O Planeta.Doc Conferência acontece no dia 23 de outubro, segunda-feira, e conta com renomados cientistas, pensadores e cineastas na área socioambiental. O evento é gratuito e acontece no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, das 14h às 22h.
O foco do evento neste ano será “Bens Comuns, Lixo Zero e Cidades Humanas”. O tema ‘Cidades Humanas, Cidades do Futuro’ abrirá o bloco de conferências, a partir das 19 horas. Antes disso, às 17h, os participantes poderão conferir o bloco temático cinema e meio ambiente e as 14 horas o Bloco Lixo Zero. A programação completa estará disponível em breve.
Para participar é preciso fazer inscrição neste link.
Mais informações:
www.planetadoc.com
www.planetanaescola.com/
https://www.facebook.com/planetadocfestival/
Nessa sexta-feira, 6 de outubro, às 20h, o projeto Cine Paredão apresenta o filme Lo and Behold – Eis os Delírios do Mundo Conectado, no Bosque do CFH (Centro de Filosofia e Ciências Humanas).
Sinopse
Com entrevistas e testemunhos de diversas personalidades ligadas à tecnologia, Werner Herzog faz uma viagem pela internet, robótica e inteligência artificial, desde as suas origens até aos dias de hoje. Uma análise detalhada e minuciosa sobre os impactos exercidos na sociedade contemporânea – que passa grande parte do seu tempo conectada no mundo virtual por causa das necessidades e demandas da vida moderna – bem como uma exploração aprofundada, filosófica e provocativa sobre os limites e as fronteiras da internet.
Ficha técnica
Direção: Werner Herzog
Roteiro: Werner Herzog
Elenco: Kevin Mitnick, Leonard Kleinrock, Elon Musk, Lucianne Walkowicz, Sebastian Thrun, Lawrence Krauss, Tim Berners-Lee, Ted Nelson, Shawn Carpenter
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O ciclo de palestras “Museu em Curso” do Museu de Arqueologia e Etnologia Oswaldo Rodrigues Cabral (MArquE) traz a palestra “Arqueologia de campo de batalha – interpretação, conservação, extroversão” com o professor Jaime Mujica Salles. O evento ocorre no dia 10 de outubro – terça-feira -, às 15h, no Auditório do MArquE.
O palestrante:
Jaime Mujica Salles é professor permanente do Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Arqueologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Atua nas linhas de pesquisa de Conservação de Materiais Arqueológicos e Arqueologia de Campo de Batalha. É coordenador da Gestão de Acervos, do Grupo de Pesquisa do CNPq “Conservação Preventiva e Curativa de Coleções Arqueológicas” e do Projeto de Pesquisa “Conservação in situ de Materiais Arqueológicos”; pesquisador do Laboratório Multidisciplinar de Investigação Arqueológica – LÂMINA, do Instituto de Ciências Humanas da UFPel; responsável pela área de Conservação preventiva e curativa de Materiais Históricos e Arqueológicos. Possui Doutorado em Agronomia – Ciências do Solo – pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), mestrado em Botânica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e graduação em Ciências Biológicas pela Facultad de Humanidades y Ciencias (FHC) no Uruguai.
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O projeto Cineclube Sessão de Arte exibe na terça-feira, 10 de outubro, o filme “Do Fundo do Coração”, de Francis Ford Coppola. A atividade ocorre às 14h30, na sala de projeção, no primeiro andar do bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).
Sobre o filme
“Do Fundo do Coração” é considerado uma grande obra de arte. Foi todo filmado em estúdio e sua produção faliu a produtora de Coppola. O filme custou mais de 25 milhões de dólares e, quando lançado em 1982, foi um enorme fracasso de público e crítica.
Ao escolher recriar a cidade de Las Vegas, cenário do filme, inteiramente dentro de seus estúdios, utilizando fundos falsos claramente artificiais, Coppola remete diretamente às produções de Georges Méliès. Coppola escolhe o universo da fantasia para contar sua fábula sobre um casal em crise no relacionamento, fugindo do tom realista que marcara a maioria dos filmes da Nova Hollywood nos anos 1970.
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Na próxima quinta feira, dia 05 de outubro, o Projeto Cinema Mundo/UFSC, em parceria com a Semana Acadêmica de Cinema, dará continuidade à sua mostra de filmes de Cinema Brasileiro Contemporâneo apresentando o filme “Branco sai, preto fica” (2014), de Adirley Queirós. O evento acontece no Auditório Elke Hering, da Biblioteca Universitária da UFSC, às 18h30, com comentários de Matheus Faisting e Flávia Guidotti. A sessão tambémcomemora os 5 anos do projeto.
Sinopse
Tiros em um baile de black music em Brasília ferem dois homens, que ficam marcados para sempre. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.
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O projeto de extensão Capoeira da Ilha, que tem como intuito promover a capoeira dentro da universidade e na cidade de Florianópolis, segue com vagas abertas. As aulas são realizadas de segunda a sexta-feira, e não possuem limites de alunos.
A turma de segunda e quarta acontece às 20h, a de terça e quinta-feira às 12h e a de sexta-feira às 18h30, todas no ginásio de alumínio do Centro de Desportos da UFSC (CDS), ministradas pelo mestre “Polegar”. Todo primeiro sábado do mês o grupo também faz roda no Mercado Público, às 10h.
Mais informações pelo e-mail
ou na página no Facebook.
O Projeto Café (Psico) Antropológico promove no dia 02 de outubro, segunda-feira, às 10h, o evento Gênero, mídia e violência, com exibição e debate do filme Quem matou Eloá?. O debate será realizados pelas professoras Carmen Rial (UFSC) e Marília Amaral (Cesusc), no auditório do Cesusc, com entrada gratuita.
O filme traz uma análise crítica sobre a espetacularização da violência e a abordagem da mídia televisiva nos casos de violência contra a mulher, revelando um dos motivos pelo qual o Brasil está entre os cinco no ranking de países que mais matam mulheres.
O projeto é organizado pelo Núcleo de Antropologia Audiovisual e Estudos da Imagem (NAVI), Núcleo de Identidades de Gênero e Subjetividades (NIGS) e Núcleo de Pesquisa em Práticas Sociais (NUPRA).
Serviço
O quê: Debate e exibição dos documentários “Quem matou Eloá?”, de 2015.
Onde: auditório do Cesusc
Data: 02 de outubro, segunda-feira
Horário: 10h
A Galeria Arco 8 na cidade de Ponta Delgada no Arquipélago dos Açores recebe no dia 4 de outubro a exposição “Janelas” do fotografo Joi Cletison. Em fotos impressas sobre tecido de diversas janelas de Florianópolis, do Arquipélago do Açores e de Portugal Continental, o fotógrafo pretende oferecer, através delas, um paralelo arquitetônico e artístico entre os povos de cultura açoriana. O evento inicia dia 4 de outubro de 2017, às 21h, e vai até 13 de outubro.
Joi Cletison já atuou como coordenador do Departamento Artístico e Cultural (DAC), do Projeto Fortalezas da UFSC e do Núcleo de Estudos Açorianos (NEA). Atualmente é diretor de produção da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), e colaborando como curador e incentivador de exposições dentro e fora da universidade.
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Nessa sexta-feira, 29 de setembro, às 20h, o projeto Cine Paredão apresenta o filme Febre do Rato, no Bosque do CFH (Centro de Filosofia e Ciências Humanas).
Sinopse
Febre do Rato é uma expressão popular típica da cidade do Recife que designa alguém quando está fora de controle, alguém que está danado. E é assim que Zizo (Irandhir Santos), um poeta inconformado e de atitude anarquista, chama um pequeno tablóide que ele publica com o próprio dinheiro. Na cidade úmida e escaldante, enfiada na beira de mangues e favelas, Zizo alimenta sua pena, seu sarcasmo, sua grossa ironia. As coisas caminham de maneira descontrolada, mas ao mesmo tempo todas as relações estão estabelecidas em cima do mundo que Zizo criou e alimentou para si mesmo.
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Neste fim de semana (29 e 30 de setembro e 1º de outubro), a ‘Mostra Sylvio Back 8.0 – filmes noutra margem’ exibe os últimos filmes da Mostra, além de um documentário de Eduardo Paredes em homenagem ao diretor. Os filmes “Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro”, “O Contestado – Restos Mortais” e ” O Universo Gracialiano” encerram os quatro finais de semana completando a exibição de 12 obras cinematográficas do consagrado diretor Catarinense, Sylvio Back. Os eventos acontecem às 20h, no Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis – todas as exibições são gratuitas e abertas ao público.
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