Agenda Cultural
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
Até 15 de dezembro, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 22h, a Biblioteca Central da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) recebe, no Espaço Expositivo Hall da Circulação, a mostra Cores do ser: vista imaginária da artista Yulia Ievskaya. A mostra reúne pinturas que celebram a beleza da natureza e do ser humano, em um gesto de amor e contemplação. Por meio do realismo e de uma paleta de cores intensas, a artista busca expressar a harmonia e a perfeição da natureza e do ser humano.
Sobre a artista
Yulia Ievskaya, artista plástica, linguista e professora de arte, nasceu em Moscou, onde se formou em Linguística e Arte Clássica. Desde 2021, reside em Florianópolis. Na Rússia, trabalhou com a língua inglesa em empresas internacionais, deixando a arte em segundo plano como hobby por muitos anos.
Durante a pandemia, ao viajar e permanecer no Brasil, encontrou inspiração na natureza, nas pessoas e na influência da nova cultura. A arte então deixou de ser apenas um passatempo e passou a ser seu trabalho, sua principal atividade e seu modo de vida.
Atualmente, Yulia atua como professora de arte: desde 2022 ensina crianças e adultos em aulas particulares, ministra masterclasses em Florianópolis, participa de exposições de arte no Brasil e produz obras por encomenda e para venda.
A maioria de seus trabalhos já foi exibida em exposições coletivas entre 2023 e 2025, em espaços como: Galeria Venere (Florianópolis, SC), Galeria Oposta (Limeira, SP), Galeria DesignArt (Florianópolis, SC), além do projeto de arte urbana Sermão de Santo Antônio aos Peixes (Florianópolis, SC) e publicações digitais — somando 11 projetos no total. Esta é sua primeira exposição individual. Sua produção artística inclui pinturas acrílicas de natureza, animais e retratos humanos, além de desenhos de corpo humano ao vivo.
Mais informações no site da BU.
A sessão solene do Conselho Universitário, que celebrará os 65 anos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), foi reagendada para a próxima segunda-feira, 15 de dezembro, às 9h30, no Auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos Reitor Luiz Carlos Cancellier de Olivo, campus Trindade, em Florianópolis.
O evento precisou ser transferido por conta das fortes chuvas que atingiram a região e do decorrente alerta da Defesa Civil.
A sessão solene será transmitida ao vivo, por meio do canal do Conselho Universitário no YouTube.
A cerimônia contará, pela primeira vez na instituição, com homenagens a quatro técnicos-administrativos em Educação (TAEs) referências em suas áreas de atuação.
No mesmo evento, haverá entrega de homenagens a seis educadores referências em suas áreas, além de apresentações artísticas dos grupos Garapuvu Tap e Duo Fluxo e lançamento de um vídeo em homenagem aos 65 anos da UFSC.
Será que, um dia, poderemos olhar pra trás e dizer: ‘isso aqui é muito a gente’? Que um dia teremos coragem de encarar um momento na história e dizer que isso também nos diz respeito, como um sonho, um sonho que continua a ser sonhado por hipotálamos, esquinas na cabeça, ruelas no coração de outras, outras, e tantas. Mas aqui estou e eu me disponho a lutar para que este sonho não seja em vão. Quero que este sonho não vire mais uma coisa sem rosto. Eu quero despertar. E nisso eu te pergunto: De quantos sonhos mais precisaremos sonhar para construir um despertar coletivo?
A partir da leitura dramática de uma criação cênica inédita, o Coletivo Dizputa Sitiada ressurge aos palcos da cidade de Florianópolis para compartilhar sua pesquisa em processo chamada “Oferecemos esta última luta aos vencidos ou ela acordou dando chutes no ar”. Nesse momento de troca, o coletivo compartilhará ao público fragmentos de texto, configurações de cena e poesias imagéticas que orbitam, mesclam e chocam os universos do sonho e da luta, temas que orientaram os últimos anos de criação do coletivo para este novo trabalho.
Aos que ostensivamente ganham perdendo e aos que miseravelmente perdem ganhando, aqui jaz uma última luta.
Esta apresentação contará com intérprete de Libras, garantindo acessibilidade e inclusão para todas as pessoas presentes.
- Classificação indicativa: 14 anos
Direção: Coletiva
Dramaturgia: Coletivo Dizputa Sitiada
Provocações/ Mediação Dramatúrgica: Guilherme Raphael Caldeira
Elenco: Iarima Castro Alves, Lucas Dalbem e Manuela Campagn
Operador(a) de luz: Guilherme Raphael Caldeira
Sonoplastia / Trilha sonora original: Lucas Dalbem
Operador(a) de som: Guilherme Raphael Caldeira
Produção: Iarima Castro Alves e Manuela Campagna
Vídeo / Registros audiovisuais: Amanda Andrade
Intérprete de Libras: Tay Mulle
Atividade realizada com recursos da PNAB do Governo Federal.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
Apresentação de um ensaio aberto do espetáculo “Entre o Céu e o Mar”, uma performance teatral híbrida que estam construindo e ensaiando, e que combina diferentes formas de arte: música, dança e pintura, sendo que serão apresentadas composições originais para contrabaixo, do músico Mateus Costa, dança coreografada pela bailarina Aline Porto Quites e pinturas da artista Ana Luisa Kaminski, que pintará ao vivo durante a performance. Existe um enredo, na performance, em que cada um dos artistas participa de cenas, durante a execução das músicas, numa interação harmônica, criativa e instigante entre as formas de fazer artístico.
O objetivo da atração é alcançar e beneficiar o público apreciador de cultura e artes em geral, tanto da comunidade acadêmica quanto sociedade civil e moradores em torno da UFSC, e pretende fazer uma audiodescrição da apresentação.
- Classificação: Livre
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
Um dia cotidiano, de um ano perfeitamente normal, numa rotina comum. Acordar, levantar, se arrumar, pronta para sair, assim começa nossa peça, uma história que todos já passaram. E sem sair do lugar. Em casa e somente em casa, presa, trancada, enclausurada, Tchuvis luta contra a raiva e a frustração de andar em círculos no mesmo lugar. Juntamente com seu único parceiro de cena, um rádio, nossa protagonista desenha epopeias contra o tédio ao ter aulas de fotografia, aprender a tocar piano ou simplesmente beber um tranquilo chá.
- Evento gratuito: Retirada do ingresso no local uma hora antes da apresentação.
- Classificação indicativa: 10 anos
- Acessibilidade: Audiodescrição aberta ao público – integrada ao espetáculo.
Pessoas com deficiência visual podem reservar seu ingresso pelo número: 48 99190-1206
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama
A exposição de pinturas 8 de Janeiro – Jamais Fomos Modernos de Alex Frechette explora os acontecimentos de 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando indivíduos buscaram promover um golpe de estado, resultando em danos a noção de democracia e aos edifícios do Palácio do Planalto, Superior Tribunal Federal e Congresso Nacional, bem como às obras de arte modernistas que ocupavam esses espaços em Brasília.
Os trabalhos de Alex Frechette falam assim dos danos infligidos aos ícones modernistas em Brasília, incluindo as punhaladas na tela As Mulatas de Di Cavalcanti, a destruição de parte dos azulejos e o muro escultórico de Athos Bulcão, a pichação na escultura da Justiça de Alfredo Ceschiatti e a depredação nos prédios projetados por Oscar Niemeyer. Estes ataques parecem questionar o próprio projeto de modernidade brasileiro, exigindo uma análise dos desafios da relação entre ação, cultura e contexto histórico e os desafios enfrentados pela democracia e pela arte contemporânea. O título da exposição estabelece um diálogo com a crítica de Bruno Latour à concepção tradicional de modernidade, ressaltando que esta não é uma narrativa linear, mas um campo complexo de interações. As obras da exposição refletem o repúdio aos eventos que buscaram um golpe de estado e também se debruçam sobre as noções tradicionais de progresso ao retratar as cenas de destruição ao estilo dos primeiros modernistas.
Alex Frechette é artista visual e doutor em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), vive e trabalha em Niterói-RJ. Seu trabalho engloba desenhos, pinturas, objetos e vídeos, explorando elementos do cotidiano social brasileiro e seus desdobramentos, pulsões e tensões numa busca por discussões sobre história, memória, ativismos e processos poéticos contra-hegemônicos.
Até 08/01/2026, a Biblioteca Central da UFSC recebe a mostra “Fechem as Janelas“ com a curadoria de Patrícia Di Loreto e assistente de produção M. S. Josie.
Semestralmente a Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da UFSC oferece Cursos e Oficinas Livres de Artes. A finalidade é propiciar à comunidade uma formação inicial e continuada em diversas áreas das artes promovendo a capacitação do público interno e externo à UFSC. Na turma “Na pesquisa da Imagem – Nível Intermediário” do primeiro semestre de 2025 exploramos os gêneros clássicos da pintura — natureza-morta, retrato, paisagem, interiores — sempre com um olhar atento às diferentes técnicas, entre o óleo e a acrílica. Cada pincelada nasceu da experimentação: pincéis de cerdas e macios, espátulas, objetos improvisados que, de repente, se tornaram ferramentas indispensáveis.
O percurso foi guiado por mestres diversos: as naturezas silenciosas de Morandi, as linhas nervosas e as mulheres vibrantes de Toulouse-Lautrec, a materialidade densa de Tàpies, as odaliscas de Matisse, o art brut de Dubuffet, os drippings de Pollock, o expressionismo intenso de Iberê Camargo, o pop colorido de Hockney. Entre vapores de terebintina e tardes de chuva e frio, fechados como num claustro, trabalharam com disciplina e entrega. “Fechem as janelas!” tornou-se uma frase repetida, quase um mantra — não só por um motivo curioso que nasceu no ateliê, mas também como metáfora. Pois não é, afinal, nesse recolhimento, nesse silêncio impregnado de cor e cheiro de tinta, que a inspiração encontra seu lugar para florescer?
Participantes
- Caio Martins
- Carla Carvalho
- Christinne Comunello
- Lu Margutti
- M.S. Josie
- Sissi
- Sonia Tuyama








