Inscrições para o II Festival de Música da UFSC encerram em 15 dias

23/05/2011 16:28

Continuam abertas até o dia 31 de maio as inscrições para a segunda edição do Festival de Música da UFSC, promovido pela Secretaria de Cultura e Arte e Departamento Artístico-Cultural da UFSC. As 20 composições vencedoras vão participar de uma grande grande mostra não-competitiva nos dias 27 e 28 de agosto, no horário das 18 às 22 horas, na Praça da Cidadania. Os músicos vencedores receberão troféu e terão suas composições gravadas em CD e DVD com produção profissional.

Primeiro festival de música desde a década de 80, o evento é aberto à participação de estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também podem participar compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da grande Florianópolis.  Cada proponente poderá inscrever até três músicas de composição própria, sem nenhuma restrição de estilo. Dentre as três apenas uma será selecionada e irá ao palco do festival. A seleção ocorrerá de 1 a 17 de junho.

Para fazer a inscrição é preciso entregar preenchido o formulário que se encontra disponível para download no site www.secarte.ufsc.br; um CD contendo a gravação de até três composições. Neste site serão divulgados os nomes dos eleitos pela comissão de seleção. O material deve ser entregue no horário das 14 às 18 horas, na SeCarte, que fica no prédio da Editora – 2º andar ou pelo endereço: Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, Prédio da Editora Universitária, 2° andar, Florianópolis, SC, CEP: 88040970. E-mail para contato: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br.

Um mês antes da realização do II Festival, no dia 13 de julho, a SeCArte e o DAC farão um show de pré-lançamento no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos. Nesse dia, o Cd e o DVD que estão sendo finalizados com a gravação do evento anterior serão apresentados ao público e distribuídos às bandas participantes do último festival. “Pretendemos que o festival seja um laboratório referencial no Estado de experimentação e produção de música”, salienta Maria de Lourdes Borges, secretária de Cultura e Arte da UFSC.

Prometendo reunir um público superior ao do ano passado, o festival iniciará com a apresentação dos grupos selecionados e será encerrado pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80). Presidida pelo músico Marco Valente, coordenador do Projeto 12:30, do Departamento Artístico-Cultural, a comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo ano.

A Comissão de Organização, presidida pelo músico está se reunindo desde o início de março para preparar o evento. “O objetivo do festival é incentivar a pesquisa e a produção musical com excelência”, lembra Valente. Valente aposta na qualidade e ousadia estética, pontos marcantes da edição anterior, que teve saldo de público de 15 mil pessoas.

Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

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Editora balzaquiana recebe reconhecimento e admiração da comunidade no seu aniversário

18/05/2011 16:10

A senhora livreira e balzaquiana chamada Editora da Universidade Federal de Santa Catarina foi a grande homenageada no lançamento coletivo que marcou as comemorações do seu 30º aniversário de fundação na segunda-feira à noite (16). Cerca de 150 pessoas compareceram ao Centro de Eventos para prestigiar o evento cultural “A Editora da UFSC no século XXI”, promovido pela Secretaria de Cultura e Arte. No hall superior do prédio, a Editora comercializou e expôs em nichos separados por livro, os 65 títulos que publicou no período de 2010 e 2011, envolvendo o trabalho de 350 autores, entre escritores, ensaístas, organizadores, pesquisadores e tradutores, que foram prestigiados com um coquetel e noite de autógrafos. As obras lançadas representam a mudança na política gráfica e editorial da Editora da no último ano. “A EdUFSC é um motor no desenvolvimento intelectual e cultural da nossa universidade e do nosso Estado”, disse o reitor Álvaro Prata.
Na mesma cerimônia, a Secretária de Cultura e Arte da UFSC Maria de Lourdes Borges e o diretor da EdUFSC Sérgio Medeiros divulgaram o resultado do Concurso Salim Miguel [Romance], cujo vencedor foi o professor de literatura, poeta e escritor Alckmar Luiz dos Santos. Na presença do vice Carlos Alberto Justus, estudantes, professores, funcionários familiares, intelectuais, autores novos e consagrados (como Flávio José Cardozo, Olsen Jr., Cláudio Cruz etc.), a Editora foi reverenciada em todos os discursos pelo seu papel na promoção do conhecimento. “Fico muito feliz ao perceber o cuidado que a editora tem demonstrado não só com o conteúdo, mas com o aspecto físico dos nossos livros”, elogiou o reitor, que se disse orgulhoso por ouvir tantos comentários entusiasmados dentro e fora do Estado quanto à qualidade que a editora vem imprimindo a suas publicações. A secretária lembrou que muitas outras obras de impacto estão sendo preparadas para o decorrer deste ano, de autores como Rodrigo de Haro, Cruz e Sousa, Pierre Bourdieu, Judith Butler, entre outros.
Em seu discurso, o diretor atual da Editora da UFSC enfatizou os três desafios que a instituição está procurando vencer nos seus 30 anos de vida, completados em dezembro passado. O primeiro deles foi implantar uma ampla reforma gráfica, alterando radicalmente o miolo e as capas, ou seja, mudando a diagramação, as fontes e a estética visual. “Conferimos aos nossos livros um formato eficaz e uma identidade ousada, para melhor inseri-los no mercado nacional”. O segundo desafio foi publicar os vários títulos aprovados em gestões passadas, sem prejudicar a edição de livros de impacto, aprovados pelo atual conselho da editora. “Atualizamos o catálogo e ao mesmo tempo ampliamos a oferta de novos títulos de grandes nomes de prestígio mundial, como Giorgio Agamben, Linda Hutcheon etc”.

O terceiro desafio foi divulgar esses livros nacionalmente, expondo-os nas melhores livrarias dos grandes centros e conquistando espaço para resenhas e notas nos melhores jornais do país. Medeiros destacou o apoio financeiro da Reitoria e da Pró-reitoria de Pós-graduação. “Sem ele não poderíamos ter inovado na editoração e impressão, muito menos publicado 65 títulos em 12 meses”. Por último, enfatizou o papel dos funcionários da editora, que compreenderam as reformas e passaram a colaborar ativamente na confecção de livros mais atraentes e contemporâneos.
Fundada em 1980 pelo reitor Ernani Bayer, a Editora da UFSC tem mais de mil títulos no mercado e publica, em média, 50 livros por ano. Em seus 30 anos, recebeu a contribuição de quatro diretores anteriores, todos citados e reverenciados pelo seu trabalho durante a cerimônia. No primeiro ano da fundação teve à frente o professor João Nilo Linhares Dutra, sucedido pelo escritor Salim Miguel, que a consolidou e a dirigiu de 1981 a 1991, conseguindo junto a Fundação Banco do Brasil os recursos para a construção de sua sede atual. No período de 1991 a 2008 o professor e poeta Alcides Buss assumiu a direção e de 2008 a 2010 o professor Luiz Henrique de Araújo Dutra, que estava presente na cerimônia.

Entre suas mais recentes publicações estão traduções pioneiras de obras em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka e Giorgio Agamben. Também lançou ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare. Através da aquisição de direitos autorais ou da parceria com outras instituições, lançou obras exclusivas de Linda Hutcheon, Paul Claval, Miguel do Vale de Almeida, Luiz da Costa Lima, Luc-Nancy.
Com o Instituto Itaú Cultural reuniu e editou os textos críticos do cineasta catarinense Rogério Sganzerla e prepara a publicação do romance de Glauber Rocha. A editora traz ao leitor o melhor da produção científica, tecnológica e cultural da UFSC através de séries como a Didática, Geral, Nutrição, Ética, Urbanismo e Arquitetura da Cidade, Imagens, Gênero e Relações Internacionais, Pensamento do Fora e livros de Direito em parceria com a Fundação José Boiteux e da publicação dos grandes escritores catarinenses de todas as épocas, como o contista Silveira de Souza. Recentemente foi aprovada pelo Conselho Editorial a Coleção Repertório, que incluirá entre nomes universais de formação, autores catarinenses fundamentais como Rodrigo de Haro, Franklin Cascaes e Cruz e Sousa, todos já em linha de produção.

DA VELHICE À INFÂNCIA, UFSC RELEMBRA TRAJETÓRIA DE SALIM MIGUEL

Para incentivar a produção literária em Santa Catarina, a SeCArte e a EdUFSC lançaram em outubro de 2010 o Concurso Romance Salim Miguel, que homenageia um dos mais representativos escritores catarinenses e já prepara os concursos para livros de conto, poesia, roteiro e dramaturgia para os próximos anos. Durante o evento Editora da UFSC no Século XXI, Salim ouviu a leitura de um texto narrando sua história e carreira literária e recebeu do reitor Álvaro Prata, uma coleção dos últimos lançamentos da Editora.
O nome de Salim foi escolhido por unanimidade pelo Conselho Editorial para representar o único concurso público na área de romance hoje em Santa Catarina. Bem humorado, Salim agradeceu dizendo que concursos não devem pautar a vida de um escritor, mas são bons porque ajudam a “massagear o ego”. Autor de 31 obras, Salim é o primeiro escritor de SC a ganhar os dois prêmios nacionais. A trigésima segunda (32º) obra, “Reinvenção da Infância”, será lançada no dia 9 de junho, no Centro Cultural do BRDE, em comemoração aos 60 anos de publicação da obra de estreia, “Velhice e outros contos”, circunscrevendo um novo retorno em sua bela e profícua vida literária, da velhice à infância.
Leia a história de Salim escrita pelo jornalista Moacir Loth:
Nascido no Líbano em 1924, o escritor, jornalista e animador cultural Salim Miguel chegou ao Rio de Janeiro em 1927 com os pais e irmãos imigrantes. Após dois anos, a família mudou para Biguaçu, na Grande Florianópolis, onde morou dos cinco aos 19 anos. Por isso considera-se cidadão líbano-biguaçuense. Em 1943, inicia sua longa e indelével jornada cultural em Florianópolis. Crítico literário e jornalista atuante, Salim amargou 48 dias de cadeia em 1964, durante a ditadura militar. A “experiência” inspirou obras, entre as quais, o livro Primeiro de abril: narrativas da cadeia, e o próximo lançamento (Narrativas de um exílio no Rio). Com a companheira de toda a vida Eglê Malheiros, produziu o argumento e roteiro do primeiro longa-metragem de Santa Catarina: O preço da ilusão. Ainda em Florianópolis criou e liderou o movimento cultural Grupo Sul, que revolucionou o panorama das artes, trazendo para Santa Catarina o movimento modernista.
Ao deixar a prisão, Salim e Eglê seguiram para o Rio de Janeiro, onde Salim atuou durante quase 15 anos em jornais e revistas, seja como colaborador assíduo do Caderno Idéias, do Jornal do Brasil (JB), ou nas empresas do Grupo Bloch como redator, repórter especial e chefe de redação.
Desde a publicação de seu primeiro livro, há 60 anos, o escritor autodidata Salim Miguel vem recebendo merecido reconhecimento. Além de conquistar, aos 87 anos, dois prêmios nacionais com o livro Nur na escuridão, romance sobre seus familiares libaneses no Brasil, o primeiro diretor efetivo da Editora da UFSC foi o autor catarinense homenageado do Circuito Cultural Banco do Brasil. Em 1999, Nur, publicado pela Topbooks-RJ, recebeu o prêmio de melhor romance do ano, uma distinção da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA); e em 2001, dividiu com o escritor Antônio Torres (Meu querido canibal) o Prêmio Zaffari & Bourbon da 9ª Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo (RS).
Ao completar meio século de literatura, Salim foi homenageado pelo Conselho Universitário da UFSC com a honraria máxima que uma universidade pode conferir: o título Doutor Honoris Causa. A mesma distinção foi dada em 99 ao Prêmio Nobel de Literatura José Saramago. Também foi agraciado com o prêmio Juca Pato 2002, conferido ao Intelectual do ano pela União Brasileira de Escritores (UBE) e jornal Folha de S. Paulo. Entre os seus prêmios, destaca-se ainda o da União Brasileira de Escritores (UBE-RJ) para Primeiro de abril – narrativas de cadeia. 

Por: Raquel Wandelli – assessora de comunicação da SeCArte/UFSC
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Museu e Memória em debate no Ciclo de Cinema

13/05/2011 17:38

Os filmes brasileiros “Tapete Vermelho, “Cerveja Falada”, “Tecido Memória”, “Franklin Cascaes” e “Museus do Rio” farão parte do Ciclo de Cinema e de debates que a Universidade Federal de Santa Catarina realizará na  9ª Semana de Museus – Museu, Memória e Patrimônio. O evento, que começa no dia 16 e vai até o dia 20 de maio, acontece no Auditório do Museu Universitário, sempre das 16 às 18:30h e é gratuito. Promovida pelo Curso de Museologia da UFSC e pelo Museu Universitário, a semana é uma comemoração ao Dia Internacional de Museus em 18 de maio e acontece simultaneamente em várias cidades brasileiras.

A cada ano, o Conselho Internacional de Museus (Icom) elege um tema para que as pessoas trabalhem e divulguem na Semana Nacional de Museus, e este ano o tema escolhido foi “Museu e Memória”. Em comemoração à data, a UFSC promoverá um Ciclo de Cinema e um debate, logo em seguida, sobre o filme brasileiro assistido. A programação começa na segunda feira, dia 16, com o filme “Tapete Vermelho”, dirigido por Luiz Alberto Pereira, seguido de um debate coordenado pela professora Leila Ribeiro, da Unirio.

Na terça feira, dia 17, o filme escolhido é “Cerveja Falada”, dirigido por Demétrio Panaroto, Luiz Henrique Cudo e Guto Lima. Logo após o curta, com duração de 15 minutos, Fernando Bopré e o diretor Guto Lima comandarão o debate. No dia seguinte, quarta-feira, 18, “Franklin Cascaes” estará no centro da discussão conduzida por Edina de Marco e José Rafael Mamigonian.

Na continuidade da programação do Ciclo de Cinema, o filme “Museus do Rio”, de Regina Abreu, irá para tela. Posteriormente, as Professoras da UFSC Evelyn Zea e Letícia Nedel comporão a mesa do debate. No encerramento do evento, na sexta-feira, 20, a semana apresenta o filme “Tecido Memória”, com direção de José Sérgio Leite Lopes, Rosilene Alvim e Celso Brandão. Para finalizar a programação, os professores Alex Valim e Rafael Devos, ambos da UFSC, assumem a palavra na discussão do tema Museu e Memória.

Marcela Borges de Andrade – estagiária de Jornalismo na SeCArte

 Raquel Wandelli – assessora de Comunicação da SeCArte

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Arte ao Vivo no Jardim do Palácio Cruz e Souza

12/05/2011 17:24

Violão, poesia, voz, tambores, performance e teatro compõem a manifestação artística, antropófaga e poética que performers, atores, músicos e alunos do curso de Artes Cênicas da UFSC promovem amanhã, 13 de maio, às 12 horas, no Jardim do Palácio Cruz e Souza. Os estudantes e atores Betinho Chaves e Sara Pusch Nogueira farão uma  performance-teatro evocando a musicalidade de Carlos Gomes, Heitor Villa-Lobos e do violonista Thierry Motta, ao violoncelo de Herlene Mattos e aos Tambores de Candombe de Uruguai. O espetáculo celebra a chegada da estação Outono e os 123 anos do Dia da Abolição da Escravidão no Brasil.

ANIVERSÁRIO DE 30 ANOS DA EDUFSC – Editora lança 65 livros e divulga resultado de concurso de romance

10/05/2011 13:21

Um grande evento literário marcará as comemorações dos 30 anos de fundação da Editora da UFSC e um ano de virada na política gráfica e editorial que a projetou entre as melhores editoras universitárias do país. Em alusão a essas conquistas, a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC promove, no dia 16 de maio, às 17 horas, na sala Aroeira do Centro de Cultura e Eventos, o lançamento coletivo: “A Editora da UFSC no século XXI”, que trará a publico 65 obras de grande relevância cultural. No mesmo evento, a Editora vai divulgar o nome do vencedor do Concurso Salim Miguel de Romance, o único no gênero hoje em Santa Catarina.

Para a tarde coletiva de autógrafos foram convidadas todas as pessoas envolvidas na produção intelectual da nova safra da Editora, o que inclui mais de 350 nomes, entre ensaístas, organizadores, escritores e tradutores que assinam 65 títulos publicados em 2010 e 2011. “São livros científicos, técnicos, ensaísticos e literários nas mais diversas áreas, que expressam essa mudança no projeto estético e editorial, caracterizada pela publicação de obras de impacto na cultura contemporânea”, explica a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges.  Depois da divulgação do vencedor do concurso haverá coquetel com tarde autógrafos.

Entre os lançamentos recém-saídos do prelo, o diretor da EduFSC, Sérgio Medeiros, destaca a obra Pensar/Escrever o Animal, um compêndio de 421 páginas que trata de uma das questões mais emergentes do pensamento contemporâneo: a superação da perspectiva antropocêntrica. Fruto de uma parceria com a Fapemig, de Minas Gerais, o livro é a primeira obra publicada no Brasil expressando o pensamento interdisciplinar sobre a relação do homem com outras formas de vida e sobre o impacto dessa relação na própria concepção clássica de ser humano.

Organizado por Maria Esther Maciel e lançado na última semana com grande impacto em Belo Horizonte, Pensar/Escrever o Animal reúne 20 ensaios inéditos, traduzidos para o português, de grandes especialistas internacionais, como Dominique Lestel e Donna Haraway, além de textos de ensaístas brasileiros, como Benedito Nunes, um dos maiores estudiosos da literatura moderna brasileira, Márcio Selligmann-Silva e Raúl Antelo. Os ensaios confluem pesquisas na área da filosofia, literatura, artes, etologia, biologia, arqueologia, zoologia, biopolítica, estudos de gênero, psicologia para discutir as tensões nas fronteiras entre o animal, o humano, a máquina e o artefato na direção de uma ética do inumano ou do pós-humano.

OBRAS LOCAIS E UNIVERSAIS

Criada em 1980, a Editora da UFSC tem mais de mil títulos no mercado e publica, em média, 50 livros por ano. Reconhecida pela excelência internacional dos seus títulos, é hoje uma das grandes editoras universitárias do país. Destaca-se também pelo cuidado e rigor de suas edições, além de imprimir formatos inovadores, como livro-estante e caixa-livro. O novo padrão gráfico prioriza o uso de papel pólen e se caracteriza pela apresentação de capas, texturas, cores e ilustrações de elegância estética. Merecedores de resenhas, artigos e indicações de leituras dos principais veículos de cultural do país, os lançamentos impactantes de 2010 e 2011 estão expostos no site e nas vitrines da Livraria Cultura e distribuídos para as principais livrarias do território nacional.

Entre suas mais recentes publicações estão traduções de obras inéditas em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka, Giorgio Agamben e Pierre Bourdieu (no prelo). Também lançou ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare. Através da aquisição de direitos autorais ou da parceria com outras instituições, lançou obras exclusivas de Linda Hutcheon, Paul Claval, Miguel do Vale de Almeida, Luiz da Costa Lima, Luc-Nancy e Judith Butler (os três últimos no prelo).

Com o Instituto Itaú Cultural reuniu e editou os textos críticos do cineasta catarinense Rogério Sganzerla e prepara a publicação do romance de Glauber Rocha. Para incentivar a produção literária em Santa Catarina, lançou em 2010 o Concurso Romance Salim Miguel e já prepara os concursos para livros de conto, poesia, de roteiro e dramaturgia para os próximos anos. Muita expectativa gira em torno do nome do romancista catarinense que levará o prêmio entre 28 escritores inscritos, muitos autores já consagrados.

A editora traz ao leitor o melhor da produção científica, tecnológica e cultural da UFSC, através de séries como a Didática, Geral, Nutrição e Ética e da publicação dos grandes escritores catarinenses de todas as épocas, como Silveira de Souza, Cruz e Sousa, Rodrigo de Haro, Franklin Cascaes (ambos no prelo). É associada à Liga de Editoras Universitárias, formada pela EdUSP, Unicamp, EdUFPA, EdUNB, EdUFMG e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Há dois anos, os livros da EdUFSC podem ser adquiridos pela livraria virtual www.edufsc.ufsc.br
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Curso de graduação indígena recomeça com aula magna e exposição intercultural

06/05/2011 22:53

Depois de permanecer dois meses nas escolas de suas aldeias repassando os conhecimentos desenvolvidos em fevereiro, os alunos indígenas do primeiro Curso de Graduação em “Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica” retornam na segunda-feira (9) para Florianópolis. Na Capital, eles retomam suas atividades em sala de aula na UFSC. O início da segunda etapa do curso será marcado pela realização de uma Aula Magna no dia 11, às 14 horas, no auditório da Reitoria, seguido pela abertura da exposição “Guarani, Kaingáng e Xokleng – Memórias e Atualidades ao Sul da Mata Atlântica”, com resultados de suas primeiras realizações pedagógicas. “A exposição tem ao mesmo tempo um significado ritualístico e acadêmico, porque é a forma como celebram o autoconhecimento e mostram aos outros grupos o que são”, explica Teresa Fossari, diretora do Museu Universitário.

Às 18 horas, logo após a Aula Magna, o Museu Universitário, ligado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, e o Centro de Filosofia e Ciências Humanas promovem uma solenidade de abertura de exposição. Seguindo os protocolos éticos nas relações entre culturas brancas e autóctones, a cerimônia inicia com a doação pelos representantes indígenas dos objetos em exposição ao acervo ao Museu Universitário. O Museu, por sua vez, apresentará imagens de seu acervo no local, já que os objetos não podem ser deslocados do ambiente climatizado em que se encontram para espaços sem controle de temperatura e umidade. A exposição ficará aberta ao público do dia 12 a 27 de maio 2011, de segunda a sexta de 8 às 12 horas e das 14 às 20 horas.

O objetivo da mostra é apresentar à comunidade universitária e à comunidade em geral o modo de vida de etnias indígenas que habitam as regiões sul e sudeste, do ponto de vista desses representantes, agora alunos de graduação na UFSC. Um grande diferencial da exposição é o fato de que a concepção e a curadoria são compartilhadas entre alunos do curso, equipe do Museu Universitário e a colaboração de outros profissionais e alunos da UFSC. A antropóloga Maria Dorothea Darella destaca que durante a primeira etapa concentrada a idéia da exposição foi recebida com entusiasmo pelos alunos e preparada como uma forma de “expor seus objetos e também se exporem”.

Sob a coordenação da professora Ana Lúcia Vulfe Nötzold, do curso de História do CFH, o novo Curso de Graduação “Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica” é direcionado aos grupos indígenas Kaingang, Xokleng e Guarani. Com o apoio da Coordenação Interinstitucional para Educação Superior Indígena (CIESI) em seu planejamento, durará quatro anos, totalizando 3.348 horas. Um total de 252 horas são destinadas a atividades acadêmico-científico-culturais, como palestras, debates, viagens de pesquisa, visitas a museus, a sítios arqueológicos, além de outras programações.

A primeira etapa concentrada ocorreu durante duas semanas em fevereiro e a segunda ocorrerá  de 09 a 28 de maio, quando se deslocam para a UFSC de distintas áreas do país, desde o Rio Grande do Sul até o Espírito Santo. Dentro da pedagogia da alternância e da filosofia da educação de jovens e adultos, eles passam um tempo intercalado entre as aulas aplicando os conhecimentos nas aldeias antes de regressarem aos bancos universitários.

Na primeira etapa, os indígenas realizaram como uma das atividades acadêmico-científico-culturais visitas à Reserva Técnica do Museu Universitário, quando puderam conhecer a produção artefatual dos distintos grupos étnicos implicados no Curso. Durante a visitação, alunos reconheceram e se emocionaram com objetos produzidos por antepassados e ali conservados, muitos não mais produzidos nas comunidades.

Contatos:

Divisão de Museologia

Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – UFSC

Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima – Trindade – CEP 88.040-900 – Florianópolis – Santa Catarina – Brasil
Telefones: 48 3721-8604 / 6473 / 9325

Assessoria de Comunicação SeCArte/UFSC (com informações do Museu Universitário)

Raquel Wandelli

raquelwandelli@gmail.com

99110524 e 37219459

Às 16 horas, logo após a Aula Magna, o Museu Universitário, ligado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, e o Centro de Filosofia e Ciências Humanas promovem uma solenidade de abertura de exposição. Seguindo os protocolos éticos nas relações entre culturas brancas e autóctones, a cerimônia inicia com a doação pelos representantes indígenas dos objetos em exposição ao acervo ao Museu Universitário. O Museu, por sua vez, apresentará imagens desse acervo no local, já que os objetos não podem ser deslocados do ambiente climatizado em que se encontram para espaços sem controle de temperatura e umidade. A exposição ficará aberta ao público do dia 12 a 27 de maio 2011, de segunda a sexta de 8 às 12 horas e das 14 às 20 horas.

O objetivo da mostra é apresentar à comunidade universitária e à comunidade em geral o modo de vida das etnias indígenas que habitam o território catarinense do ponto de vista desses representantes agora alunos de graduação na UFSC. Um grande diferencial da exposição é o fato de que a concepção e a curadoria serão compartilhadas pelos alunos do curso, equipe do Museu Universitário e a colaboração de outros profissionais e alunos da UFSC. A antropóloga Maria Dorothea Darella, uma das coordenadoras do curso, destaca que durante a primeira etapa concentrada a idéia da exposição foi recebida com entusiasmo pelos alunos e preparada como uma uma forma de “expor seus objetos e também se exporem”.

Sob a coordenação da professora Ana Lúcia Vulfe Nötzold, do curso de História do CFH, o novo Curso de Graduação “Licenciatura Intercultural do Sul da Mata Atlântica” é direcionado aos grupos indígenas Kaingang, Xokleng e Guaraní. Com o apoio da Coordenação Interinstitucional para Educação Superior Indígena (CIESI) em seu planejamento, durará quatro anos, totalizando 3.348 horas. Um total de 252 horas são destinadas a atividades acadêmico-científico-culturais, como palestras, debates, viagens de pesquisa, visitas a museus, a sítios arqueológicos, além de outras programações.

A primeira etapa concentrada ocorreu nas duas primeiras semanas de fevereiro e a segunda ocorrerá em meados de maio, quando se deslocam para a UFSC de distintas regiões do país, desde o Rio Grande do Sul até o Espírito Santo. Dentro da pedagogia da alternância e da filosofia da educação de jovens e adultos, eles passam um tempo intercalado entre as aulas aplicando os conhecimentos nas aldeias antes de regressarem aos bancos universitários.

Na primeira etapa, os indígenas realizaram como atividade acadêmico-científico-cultural visitas à Reserva Técnica do Museu Universitário, quando puderam conhecer a produção artefatual dos distintos grupos étnicos implicados no Curso. Durante a visitação, os alunos conheceram objetos conservados de suas distintas etnias, muitos não mais produzidos nas comunidades.

Contatos:

Divisão de Museologia

Museu Universitário Professor Oswaldo Rodrigues Cabral – UFSC

Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima – Trindade – CEP 88.040-900 – Florianópolis – Santa Catarina – Brasil
Telefones: 48 3721-8604 / 6473 / 9325

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Evento celebra história dos negros no Brasil através da capoeira

05/05/2011 16:37

A capoeira desmente a história oficial sobre a abolição da escravatura e conta a história de resistência negra contra a escravidão. Com a proposta de refletir sobre a situação da população e da cultura afrodescendente em Florianópolis e no Brasil, o Projeto de Extensão “Capoeira da Ilha” promove de 10 a 13 de maio a primeira edição do evento “Dona Isabel, que história é essa?” A programação, concentrada no auditório do Centro de Desportos (CDS) da UFSC, inclui mesa-redonda, relatos da experiência da capoeira em Moçambique; rodas de capoeira; conferência sobre relações raciais em Santa Catarina e no Brasil e confraternização com feijoada.
O evento abre às 18h30min do dia 10 com uma mesa-redonda sobre a História da capoeira na Ilha, sob a coordenação do acadêmico de História Dalton Lopes Reis Júnior coordenada por mestres de capoeira.  Na quarta-feira, às 18h30min, a professora Danuza Meneghello e Edson Siof (mestre Polegar) falam sobre a “História de uma relação Brasil e África”, fazendo um relato da experiência da capoeira em Moçambique, sob a coordenação do acadêmico de Educação Física Arestides Macamo. À noite tem roda de capoeira.
Na quinta-feira, a programação começa às 12 horas, com Roda de Capoeira no Básico. Às 18h30min, a professora Jeruse Romão profere a conferência “Relações Raciais em Santa Catarina e no Brasil”, coordenada pelo professor Carlos Eduardo dos Reis (Nepesc, do Centro Ciências da Educação). Sexta-feira, às 18horas, é dia da Feijoada “13 de maio”, no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN). O evento encerra no sábado, com Roda da Figueira às 12 horas.
Coordenado por professores do Departamento de Educação Física e Centro de Ciências da Educação (CED) da UFSC, o evento conta com a colaboração dos mestres e contramestres da Central Catarinense de Capoeira Angola (Cecca) e o apoio da Secretaria de Cultura e Arte. O projeto “Capoeira da Ilha” é realizado nas dependências do Centro de Desportos (CDS), sob a coordenação do professor Fábio Machado Pinto (MEN/CED/UFSC).
 
PROGRAMAÇÃO:
Terça-feira -10/5
18h30 – Mesa-redonda “História da Capoeira da Ilha”, com mestres de capoeira (Pop, Calunga, Pinóquio, Alemão).
Coordenador: Ac. Dalton Lopes Reis Junior (História)
Quarta-feira – 11/5
18h30 – “História de uma relação Brasil e África”: Relato da experiência da capoeira em Moçambique pela professora Danuza Meneghello e Edson Siof (mestre Polegar)
Coordenador: Ac. Arestides Macamo (Educação Física)
20h – Roda de Capoeira (mestre Polegar)
Quinta-feira -12/5
12h – Roda do Básico (C.M Khorvão)
18h30 – Conferência “Relações Raciais em Santa Catarina e no Brasil”, com
o professor Jeruse Romão.
Coordenador: professor Carlos Eduardo dos Reis (NEPESC/CED)
Sexta-feira – 13/5
18h – Feijoada “13 de maio”, no Centro Comunitário do Pantanal (CCPAN). O convite será vendido por R$ 15.
Coordenação: C.M Khorvão
Sabado – 14/5
12h – Roda da Figueira (mestre Pinóquio)
Inscrições e informações pelo e-mail .
 
Raquel Wandelli
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Cultura e Arte
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Exposição revela Fortalezas da Ilha

05/05/2011 16:24

Fotografias, trajes de época, réplicas de canhão e maquetes das fortificações fazem parte da exposição Fortificações da Ilha de Santa Catarina que começa no dia 2 de maio e vai até 3 de junho, no Espaço Cultural do Arquivo Público de Estado de SC. Organizada pelo Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina da Secretaria de Cultura e Arte, a mostra apresenta fotos e relíquias das fortalezas de São José da Ponta Grossa, Santa Cruz (Ilha de Anhatomirim) e Santo Antônio (Ilha de Ratones Grande). As visitas podem ser feitas de segunda a sexta, das 13 às 19 horas. 

Com o objetivo de restaurar e revitalizar as fortificações construídas pelos portugueses no século XVIII, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) criou o Projeto Fortalezas. Ao mesmo tempo em que promove o estudo e a preservação, o projeto divulga e valoriza as fortificações históricas da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina. Atualmente, a UFSC é gestora de três fortificações na região de Florianópolis: Fortaleza de Santa Cruz, na Ilha de Anhatomirim (no município de Governador Celso Ramos), Fortaleza de Santo Antônio, na ilha de Ratones Grande, Fortaleza de São José da Ponta Grossa e Bateria de São Caetano, ambas junto à Praia do Forte, no norte da Ilha.

O Projeto Fortalezas da Ilha mantém os três monumentos abertos à visitação durante o ano todo. Além de ter acesso aos prédios históricos e às exposições, o visitante entra em contato com a flora, fauna e as belezas naturais da Baía Norte da Ilha de Santa Catarina. As fortificações são consideradas verdadeiros museus ao ar livre, pois preservam o patrimônio cultural e nos contam muito da história da Ilha.
Em 2010, Santa Catarina comemorou os 271 anos do início da construção do Sistema defensivo da Ilha, idealizado pelo brigadeiro José da Silva (1739). No mesmo ano, marcou os 31 anos em que a UFSC assumiu a tutela da primeira fortaleza, Santa Cruz de Anhatomirim (1979) e 26 anos da sua abertura à visitação pública (1984). Ainda no ano passado, foram completados 21 anos do início do Projeto Fortalezas da Ilha (1989), que em parceria com o IPHAN e com o apoio da Fundação Banco do Brasil, concluiu a restauração de Anhatomirim. Outro fato comemorado foi a restauração completa das fortalezas de Ratones (1990) e São José Ponta Grossa (1991), que também passaram a ser administradas pela Universidade Federal.

 

 Local: Espaço Cultural do Arquivo Público de Estado de SC.
            Rua Duque de Caxias, 261, Saco dos Limões, Florianópolis/SC

 Data: 03/05 a 03/06/2011(2ª a 6ª feira a s das 13 às 19 horas)

 Maiores Informações: telefone 48 3721.8302 c/ Joi ou 48 3239.6070

Para conhecer mais sobre essas fortificações mantidas pela UFSC, acesse na Internet o endereço: www.fortalezas.ufsc.br
Para conhecer sobre essas fortalezas e todas as demais fortificações da Ilha de Santa Catarina acesse na Internet o endereço: www.fortalezasmultimidia.com.br/santa_catarina

Promoção:

Universidade Federal de Santa Catarina – Secretaria de Arte e Cultura (SeCArte)

Secretaria do Estado de Administração – Santa Catarina

Imprensa e Editora Oficial do Estado de SC

Arquivo Público do Estado de Santa Catarina

Realização:

Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (UFSC)

Primeira mostra de dança é sucesso na UFSC

04/05/2011 17:12

Quem passou pela UFSC na sexta-feira, 29 de abril, foi pego por um clima de dança contagiante. Ministrantes, alunos, professores, funcionários ou simples observadores consideraram interessante e inovadora a iniciativa do Dia da Dança, fruto da parceria entre a Secretaria de Cultura e Arte e o Curso de Artes Cênias da UFSC. A adesão às comemorações do  Dia Internacional da Dança na UFSC foi marcada por uma programação gratuita e aberta a toda comunidade que incluiu oficinas de diversas modalidades, mostra de dança, palestra e mesa-redonda. Jazz, Tango, Dança Indiana, Danças Circulares, Yoga, nenhum estilo ficou de fora do evento que deverá se repetir no próximo ano na mesma data.

O ponto alto da programação foram as oficinas de dança que superaram as expectativas, com lotação de alunos. O ministrante da oficina de Dança Contemporânea, Leandro Ávila relatou com entusiasmo: “A lista de inscritos tinha 14 nomes, mas quando cheguei aqui havia quase 30 pessoas. Achei muito interessante a iniciativa, pois tanto os alunos quanto ministrantes foram beneficiados por essa troca de conhecimento”. Duas alunas presentes na oficina de Leandro empolgaram-se com a programação. Elas participaram de oficinas durante todo o dia, como a de Improvisação e a de dança de salão. “Cheguei aqui cedinho e ainda não consegui parar. A dança está na flor da pele. Todos deveriam participar”, comenta a estudante de Letras da UFSC, enquanto se dirigia à palestra sobre Danças e Políticas Públicas.

A mesa-redonda, que aconteceu às 16 horas, foi mediada por Vera Torres (Centro de Desportos – UFSC) com a participação das debatedoras Sandra Meyer, Marta Cesar e Bárbara Rey. O tema era um panorama sobre Danças e Políticas Públicas e fez o auditório do CDS encher. Antes de começar a discussão, a representante da Aprodança, Marta Cesar, expôs alguns assuntos que seriam abordados na mesa-redonda, a exemplo do projeto de incluir a dança nas faculdades públicas, como um curso superior. Falou ainda sobre a importância de se comemorar mundialmente essa arte do corpo.

Para finalizar a programação, mostras de grupos de dança revelaram a integração entre as experimentações dos cursos de artes cênicas e as práticas corporais de dança da Educação Física.  “Quando nós somos você”, “Um duplo”, “Belly Fuzion” , “Dança do Ventre”, “Grupo Náiadis” e “Tango”, foram as seis mostras que encerraram o evento sob aplausos do público ansioso para o próximo Dia da Dança.  “Nós repetiremos a dose, neste ano na Semana Ousada, em setembro, e em todos os anos no Dia Internacional da Dança”, diz com entusiasmo a secretária de Cultura e Arte da UFSC, Maria de Lourdes Borges, que entrou no clima e participou da oficina de Dança Indiana.

Marcela Borges de Andrade – estagiária de Jornalismo na SeCArte

 Raquel Wandelli – assessora de Comunicação da SeCArte

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Evento propõe mergulho na cultura e arte tibetana

04/05/2011 13:59

De 27 de maio a 4 de junho, a UFSC será sede da II Semana de Cultura e Arte do Tibet, que oferecerá, cursos, palestras, mesas redondas, exposição de filmes e objetos de arte

Florianópolis vai se transformar na capital brasileira da cultura e arte do Tibete entre os dias 27 de maio e 4 de junho. Durante esse período, o Centro de Cultura Tibetana (CCT) realiza, na Universidade Federal de Santa Catarina, a II Semana de Cultura e Arte Tibetana, que oferecerá palestra, curso, exibição de filmes e exposições, entre outros eventos que terão a missão de divulgar a cultura desse país para os brasileiros. Com acesso gratuito a toda população para grande parte das atividades, o evento recebe o apoio da Secretaria de Cultura e Arte e do Núcleo de Estudos Orientais do Centro de Ciências Filosóficas e Humanas.

A cerimônia de abertura, às 18h30 do dia 27, no auditório da Reitoria da UFSC, será marcada pelo início da construção de uma mandala de areia. Monges do Namgyal, do monastério do Dalai Lama nos Estados Unidos, virão pela primeira vez ao Brasil para a realização dessa arte milenar, feita com milhões de grãos de areia coloridos e que representa a impermanência de todas as coisas. Os participantes da Semana poderão acompanhar de perto o processo de produção da mandala durante todos os dias de evento, das 9 às 18 horas. A cerimônia de desmantelamento da mandala ocorrerá no último dia de programações (4 de junho), às 15 horas.
Curso sobre história do Tibete
A programação da II Semana de Cultura e Arte Tibetana inclui o curso Tibete: História, Cultura e Sobrevivência no mundo, entre os dias 27 de maio e 4 de junho, no auditório do prédio da Reitoria da UFSC. Uma participação importante será a de Lama Padma Santem, Lia Diskin do Instituto Palas Athena, Tsewang Phuntso, representante do Dalai Lama, Professor Dr. Robert Barnett da Columbia University em NY, EUA. As sete palestras abordarão temas como história e cultura dessa nação, estratégias de sobrevivência de sua identidade cultural e a defesa dos Direitos Humanos, sempre a partir das 19h30 às 22 horas. No dia 30, haverá a sessão do filme O choro tibetano por liberdade, de Lara Damiani. As inscrições para as 180 vagas devem ser realizadas até o dia 20 de maio, pelo site oficial do evento www.semanatibetana.com.br ou pelo telefone (48) 91494717 ou (48) 88234455. As palestras avulsas custam R$ 40,00 e R$ 10,00 o filme e o pacote com sete palestras mais o filme, R$ 240,00.

Mesa Redonda
No dia 30, às 10 horas, no auditório da Reitoria da UFSC, a mesa redonda sobre o tema Um olhar para dentro: contribuições da Ásia para o mundo atual discutirá a expansão e a influência da cultura asiática nos países do Ocidente, abordando temas como ciência, técnicas contemplativas, estudos da mente e filosofias milenares. Comporão a mesa o Lama Padma Samten, do Centro de Budistas Bodisatva, João Lupi, professor da UFSC, os Monges Joaquim e Gensho, representante do Zen Budismo de Florianópolis, e o professor Reverendo Joaquim Monteiro. Com moderação de Alexandre Vieira, do CCT, a mesa será aberta ao público e gratuita.
Exposições, filmes e palestras
As Thangkas – pinturas religiosas originárias do Tibete repletas de simbologias que budistas usam para representar deuses, deusas, mandalas e figuras históricas – serão destaque de uma das exposições que ocorrem durante a II Semana, no hall do prédio da Reitoria da UFSC e com acesso gratuito. No dia 30, essas pinturas consideradas das mais tradicionais expressões da cultura tibetana estarão expostas para os participantes do evento. Outras duas exposições fotográficas também fazem parte da programação – Fotos variadas da cultura tibetana e The Missing Peace in a Box, que poderão ser visitadas diariamente, das 9 às 22 horas. A primeira coletânea de fotos conta a história do Tibete em imagens de seu próprio povo, enquato The Missing Box foi concebida como uma exposição de artes visuais que viaja o mundo em uma caixa. São 14 pôsteres, doados por artistas famosos e inspirados nos princípios de compaixão do Dalai Lama.

O evento também abrirá aos espectadores a oportunidade gratuita de conhecimento do cinema tibetano com a realização de uma seleção de filmes. No dia 2 de junho, às 15 horas, será exibido Fogo na Neve, do diretor Makoto Sasa. O enredo é a história de Palden Gyatso, monge budista que durante 33 anos sofreu torturas e realizou trabalhos forçados em um cativeiro mantido por chineses. No dia 3 de junho, às 17 horas, será exibida a segunda película: Tibete: O que resta de nós, dirigida por François Prévost e Hugo Latulippe, que conta a história de uma jovem tibetana canadense em sua jornada divulgando um vídeo do Dalai Lama.

Durante a palestra gratuita sobre Arte Budista do Tibete: introdução e perspectivas, no dia 28 de maio, às 14 horas, no auditório da Reitoria, os artistas, o tibetano Ogen Shak e a brasileira H. Gyatso abordarão a relação entre arte, técnica e insight contemplativo.

Banquete tibetano

Na noite do dia 1º de junho, os participantes da II Semana de Cultura e Arte Tibetanas vão conhecer e saborear as iguarias típicas da culinária do país. Um jantar preparado pelo chef e artista Ogen Shak, que terá início às 19h30, no Sítio da Alegria, no Bairro João Paulo, em Florianópolis, oferecerá três tipos de Momos – tradicional pastel cozido no vapor e com diferentes opções de recheio e acompanhamentos –, molhos, arroz de açafrão e uma deliciosa entrada. Além de liderar a equipe que preparará o banquete, Ogen Shak fará uma apresentação de canções típicas do Tibete, com demonstrações multi-instrumentais. Os convites, a R$ 50,00 podem ser adquiridos pelo site www.semanatibetana.com.br ou pelo telefone (48) 91494717.

A programação completa da II Semana de Cultura e Arte Tibetana encontra-se no www.semanatibetana.com.br

SERVIÇO:
Data: de 27 de maio a 4 de junho
Local: Local: Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Endereço: Rua Campos Universitário – Trindade – Florianópolis
Entrada franca para as atividades de dia, a noite o Curso será pago. Ver www.semanatibetana.com.br

Contatos para inscrições: 91494717 (Mandhira Dêvi)

Ana Paula: 88234455

Contatos para imprensa: Patrícia Rodrigues e Cerys (91299662).

Assessora de Imprensa
Patrícia Rodrigues 00158/JP
Telefone: (48) 7811-6859 ID 105723*2
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