santa Catarina e de São Pedro em 1786, de Roberto Tonera e Mário Mendonça de Oliveira.
A novidade desta edição é a seção dedicada a artistas plásticos catarinenses. O primeiro a ser contemplado é Rubens Oestrem, de Blumenau. Quem escreve sobre sua obra é Fernando Bopré, curador do Museu Victor Meirelles.
A versão impressa da Subtrópicos pode ser obtida gratuitamente nos seguintes pontos de distribuição: livraria Livros & Livros; livraria da Editora da UFSC; Cinema do CIC; IFSC Mauro Ramos; Fundação Badesc; SESC Prainha e Museu Victor Meirelles. A versão eletrônica está disponível aqui.
Mais informações no site da editora.
O curso de Letras-Alemão e o Programa de Pós-Graduação em Literatura da UFSC promovem uma palestra sobre o escritor austríaco Stefan Zweig com a escritora, jornalista e tradutora Kristina Michahelles. O evento, “Stefan Zweig vive!”, será realizado no dia 30 de setembro, quarta-feira, às 10h na Sala Machado de Assis, 4º andar do prédio B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
Kristina Michahelles é pesquisadora e também diretora da Casa Stefan Zweig em Petrópolis, Rio de Janeiro. A casa que se tornou um memorial é o local onde o escritor passou cinco meses da sua vida antes de cometer suicídio junto com a esposa em 1942. Para os pesquisadores da vida de Zweig, o principal motivo para o seu suicídio era temor de que o Brasil entrasse na guerra.
Stefan Zweig era um refugiado da II Guerra Mundial vivendo no Brasil; ele escreveu contos, poemas, peças de teatro e também relatos sobre sua vida, desde a infância na Áustria, passando pela guerra, até chegar ao Brasil. A Casa Stefan Zweig lançou o livro “A rede de amigos de Stefan Zweig: sua última agenda 1940-1942″ em 2015. A obra traz os contatos da última agenda telefônica de Zweig, com notas sobre todos os personagens da lista.
Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DCG/UFSC
O curso de Cinema da UFSC realiza, de 28 de setembro a 2 de outubro, a 9ª Semana de Cinema com o tema “Cinema vivo: ativismo e sociedade”. Estão programados cinco dias de atividades com palestras, rodas de conversa, oficinas, exibição de filmes e debates. O evento é gratuito e aberto à comunidade.
A partir das perguntas “Qual a relação de cinema e mobilização social?” e “Como a cultura pode ajudar no processo de transformação social?”, será discutido de que forma a produção cinematográfica pode causar mudanças na sociedade. Questões como machismo, preconceito racial e de gênero, pornografia e movimentos sociais também serão debatidos. A Semana de Cinema tem o objetivo de instigar o pensamento crítico e político e também informar sobre o cenário brasileiro e as políticas da produção audiovisual. Estarão presentes realizadores e teóricos especializados no assunto.
Uma das atrações será o filme “A História da Eternidade” (2014), do diretor Camilo Cavalcante. O longa venceu, em 2014, o “21º Festival de Vitória” e o “6º Festival de Paulínia”. O enredo se passa no sertão nordestino e coloca em foco a vida de três mulheres de diferentes idades. O filme vai ser exibido na segunda-feira, dia 28 de setembro, às 18h30, no Auditório do Centro De Ciências Jurídicas (CCJ).
As inscrições para as oficinas estão abertas e podem ser feitas aqui.
Mais informações na página do evento Facebook.
Giovanna Olivo/Estagiária de Jornalismo/Agecom/DCG/UFSC