Evento celebra história dos negros no Brasil através da capoeira

05/05/2011 16:37

A capoeira desmente a história oficial sobre a abolição da escravatura e conta a história de resistência negra contra a escravidão. Com a proposta de refletir sobre a situação da população e da cultura afrodescendente em Florianópolis e no Brasil, o Projeto de Extensão “Capoeira da Ilha” promove de 10 a 13 de maio a primeira edição do evento “Dona Isabel, que história é essa?” A programação, concentrada no auditório do Centro de Desportos (CDS) da UFSC, inclui mesa-redonda, relatos da experiência da capoeira em Moçambique; rodas de capoeira; conferência sobre relações raciais em Santa Catarina e no Brasil e confraternização com feijoada.
O evento abre às 18h30min do dia 10 com uma mesa-redonda sobre a História da capoeira na Ilha, sob a coordenação do acadêmico de História Dalton Lopes Reis Júnior coordenada por mestres de capoeira.  Na quarta-feira, às 18h30min, a professora Danuza Meneghello e Edson Siof (mestre Polegar) falam sobre a “História de uma relação Brasil e África”, fazendo um relato da experiência da capoeira em Moçambique, sob a coordenação do acadêmico de Educação Física Arestides Macamo. À noite tem roda de capoeira.
Na quinta-feira, a programação começa às 12 horas, com Roda de Capoeira no Básico. Às 18h30min, a professora Jeruse Romão profere a conferência “Relações Raciais em Santa Catarina e no Brasil”, coordenada pelo professor Carlos Eduardo dos Reis (Nepesc, do Centro Ciências da Educação). Sexta-feira, às 18horas, é dia da Feijoada “13 de maio”, no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN). O evento encerra no sábado, com Roda da Figueira às 12 horas.
Coordenado por professores do Departamento de Educação Física e Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC, o evento conta com a colaboração dos mestres e contramestres da Central Catarinense de Capoeira Angola (Cecca) e o apoio da Secretaria de Cultura e Arte. O projeto “Capoeira da Ilha” é realizado nas dependências do Centro de Desportos (CDS), sob a coordenação do professor Fábio Machado Pinto (MEN/CED/UFSC).
 
PROGRAMAÇÃO:
Terça-feira -10/5
18h30 – Mesa-redonda “História da Capoeira da Ilha”, com mestres de capoeira (Pop, Calunga, Pinóquio, Alemão).
Coordenador: Ac. Dalton Lopes Reis Junior (História)
Quarta-feira – 11/5
18h30 – “História de uma relação Brasil e África”: Relato da experiência da capoeira em Moçambique pela professora Danuza Meneghello e Edson Siof (mestre Polegar)
Coordenador: Ac. Arestides Macamo (Educação Física)
20h – Roda de Capoeira (mestre Polegar)
Quinta-feira -12/5
12h – Roda do Básico (C.M Khorvão)
18h30 – Conferência “Relações Raciais em Santa Catarina e no Brasil”, com
o professor Jeruse Romão.
Coordenador: professor Carlos Eduardo dos Reis (NEPESC/CED)
Sexta-feira – 13/5
18h – Feijoada “13 de maio”, no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN). O convite será vendido por R$ 15.
Coordenação: C.M Khorvão
Sabado – 14/5
12h – Roda da Figueira (mestre Pinóquio)
Inscrições e informações pelo e-mail .
 
Raquel Wandelli
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Cultura e Arte
99110524 e 37219459
www.secarte.ufsc.br

Exposição revela Fortalezas da Ilha

05/05/2011 16:24

Fotografias, trajes de época, réplicas de canhão e maquetes das fortificações fazem parte da exposição Fortificações da Ilha de Santa Catarina que começa no dia 2 de maio e vai até 3 de junho, no Espaço Cultural do Arquivo Público de Estado de SC. Organizada pelo Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina da Secretaria de Cultura e Arte, a mostra apresenta fotos e relíquias das fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz (Ilha de Anhatomirim) e Santo Antônio (Ilha de Ratones Grande). As visitas podem ser feitas de segunda a sexta, das 13 às 19 horas. 

Com o objetivo de restaurar e revitalizar as fortificações construídas pelos portugueses no século XVIII, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criou o Projeto Fortalezas. Ao mesmo tempo em que promove o estudo e a preservação, o projeto divulga e valoriza as fortificações históricas da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina. Atualmente, a UFSC é gestora de três fortificações na região de Florianópolis: Fortaleza de Santa Cruz, na Ilha de Anhatomirim (no município de Governador Celso Ramos), Fortaleza de Santo Antônio, na ilha de Ratones Grande, Fortaleza de São José da Ponta Grossa e Bateria de São Caetano, ambas junto à Praia do Forte, no norte da Ilha.

O Projeto Fortalezas da Ilha mantém os três monumentos abertos à visitação durante o ano todo. Além de ter acesso aos prédios históricos e às exposições, o visitante entra em contato com a flora, fauna e as belezas naturais da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina. As fortificações são consideradas verdadeiros museus ao ar livre, pois preservam o patrimônio cultural e nos contam muito da história da Ilha.
Em 2010, Santa Catarina comemorou os 271 anos do início da construção do Sistema defensivo da Ilha, idealizado pelo brigadeiro José da Silva (1739). No mesmo ano, marcou os 31 anos em que a UFSC assumiu a tutela da primeira fortaleza, Santa Cruz de Anhatomirim (1979) e 26 anos da sua abertura à visitação pública (1984). Ainda no ano passado, foram completados 21 anos do início do Projeto Fortalezas da Ilha (1989), que em parceria com o IPHAN e com o apoio da Fundação Banco do Brasil, concluiu a restauração de Anhatomirim. Outro fato comemorado foi a restauração completa das fortalezas de Ratones (1990) e São José Ponta Grossa (1991), que também passaram a ser administradas pela Universidade Federal.

 

 Local: Espaço Cultural do Arquivo Público de Estado de SC.
            Rua Duque de Caxias, 261, Saco dos Limões, Florianópolis/SC

 Data: 03/05 a 03/06/2011(2ª a 6ª feira a s das 13 às 19 horas)

 Maiores Informações: telefone 48 3721.8302 c/ Joi ou 48 3239.6070

Para conhecer mais sobre essas fortificações mantidas pela UFSC, acesse na Internet o endereço: www.fortalezas.ufsc.br
Para conhecer sobre essas fortalezas e todas as demais fortificações da Ilha de Santa Catarina acesse na Internet o endereço: www.fortalezasmultimidia.com.br/santa_catarina

Promoção:

Universidade Federal de Santa Catarina – Secretaria de Arte e Cultura (SeCArte)

Secretaria do Estado de Administração – Santa Catarina

Imprensa e Editora Oficial do Estado de SC

Arquivo Público do Estado de Santa Catarina

Realização:

Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (UFSC)

Primeira mostra de dança é sucesso na UFSC

04/05/2011 17:12

Quem passou pela UFSC na sexta-feira, 29 de abril, foi pego por um clima de dança contagiante. Ministrantes, alunos, professores, funcionários ou simples observadores consideraram interessante e inovadora a iniciativa do Dia da Dança, fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura e Arte e o Curso de Artes Cênias da UFSC. A adesão às comemorações do  Dia Internacional da Dança na UFSC foi marcada por uma programação gratuita e aberta a toda comunidade que incluiu oficinas de diversas modalidades, mostra de dança, palestra e mesa-redonda. Jazz, Tango, Dança Indiana, Danças Circulares, Yoga, nenhum estilo ficou de fora do evento que deverá se repetir no próximo ano na mesma data.

O ponto alto da programação foram as oficinas de dança que superaram as expectativas, com lotação de alunos. O ministrante da oficina de Dança Contemporânea, Leandro Ávila relatou com entusiasmo: “A lista de inscritos tinha 14 nomes, mas quando cheguei aqui havia quase 30 pessoas. Achei muito interessante a iniciativa, pois tanto os alunos quanto ministrantes foram beneficiados por essa troca de conhecimento”. Duas alunas presentes na oficina de Leandro empolgaram-se com a programação. Elas participaram de oficinas durante todo o dia, como a de Improvisação e a de dança de salão. “Cheguei aqui cedinho e ainda não consegui parar. A dança está na flor da pele. Todos deveriam participar”, comenta a estudante de Letras da UFSC, enquanto se dirigia à palestra sobre Danças e Políticas Públicas.

A mesa-redonda, que aconteceu às 16 horas, foi mediada por Vera Torres (Centro de Desportos – UFSC) com a participação das debatedoras Sandra Meyer, Marta Cesar e Bárbara Rey. O tema era um panorama sobre Danças e Políticas Públicas e fez o auditório do CDS encher. Antes de começar a discussão, a representante da Aprodança, Marta Cesar, expôs alguns assuntos que seriam abordados na mesa-redonda, a exemplo do projeto de incluir a dança nas faculdades públicas, como um curso superior. Falou ainda sobre a importância de se comemorar mundialmente essa arte do corpo.

Para finalizar a programação, mostras de grupos de dança revelaram a integração entre as experimentações dos cursos de artes cênicas e as práticas corporais de dança da Educação Física.  “Quando nós somos você”, “Um duplo”, “Belly Fuzion” , “Dança do Ventre”, “Grupo Náiadis” e “Tango”, foram as seis mostras que encerraram o evento sob aplausos do público ansioso para o próximo Dia da Dança.  “Nós repetiremos a dose, neste ano na Semana Ousada, em setembro, e em todos os anos no Dia Internacional da Dança”, diz com entusiasmo a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, que entrou no clima e participou da oficina de Dança Indiana.

Marcela Borges de Andrade – estagiária de Jornalismo na SeCArte

 Raquel Wandelli – assessora de Comunicação da SeCArte

raquelwandelli@yahoo.com.br

raquelwandelli@reitoria.ufsc.br

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Evento propõe mergulho na cultura e arte tibetana

04/05/2011 13:59

De 27 de maio a 4 de junho, a UFSC será sede da II Semana de Cultura e Arte do Tibet, que oferecerá, cursos, palestras, mesas redondas, exposição de filmes e objetos de arte

Florianópolis vai se transformar na capital brasileira da cultura e arte do Tibete entre os dias 27 de maio e 4 de junho. Durante esse período, o Centro de Cultura Tibetana (CCT) realiza, na Universidade Federal de Santa Catarina, a II Semana de Cultura e Arte Tibetana, que oferecerá palestra, curso, exibição de filmes e exposições, entre outros eventos que terão a missão de divulgar a cultura desse país para os brasileiros. Com acesso gratuito a toda população para grande parte das atividades, o evento recebe o apoio da Secretaria de Cultura e Arte e do Núcleo de Estudos Orientais do Centro de Ciências Filosóficas e Humanas.

A cerimônia de abertura, às 18h30 do dia 27, no auditório da Reitoria da UFSC, será marcada pelo início da construção de uma mandala de areia. Monges do Namgyal, do monastério do Dalai Lama nos Estados Unidos, virão pela primeira vez ao Brasil para a realização dessa arte milenar, feita com milhões de grãos de areia coloridos e que representa a impermanência de todas as coisas. Os participantes da Semana poderão acompanhar de perto o processo de produção da mandala durante todos os dias de evento, das 9 às 18 horas. A cerimônia de desmantelamento da mandala ocorrerá no último dia de programações (4 de junho), às 15 horas.
Curso sobre história do Tibete
A programação da II Semana de Cultura e Arte Tibetana inclui o curso Tibete: História, Cultura e Sobrevivência no mundo, entre os dias 27 de maio e 4 de junho, no auditório do prédio da Reitoria da UFSC. Uma participação importante será a de Lama Padma Santem, Lia Diskin do Instituto Palas Athena, Tsewang Phuntso, representante do Dalai Lama, Professor Dr. Robert Barnett da Columbia University em NY, EUA. As sete palestras abordarão temas como história e cultura dessa nação, estratégias de sobrevivência de sua identidade cultural e a defesa dos Direitos Humanos, sempre a partir das 19h30 às 22 horas. No dia 30, haverá a sessão do filme O choro tibetano por liberdade, de Lara Damiani. As inscrições para as 180 vagas devem ser realizadas até o dia 20 de maio, pelo site oficial do evento www.semanatibetana.com.br ou pelo telefone (48) 91494717 ou (48) 88234455. As palestras avulsas custam R$ 40,00 e R$ 10,00 o filme e o pacote com sete palestras mais o filme, R$ 240,00.

Mesa Redonda
No dia 30, às 10 horas, no auditório da Reitoria da UFSC, a mesa redonda sobre o tema Um olhar para dentro: contribuições da Ásia para o mundo atual discutirá a expansão e a influência da cultura asiática nos países do Ocidente, abordando temas como ciência, técnicas contemplativas, estudos da mente e filosofias milenares. Comporão a mesa o Lama Padma Samten, do Centro de Budistas Bodisatva, João Lupi, professor da UFSC, os Monges Joaquim e Gensho, representante do Zen Budismo de Florianópolis, e o professor Reverendo Joaquim Monteiro. Com moderação de Alexandre Vieira, do CCT, a mesa será aberta ao público e gratuita.
Exposições, filmes e palestras
As Thangkas – pinturas religiosas originárias do Tibete repletas de simbologias que budistas usam para representar deuses, deusas, mandalas e figuras históricas – serão destaque de uma das exposições que ocorrem durante a II Semana, no hall do prédio da Reitoria da UFSC e com acesso gratuito. No dia 30, essas pinturas consideradas das mais tradicionais expressões da cultura tibetana estarão expostas para os participantes do evento. Outras duas exposições fotográficas também fazem parte da programação – Fotos variadas da cultura tibetana e The Missing Peace in a Box, que poderão ser visitadas diariamente, das 9 às 22 horas. A primeira coletânea de fotos conta a história do Tibete em imagens de seu próprio povo, enquato The Missing Box foi concebida como uma exposição de artes visuais que viaja o mundo em uma caixa. São 14 pôsteres, doados por artistas famosos e inspirados nos princípios de compaixão do Dalai Lama.

O evento também abrirá aos espectadores a oportunidade gratuita de conhecimento do cinema tibetano com a realização de uma seleção de filmes. No dia 2 de junho, às 15 horas, será exibido Fogo na Neve, do diretor Makoto Sasa. O enredo é a história de Palden Gyatso, monge budista que durante 33 anos sofreu torturas e realizou trabalhos forçados em um cativeiro mantido por chineses. No dia 3 de junho, às 17 horas, será exibida a segunda película: Tibete: O que resta de nós, dirigida por François Prévost e Hugo Latulippe, que conta a história de uma jovem tibetana canadense em sua jornada divulgando um vídeo do Dalai Lama.

Durante a palestra gratuita sobre Arte Budista do Tibete: introdução e perspectivas, no dia 28 de maio, às 14 horas, no auditório da Reitoria, os artistas, o tibetano Ogen Shak e a brasileira H. Gyatso abordarão a relação entre arte, técnica e insight contemplativo.

Banquete tibetano

Na noite do dia 1º de junho, os participantes da II Semana de Cultura e Arte Tibetanas vão conhecer e saborear as iguarias típicas da culinária do país. Um jantar preparado pelo chef e artista Ogen Shak, que terá início às 19h30, no Sítio da Alegria, no Bairro João Paulo, em Florianópolis, oferecerá três tipos de Momos – tradicional pastel cozido no vapor e com diferentes opções de recheio e acompanhamentos –, molhos, arroz de açafrão e uma deliciosa entrada. Além de liderar a equipe que preparará o banquete, Ogen Shak fará uma apresentação de canções típicas do Tibete, com demonstrações multi-instrumentais. Os convites, a R$ 50,00 podem ser adquiridos pelo site www.semanatibetana.com.br ou pelo telefone (48) 91494717.

A programação completa da II Semana de Cultura e Arte Tibetana encontra-se no www.semanatibetana.com.br

SERVIÇO:
Data: de 27 de maio a 4 de junho
Local: Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Endereço: Rua Campos Universitário – Trindade – Florianópolis
Entrada franca para as atividades de dia, a noite o Curso será pago. Ver www.semanatibetana.com.br

Contatos para inscrições: 91494717 (Mandhira Dêvi)

Ana Paula: 88234455

Contatos para imprensa: Patrícia Rodrigues e Cerys (91299662).

Assessora de Imprensa
Patrícia Rodrigues 00158/JP
Telefone: (48) 7811-6859 ID 105723*2
Skype: patricia629000

Assessoria de Comunicação da SeCArte
Raquel Wandelli
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