Grupos de teatro do FITAFloripa se apresentam no palco do Projeto 12:30

14/06/2011 15:17

Na terça-feira, 14/06, o espetáculo é Mira: extraordinárias diferenças, suits igualdades, do grupo De Pernas Pro Ar, do Rio Grande do Su

O Projeto 12:30 recebe apresentações de teatro do FITAFloripa nos dias 14 e 15/06, às 12h30min, na Concha Acústica. Os espetáculos são gratuitos e abertos à comunidade. Na terça-feira, 14/06, o espetáculo é Mira: extraordinárias diferenças, suits igualdades, do grupo

De Pernas Pro Ar, do Rio Grande do Sul. Na quarta é será apresentado El Circo del Aguante, do Grupo A – garrapattta, da Colômbia

O 5º Festival Internacional de Teatro de Animações de Florianópolis (FITAFloripa) reúne grupos de teatro nacionais e internacionais de 12 a 19 de junho. Neste ano, o número de cidades que recebem o evento aumentou. Além da Capital, o Festival, que é um dos mais importantes do gênero no País, acontece em outras seis cidades catarinenses: Criciúma, Lages, Itajaí, Joinville, Blumenau e Chapecó.

As apresentações são realizadas em diversos teatros e espaços públicos de Florianópolis, como o Centro de Cultura e Eventos e Concha Acústica da UFSC, Museu Cruz e Sousa, Teatro do SESC, TAC, Casa das Máquinas na Lagoa, Hospital Infantil, APAE de Florianópolis, Orionópolis e a Casa de Repouso Irmão Joaquim.

O 5º FITAFloripa tem apresentações de companhias do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina, além de grupos da Finlândia, Peru, Colômbia e Itália.

São oito dias de espetáculos com 19 peças e mais de 50 apresentações em espaços teatrais e alternativos, sem contar com a mesa de conversas, as oficinas e a possibilidade de convivência com atores, diretores e companhias teatrais que circulam entre os espectadores.

O FitaFloripa é realizado em parceria com a Fazendo Fita Companhia Artística, Curso de Artes Cênicas/DALI/CCE/UFSC (Sassá Moretti/coordenação geral), Departamento Artístico Cultural (DAC), ligado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC – SeCArte (Zélia Sabino- coordenação executiva) e SESC/SC, parceiro na itinerância do festival pelas cidades do interior do Estado.

Para saber mais informações sobre o FITA, acesse www.fitafloripa.com.br

Espetáculo de terça-feira dia 14/06 – MIRA: Extraordinárias diferenças, suits igualdades

MIRA, um mundo onde abundam estranhas formas de vida com capacidade de mostrar a realidade de forma simplificada e simbólica: a partir de brincadeiras infantis desencadeia relações e reações corriqueiras sem complexidade. Os bonecos sugerem o desprendimento da aparência real, mergulhando num processo de liberação. É uma metáfora à identidade humana, composta pela sutileza de contrastes de cada personagem, traz cor, luz, esperança e poesia.

Grupo: De Pernas Pro Ar (Rio Grande do Sul)
Duração: 60 minutos
Faixa etária: Livre

Ficha técnica:

Atores Bonequeiros: Diego Kurtz, Lenon Kurtz, Raquel Durigon, Txai D. Wieser, Vitor Brasil
Contra Regragem: Denissom Gargione, Tayhú D. Wieser (aprendiz)
Construção dos Bonecos e Direção de Manipulação: Raquel Durigon
Música e Operação de Som: Luciano Wieser
Mecanismo de Manipulação: Luciano Wieser
Direção: Raquel Durigon e Luciano Wieser
Produção e Realização: Grupo de teatro de Pernas Pro Ar

SERVIÇO 1:

O QUÊ: Apresentação da peça MIRA do grupo de teatro De Pernas Pro Ar do 5º FITAFloripa na Concha Acústica.

ONDE: Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 14 de junho de 2011, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: , Assessoria de imprensa do FITA: Manoela Machado Pinheiro: (48) 9989-5440 / (48) 7811-6241/ ID 86*249359/ / Skype: manu-pinheiro ou Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/

Veja mais em: www.fitafloripa.com.br

Espetáculo de quarta-feira dia 15/06 – El Circo del Aguante

Na quarta: em El Circo, um palhaço de circo recorda com nostálgica alegria os melhores momentos vividos no circo

Um palhaço de circo recorda com nostálgica alegria os melhores momentos vividos no circo. Com a ajuda de seu neto, anima com títeres seus números favoritos para o público, os quais retira de sua memória. Será uma viagem pelas diferentes emoções e sentimentos que produzidos pelo circo e um palhaço que quer encontrar-se novamente com seu público através de suas recordações. No final, seu neto receberá felizmente o legado de seu avô.

Grupo: A – garrapattta (Colômbia)
Duração: 60 minutos
Faixa etária: LIVRE (a partir de 02 anos)
Técnica: manipulação de bonecos e atuação
Ficha técnica:

Atores manipuladores: Edgar Cárdenas e Henry Lopez
Técnico: Camilo Cárdenas
Direção Geral: Edgar Cárdenas

SERVIÇO 2:

O QUÊ: Apresentação da peça El Circo del Aguante do grupo colombiano A – garrapattta do 5º FITAFloripa na Concha Acústica.

ONDE: Concha Acústica da UFSC, Praça da Cidadania, Campus Universitário, Florianópolis-SC.

QUANDO: Dia 15 de junho de 2011, às 12h30.

QUANTO: Gratuito, aberto à comunidade.

CONTATO: , Assessoria de imprensa do FITA: Manoela Machado Pinheiro: (48) 9989-5440 / (48) 7811-6241/ ID 86*249359/ / Skype: manu-pinheiro ou Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/

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Sobre o Projeto 12:30

O projeto 12:30 é realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC), vinculado à Secretaria de Cultura e Arte da UFSC e apresenta semanalmente atrações de cunho cultural de música, dança e teatro. As apresentações acontecem todas as quartas-feiras, ao ar livre, na Concha Acústica, e, quinzenalmente, às quintas-feiras, no Projeto 12:30 Acústico, no Teatro da UFSC.

Artistas e grupos interessados em se apresentar no projeto dentro do campus da UFSC devem entrar em contato com o DAC através dos telefones (48) 3721-9348 / 3721-9447 ou por e-mail, enviando mensagem para projeto1230@dac.ufsc.br

Fonte: Kadu Reis – Acadêmico de Jornalismo, Assessoria de Imprensa do Projeto 12:30, DAC: SeCArte: UFSC, com informações e fotos da Produção e da Assessoria do 5º FITAFloripa.

Fita enche palcos de Florianópolis com teatro da animação

13/06/2011 17:08

Foi aberta neste domingo (12), no Centro de Cultura e Eventos  da UFSC a 5ª edição do Festival Internacional de Teatro de Animação de Florianópolis, o FITAFloripa,  com a companhia finlandesa W.H.S apresentando “Kekusteluja”, obra do novo circo experimental, resultado da parceria do malabarista Ville Walo e o mágico Kalle Hakkarainen, que contempla a comunicação, a manipulação de objetos de cena, o trabalho com sombras, tudo combinado a projeções de cinema e vídeo no corpo dos atores.

O FITAFloripa acontece até 19 de junho em Santa Catarina e conta com a participação de 19 companhias de teatro. Na Capital catarinense, as apresentações acontecerão até 18 de junho. Em Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó, espetáculos circularão entre 13 e 19 de junho por meio do projeto FITA e SESC: Uma Viagem com Teatro de Animação.  O FitaFloripa é realizado em parceria com a Fazendo Fita Companhia Artística, Curso de Artes Cênicas da UFSC (Sassá Moretti/coordenação geral)Departamento Artístico Cultural(DAC) da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC – Secarte (Zélia Sabino- coordenação executiva) e SESC/SC, parceiro na itinerância do festival pelas cidades do interior do Estado.

No dia 13 de junho, haverá o tradicional cortejo de abertura do FITA pelas ruas da Capital, com saída do Museu Cruz e Sousa, às 15h. Esse ano, o desfile contará com bonecos gigantes reciclados confeccionados em oficina no Museu do Lixo, da Comcap, com o bloco de maracatu Arrasta Ilha e com o grupo de Boi de mamão Arreda Boi. Destaque para a companhia De Pernas para o Ar, do Rio Grande do Sul, que povoará as ruas de Florianópolis com os bonecos gigantes do espetáculo “MIRA”.

Além do W.H.S, outras três companhias internacionais fazem parte da programação: Teatro Hugo & Inês (Peru), com “Cuentos Pequeños”, A-Garrapattta (Colômbia), com “El Circo Del Aguante”, e La Casa Di Puntinella (Itália), com “Pulcinella 500 Anni Portati Bene!”. Já o teatro de animação nacional será representado por companhias de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Paralelas ao festival, acontecerão as oficinas de interpretação com máscaras expressivas e de laboratório de manipulação de bonecos. O FITA ainda terá mesa de conversas, que nessa edição contará com palestra da professora Ana Maria Amaral (USP / SP) e aula espetáculo da Cia. Troada (SP).

ITINERÂNCIA

A primeira cidade a receber festival fora da Capital catarinense é Blumenau. Ao longo de sete dias, a Cia Anima Sonho (RS), a Cia. Circo de Bonecos (SP), o Teatro Hugo & Inês (Peru) e o grupo A – garrapattta (Colômbia) circularão pelas seis cidades. As apresentações serão sempre nos palcos dos teatros do SESC, com exceção das cidades Blumenau e Itajaí, onde os espetáculos ocorrerão na Fundação Cultural da cidade e no Teatro Municipal, respectivamente.

Esse é o primeiro ano que o FITA promove uma itinerância desse porte. Em 2010, espetáculos circularam somente por outras duas cidades que não Florianópolis, onde o FITA teve sua origem em 2007. As coordenadoras do festival, Sassá Moretti e Zélia Sabino, destacam a importância da parceria com o SESC, correalizadora da itinerância, que tornou a expansão do FITA uma realidade.

O FITAFloripa tem como objetivo principal ampliar o acesso ao teatro de animação no Brasil. Em 2010, atingiu 35 mil pessoas. Com a itinerância, a expectativa é que o público duplique em 2011.

SERVIÇO:

O quê: 5º FITAFloripa

Quando: 12 a 19 de junho

Onde: Florianópolis, Blumenau, Itajaí, Joinville, Criciúma, Lages e Chapecó. Em diversos teatros e instituições. Confira na programação

Quanto: Gratuito (espetáculos no SESC e turmas de escolas públicas em qualquer espaço de apresentação)/ R$ 10 (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 + agasalho (espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)/ R$ 5 (valor para estudantes em espetáculos no Centro de Cultura e Eventos e TAC)

Obs.: Agendamento para escolas através do www.fitafloripa.com.br ou pelo email

Mais informações: Adalgisa Frantz: (48) 9105-0191/ ou com a assessora de imprensa Manoela Machado Pinheiro: 9989-5440/ 7811-6241/ ID 86*249359/ MSN: / SKYPE: manu-pinheir

Mesa Redonda comemora o Dia de Portugal

10/06/2011 17:03

Povoamento, colonização, construção de um sistema defensivo para a Ilha e período imperial serão alguns dos temas abordados na mesa redonda “Conversas sobre os Portugueses”, que acontece no dia 14 de junho, no auditório do Museu histórico de Santa Catarina. Organizada pelo Núcleo de Estudos Açorianos da Universidade Federal de Santa Catarina, em parceria com a Fundação Catarinense de Cultura, o evento comemora o Dia de Portugal, 10 de junho, que é também dedicado a Camões, expressão máxima da literatura portuguesa. A mesa redonda, gratuita e aberta ao público, começa às 19 horas.
Para compor a mesa redonda foram convidados o professor João Lupi, Cônsul de Portugal em Florianópolis e Professor de Filosofia da UFSC, e o Arquiteto Roberto Tonera, responsável pelos Projetos de Restauração e Conservação das Fortalezas e Fortalezas Multimídia. O encontro ainda contará com a presença de Maria de Graça Castanho, responsável pela Direção Regional das Comunidades do Governo dos Açores. O órgão é responsável pelo acompanhamento histórico da diáspora açoriana e os intercâmbios com as comunidades açorianas espalhadas pelo mundo.
 
Assuntos como a instalação dos portugueses em Santa Catarina, as vicissitudes de Portugal, a diversidade da emigração para o Brasil e a herança deixada pelo povo português farão parte das discussões da mesa redonda. João Lupi e Roberto Tonera ainda abordarão o tema: “O português que não se vê, mas se ouve e sente”. Maria de Graça Castanho apresentará as novas diretrizes da presidência da Região Autônoma dos Açores e sua atuação junto com as comunidades açorianas da diáspora.
Além da mesa redonda, os participantes poderão apreciar as exposições “Os Portugueses na Ilha de Santa Catarina” e “Fortalezas da Ilha de Santa Catarina”, que também estão montadas no Museu histórico. 
 

Serviços:
 
Data: 14 de junho
Horário: às 19h
Local: Auditório do Museu histórico de Santa Catarina.
Praça XV de Novembro – Florianópolis – SC
Informações: Joi – 3721.8605 ou 3028.8091 Fotos para divulgação: http://ftp.identidade.ufsc.br/Expo_OsPortugueses.zip
  
 

Marcela Borges
Estagiária de Jornalismo na Assessoria de Comunicação da SeCArte/UFSC
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Areia na água e desapego no coração: a mística da mandalaDALA

07/06/2011 17:29

Mais do que um ato formal, o término da II Semana de Cultura e Arte Tibetana na UFSC no final de semana foi um momento de ternura e espiritualidade.  Por volta de 17 horas de sábado, sob o olhar concorrido e emocionado de uma pequena multidão, dois monges do monastério Namgal, de Sua Santidade Dalai Lama, em Nova York, iniciaram o ritual de desmanche da mandala que o público levou nove dias para confeccionar no Hall da Reitoria. A cerimônia encerrou com delicado misticismo uma semana de debates, cursos, palestras, exibição de filmes, exposições fotográficas, arte e culinária que atraiu mais de mil pessoas à UFSC para um mergulho intenso na cultura do Tibete.
Disposta sobre uma mesa no Hall da Reitoria da UFSC, a mandala significava para os presentes a sensação de paz e harmonia que gerou no trabalho coletivo de compô-la. A cerimônia de desmonte é, na filosofia budista, um exercício de desapego em que a arte dá uma lição de vida sobre a impermanência dos seres e das coisas. Nada nos pertence nesta vida, ensina a figura. Com paciência tibetana, mas sem o mesmo vagar que o público levou para construí-la, montículo, por montículo, o monge foi varrendo com as mãos as faixas de areia colorida.
Como se as pessoas entrassem em um ciclo do não-tempo, a bela e efêmera arquitetura de areia foi aos poucos desaparecendo dos olhos dos congressistas muitos deles rasos de água. Depois de recolher a areia em um vidro, o lama entoou suas preces e a multidão o seguiu até o lago do Convivência, onde lançou a poeira na água junto com pétalas de flores. Cada grãozinho de areia que caiu no lago representava um passo no desapego às coisas materiais e a entrada no mundo interior da espiritualidade em alusão ao fato de que tudo que construímos e trabalhamos um dia termina. Quem assistiu pôde levar consigo uma pequena porção da areia energizada, para guardar um pouco do significado simbólico ancestral dessa arte.
Um debate com os jornalistas brasileiros que estiveram no Tibete, Luís Pelegrini, Artur Ortiz e Haroldo Costa, encerrou às 22h30min a Semana. Cerca de 80 pessoas – média de participantes do ciclo de palestras que aconteceu no auditório da UFSC – ouviram os relatos sobre as experiências vividas pelos três jornalistas em viagens realizadas como desafio pessoal e também como missão de vida ao Tibete. Uma das mais curiosas delas foi a do jornalista Airton Ortiz, criador do gênero jornalismo de aventura, que entrou na região com a ajuda da resistência tibetana e ajudou a viabilizar a saída de um lama do budismo do Tibete que corria riscos: Urgyen Trinley Thaye Dorje, a 17ª. Reencarnação do Karmapa Lama e terceiro nome dentro da estrutura hierárquica do budismo tibetano. A história pode ser conferida no livro Pelos Caminhos do Tibete, editado pela Record. Haroldo relatou suas experiência, mostrando um álbum de fotos memoráveis tiradas no Tibete e Pelegrini emocionou o público relatando detalhes de seus encontros com Dalay Lama (em Dharamsala, Índia).

O encontro ajudou a fortalecer o afeto e a solidariedade à causa desse povo e a divulgar os elementos da cultura, da sabedoria e do misticismo do Tibete, segundo a coordenadora geral, Cerys Tramontini. A Semana foi promovida de 27 de maio a 4 de junho pelo Centro de Cultura Tibetana (CCT) com apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC
http://www.voice.com.br/semanatibetana-galeriadefotos/

A cobertura completa da II Semana de Cultura e Arte Tibetana encontra-se no www.semanatibetana.com.br

Assessoria de Comunicação da SeCArte
Raquel Wandelli
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Festival de Música da UFSC tem 133 inscritos

06/06/2011 10:39

Um total de 133 inscrições presenciais, fora o que ainda está para chegar por correio foi apresentado ao II Festival de Música da UFSC. O número de participantes é quase o triplo da edição do evento no ano passado quando se inscreveram 47 candidatos e surpreendeu a comissão organizadora da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC. “Esperávamos atrair mais gente, mas não imaginávamos tanto sucesso”, afirma a secretária Maria de Lourdes Borges. Com esse crescimento muito acima do esperado, a comissão prorrogou a divulgação do resultado de 20 de junho para 1º de julho, de modo a dar tempo de selecionar as canções que irão ao palco em agosto.

O Festival vai mobilizar o meio musical da Grande Florianópolis com a realização de dois eventos: o lançamento do CD e do DVD da primeira edição, no dia 13 de julho, às 20 horas no Auditório Garapuvu do Centro de Eventos da UFSC, e a mostra dos selecionados para o II Festival, que ocorrerá nos dias 27 e 28 de agosto, das 18 às 22 horas, na Praça da Cidadania do campus universitário. A escolha das 20 composições que integrarão a mostra também foi estendida para o período de 8 a 30 de junho, para que a Comissão de Seleção, integrada por cinco músicos e produtores, consiga concluir o trabalho de avaliação.

O nome dos músicos, bandas e composições vencedores será divulgado no site www.secarte.ufsc.br e os músicos premiados receberão troféu e terão suas composições gravadas em CD e DVD com produção profissional. Apenas no último dia previsto para o encerramento inicial das inscrições (31 de maio), 76 músicos apresentaram suas composições na SeCArte. A maior parte é integrante de bandas de Florianópolis e de bairros próximos a UFSC, já que a participação se limita a moradores da Grande Florianópolis e estudantes, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá.

“Vamos redimensionar o Festival para o próximo ano considerando esse potencial de crescimento surpreendente e a possibilidade de ampliação para nível estadual”, avalia o coordenador do evento, Marco Valente, que coordena também o Projeto 12:30 do Departamento Artístico-Cultural da UFSC. A secretária acredita que o impacto do Festival mostra um interesse emergente da juventude de Florianópolis pela produção musical. “E também aponta que nos dois últimos anos a universidade tornou-se uma referência importante na área, com a realização do projeto 12:30, 12:30 acústico, Madrigal, Coral, Festival de Música e UFSCstoock e que deve desembocar na criação do seu primeiro curso de graduação em música.

Primeiro festival de música na UFSC desde a década de 80, o evento iniciará com a apresentação dos grupos selecionados e será encerrado pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80). Com o intuito de repetir a experiência dos grandes festivais universitários, o evento quer incentivar a pesquisa, a diversidade de estilos e a produção musical com excelência.

Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)

Contatos: (48) 99110524 – 37219459

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Triplica participação no II Festival de Música da UFSC

03/06/2011 11:53

Um total de 120 músicos apresentou suas composições para o II Festival de Música da UFSC até o meio-dia desta sexta (3) quando se encerra o prazo das inscrições. Sem contar as inscrições no período da tarde, o número de participantes já é três vezes maior ao da edição do evento do ano passado e surpreendeu a comissão organizadora da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC. “Esperávamos atrair mais compositores, mas não imaginávamos tanto sucesso”, afirma a secretária Maria de Lourdes Borges. Com esse crescimento muito acima do esperado, a comissão prorrogou a divulgação do resultado de 20 de junho para início de julho, de modo a dar tempo de selecionar as canções que irão ao palco em agosto. Na última atualização deste site, às 15h30min, já eram 126 inscritos.
 
O Festival vai mobilizar o meio musical da Grande Florianópolis com a realização de dois eventos: o lançamento do CD e do DVD da primeira edição, no dia 13 de julho, às 20 horas no Auditório Garapuvu do Centro de Eventos da UFSC, e a mostra dos selecionados para o II Festival, que ocorrerá nos dias 27 e 28 de agosto, das 18 às 22 horas, na Praça da Cidadania do campus universitário. A escolha das 20 composições que integrarão a mostra também foi estendida para o período de 8 a 30 de junho, para que a Comissão de Seleção, integrada por cinco músicos e produtores, consiga concluir o trabalho de avaliação.
 
O nome dos músicos, bandas e composições vencedores será divulgado no site www.secarte.ufsc.br e os músicos premiados receberão troféu e terão suas composições gravadas em CD e DVD com produção profissional. Apenas no último dia previsto para o encerramento inicial das inscrições (31 de maio), 76 músicos apresentaram suas composições na SeCArte. A maior parte é integrante de bandas de Florianópolis e de bairros próximos a UFSC, já que a participação se limita a moradores da Grande Florianópolis e estudantes, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá.
 
“Vamos redimensionar o Festival para o próximo ano considerando esse potencial de crescimento surpreendente e a possibilidade de ampliação para nível estadual”, avalia o coordenador do evento, Marco Valente, que coordena também o Projeto 12:30 do Departamento Artístico-Cultural da UFSC. A secretária acredita que o impacto do Festival mostra um interesse emergente da juventude de Florianópolis pela produção musical. E também aponta que nos dois últimos anos a universidade tornou-se uma referência importante na área, com a realização do projeto 12:30, 12:30 acústico, Madrigal, Coral, Festival de Música e UFSCstoock e que deve desembocar na criação do seu primeiro curso de graduação em música.
 
Primeiro festival de música na UFSC desde a década de 80, o evento iniciará com a apresentação dos grupos selecionados e será encerrado pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80). Com o intuito de repetir a experiência dos grandes festivais universitários, o evento quer incentivar a pesquisa, a diversidade de estilos e a produção musical com excelência.
 
Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
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Exposição celebra o culto ao Espírito Santo

01/06/2011 14:45

 
Junho é mês de celebração do culto ao Divino Espírito Santo, que permanece como a mais marcante herança cultural dos povoadores açorianos para a religiosidade do povo catarinense. Do peditório e das novenas, à coroação do plebeu e aos cortejos, a Festa do Divino Espírito Santo é a expressão mais viva desse misticismo cultural onde o sagrado e o profano se encontram e onde as classes sociais se igualam por pelo menos três dias.  A exposição Culto ao Divino Espírito Santo, que a Secretaria de Cultura e Arte da UFSC inicia a partir de hoje (1º) até o dia 15 de julho no Espaço Cultural do Núcleo de Estudos Açorianos é uma oportunidade de conhecer todos os aspectos desse ritual coberto de mistérios e simbolismos que liga o litoral catarinense a Açores.
Fotografias, trajes, objetos em cerâmica, indumentárias e alfaias compõem com heterogeneidade de linguagens essa mostra em reverência à Festa do Divino, que para as comunidades açorianas mais tradicionais é um acontecimento religioso tão ou mais importante que o próprio Natal, segundo Cletison, coordenador do Núcleo de Estudos Açorianos e historiador. A exposição reúne indumentárias legítimas que vestem os festeiros durante as celebrações e os cortejos, além das alfaias que cobrem a imagem do Espírito Santo, como coroa, cetro, bandeira, bordões, velas e estandartes utilizadas durante as Festas no Arquipélago dos Açores e em Santa Catarina. Tanto aqui quanto lá, são realizadas no mesmo dia, em comemoração ao Petencostes (cinqüenta dias após a ressurreição) que este ano cai em 12 de junho.
Um grande diferencial é a exposição do Cortejo do Divino em cerâmica figurativa que reproduzem os personagens da Festa. As miniaturas produzidas pelos artesãos Paulo e Osmarina Villalva expressam bem a importância simbólica dessa cerimônia, que dura 50 dias incluindo os rituais preparatórios e três dias de festa propriamente dita. Também estão expostos os conjuntos de trajes de imperadores- mirins da cidade de Florianópolis, um Tambor da Folia do Espírito Santo vindo da cidade de Penha e uma Rabeca um instrumento usado nas cantorias do Divino, trazido pelo Nea da cidade de Imaruí, enquanto a Bandeira do Divino Espírito Santo, o maior símbolo da manifestação, é originária da Cidade de Itajaí. Já a Coroa, o Cetro e a Salva em prata lavrada, são originários da Ilha Terceira/Arquipélago dos Açores, esclarece o historiador.
As fotos de Joi Cletison reconstituem os rituais e aspectos das festas do Espírito Santo em cidades de Santa Catarina e dos Açores em São José, Santo Antônio de Lisboa, Ribeirão da Ilha e também do Arquipélago Açorianos Terceira, Graciosa e Pico nos Açores, onde esteve por diversas vezes. Trazem cenas significativas que iniciam pela preparação do ritual com as novenas, o peditório da passagem das comunidades e Irmandades com a imagem do Espírito Santo de casa em casa. Documentam a festa propriamente dita, em suas celebrações sagradas e também profanas, com os cortejos, cantorias, missas, os leilões de prendas arrecadadas, bailes, folias e comilanças até a coroação do plebeu e a eleição do festeiro para organizar o evento do ano seguinte.
A exposição, que comemora também os 263 anos da chegada dos Açorianos a Santa Catarina, está aberta até o dia 15 de julho, de segundas a sextas-feiras, no horário das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas.
 

ORIGEM HISTÓRICA
 
Criada pelo abade Joaquim de Fiori, a Teoria do Espírito Santo, que deu origem a esse ritual, foi introduzido no século XII, na Itália. Como a celebração fracassou em sua terra natal, o religioso a trouxe para Portugal. O ritual herdado dos açorianos passou por muitas atualizações, como a cobrança dos pratos e quitutes produzidos pela comunidade em favor da Igreja. “Em Açores, toda a comida arrecadada continua sendo distribuída graciosamente como símbolo de celebração e partilha do alimento”, diz Cletison. No arquipélago dos Açores, as esculturas comestíveis de partes do corpo (mãos, pés, braços, cabeça, coração) que são oferecidas pelos beneficiados de uma graça divina em gesto de retribuição, são moldadas em alfenim, uma mistura doce feita de açúcar, trigo e limão. No litoral catarinense, os moldes ganham corpo em massa sovada de pão.
Tanto lá quanto cá permanecem elementos marcantes, como a coroação do plebeu, o ponto alto da festa, quando um religioso transfere para alguém da comunidade a coroa, pela qual recebe o poder real e divino de mediar o destino do seu povo. O gesto significa que a comunidade não precisará de um monge nem de um sacerdote para guiá-la, pois as hierarquias foram suspensas e todos estão em condições de igualdade em um momento de conflito bélico, por exemplo, o que lembra muito os rituais pagãos do Carnaval.
 
Raquel Wandelli
Jornalista na Secretaria de Cultura e Arte da UFSC
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Mais três dias para se inscrever no Festival de Música da UFSC

31/05/2011 16:17

As inscrições para a segunda edição do Festival de Música da UFSC foram prorrogadas do dia 31 de maio para o dia 3 de junho. Embora tenha ultrapassado o número de participantes da edição passada, com 40 composições inscritas, a comissão organizadora do evento decidiu prorrogar até sexta-feira as inscrições para estender a oportunidade de participação a mais pessoas. Promovido pela Secretaria de Cultura e Arte e Departamento Artístico-Cultural da UFSC, o Festival vai repetir na UFSC, em agosto, a experiência dos grandes festivais universitários. 
 
Cada proponente poderá inscrever até três músicas de composição própria, sem nenhuma restrição de estilo, mas apenas uma poderá ser selecionada. Dentre as inscritas, 20 composições serão escolhidas e irão ao palco do festival nos dias 27 e 28 de agosto, no horário das 18 às 22 horas, na Praça da Cidadania, quando vão participar de uma grande mostra não-competitiva. A seleção será feita de 1 a 17 de junho por uma comissão de cinco integrantes, todos músicos e produtores. A secretária de Cultura e Arte da UFSC Maria de Lourdes Borges se disse muito satisfeita com o número de participantes que não param de trazer suas composições ao prédio da Secretaria.
 
Os músicos premiados receberão troféu e terão suas composições gravadas em CD e DVD com produção profissional. Primeiro festival de música na UFSC desde a década de 80, o evento é aberto à participação de estudantes universitários, professores e servidores técnico-administrativos dos Campi de Florianópolis, Curitibanos, Joinville e Araranguá. Também podem participar compositores, músicos, intérpretes e comunidade em geral da grande Florianópolis. 
 
Para fazer a inscrição é preciso entregar preenchido o formulário que se encontra disponível para download no site www.secarte.ufsc.br; um CD contendo a gravação de até três composições. Neste site serão divulgados os nomes dos eleitos pela comissão de seleção. O material deve ser entregue no horário das 14 às 18 horas, na SeCarte, que fica no prédio da Editora – 2º andar ou pelo endereço: Secretaria de Cultura e Arte da UFSC, Campus Universitário Reitor João David Ferreira Lima, Prédio da Editora Universitária, 2° andar, Florianópolis, SC, CEP: 88040970. E-mail para contato: festivaldemusica@reitoria.ufsc.br.
 
Um mês antes da realização do II Festival, no dia 13 de julho, a SeCArte e o DAC farão um show de pré-lançamento no auditório Garapuvu, no Centro de Cultura e Eventos. Nesse dia, o Cd e o DVD que estão sendo finalizados com a gravação do evento anterior serão apresentados ao público e distribuídos às bandas participantes do último festival. “Pretendemos que o festival seja um laboratório referencial no Estado de experimentação e produção de música”, salienta a secretária.
 
Prometendo reunir um público superior ao do ano passado, o festival iniciará com a apresentação dos grupos selecionados e será encerrado pelo show de duas bandas consagradas de Florianópolis: no dia 27, a banda John Bala Jones (pop) e no dia 28, o Grupo Engenho (rock regional que fez muito sucesso nos anos 70 e 80). Presidida pelo músico Marco Valente, coordenador do Projeto 12:30, do Departamento Artístico-Cultural, a comissão de organização decidiu manter o caráter regional da mostra, com a perspectiva de estadualizar o evento a partir do próximo ano. “O objetivo do festival é incentivar a pesquisa e a produção musical com excelência”, lembra Valente. Valente aposta na qualidade e ousadia estética, pontos marcantes da edição anterior, que teve saldo de público de 15 mil pessoas.
 
 
Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
Contatos: (48) 99110524 – 37219459
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Santa Catarina é a estrela da Feira do Livro em Ribeirão Preto

25/05/2011 16:42

Santa Catarina é o estado homenageado na 11ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, que acontece de 26 de maio, a 5 de junho, no Parque Maurílio Biagi, em São Paulo. A Editora da Universidade Federal de Santa Catarina é o carro-chefe na mostra da produção literária do Estado, com cerca de cem títulos e um total de 1.500 livros. Além de obras versando sobre a cultura e a história de Santa Catarina, a EdUFSC expõe no seu estande 65 títulos recém-lançados no aniversário de seu 30º ano de fundação e que representam a mudança no seu projeto gráfico e editorial.
Pela primeira vez a Editora da UFSC está levando para fora do Estado um volume significativo de obras impactantes que expressam a nova política de edição. “Será uma prova de fogo para sentir a repercussão e consolidação desse projeto no mercado nesse grande evento”, aposta o diretor Sérgio Medeiros, lembrando que em novembro do ano passado a EdUFSC participou da Bienal do Livro em São Paulo, mas com uma mostra bem menor de títulos seguindo o novo padrão de qualidade.
Entre os lançamentos que representam a produção literária do Estado estão traduções de obras inéditas em língua portuguesa de autores como Mallarmé, Evaristo Carriego, Franz Kafka, Giorgio Agamben e Paul Claval. Também expõe ensaios inéditos no Brasil de Gonçalo Tavares e traduções comentadas da dramaturgia de Shakespeare, além de obras exclusivas de Linda Hutcheon e Mário Perniola e da co-edição com a Fapemig Pensar/Escrever o Animal, organizada por Maria Esther Maciel.

Para valorizar a cultura local, a editora levou para a feira os dois volumes de O Fantástico na Ilha de Santa Catarina, com as narrativas do historiador Franklin Cascaes compiladas e organizadas por Gelci Coelho (Peninha) e Franklin Cascaes, o mito vivo da Ilha, obra ensaística de Adalice Maria de Araújo. Também está expondo Folclore Catarinense, de Doralécio Soares. O maior volume de vendas, porém, sempre se concentra em torno da Série Didática, que reúne obras de diversas áreas direcionadas para estudantes universitários e pesquisadores, informa o diretor administrativo da editora, Fernando Wolff.

Reconhecida como uma das maiores mostras literárias do país, a feira homenageia todos os anos um país (Grécia), um escritor (José Saramago), um autor da terra (Saulo Gomes), uma autora (Luciana Savaget) e um patrono (Maurílio Biagi Filho), além de um estado da federação, neste caso, Santa Catarina. O Governo do Estado também participa divulgando a cultura e as festas catarinenses. “Uma feira desse porte abre oportunidade de divulgar e comercializar a produção dos autores, mas também de conhecermos as melhores práticas de venda e valorização do livro”, explica Wolff. A EdUFSC já está se programando para participar também da Bienal do Livro e da Panamazônica, que ocorrerão no segundo semestre respectivamente no Rio de Janeiro, e em Pará. 
 
Publicações da EdUFSC na Feira de Ribeirão Preto:
·         Ética das virtudes – JOÃO HOBUSS (ORGANIZADOR)
·         A coisa perdida – AURORA FORNONI BERNARDINI (ORGANIZAÇÃO E TRADUÇÃO)
·         Breves Notas – Gonçalo Tavares
·         Fundamentação filosófica – GIOVANI LUNARDI • MÁRCIO SECCO
·         Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
·         Georges Bataille – FRANCO RELLA • SUSANNA MATI
·         Desgostos; novas tendências estéticas – MARIO PERNIOLA
·         Divagações – STEPHANÉ MALLARMÉ
·         Corpo e Performances: As You Like It, de Shakespeare, no século XX – STEPHAN ARNULF BAUMGÄRTEL
·         Do jeito que você gosta, de Shakespeare, RAFAEL RAFAELI (TRAD.)
·         4 poetas da Catalúnia – LUIS SOLER (ORG.)
·         28 desaforismos –  FRANZ KAFKA –  SILVEIRA DE SOUZA (TRADUÇÃO)
·         Ecos do porão vol 1 e 2 – SILVEIRA DE SOUZA
·         Educação do corpo em ambientes educacionais – FÁBIO MACHADO PINTO • ALEXANDRE FERNANDEZ VAZ – DEBORAH THOMÉ SAYÃO  (ORGANIZADORES)
·         Edifício Rogério – Textos Críticos 1 e 2 –  ROGÉRIO SGANZERLA
·         Epistemologia da Geografia – PAUL CLAVAL
·         Discussão de novos paradigmas –  JAIME COFRE • KAY SAALFELD (ORGANIZADORES)
·         Pensar/Escrever o Animal – MARIA ESTHER MACIEL
·         Redes locais – MARCELO RICARDO STEMMER
·         Saindo do Armário – MIGUEL DO VALE DE ALMEIDA
·         Uma teoria da Adaptação, Linda Hutcheon (trad. André Cechinel)
 
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Café Filosófico discute hoje o retorno à ética das virtudes

24/05/2011 14:30

Coragem, temperança, prudência, sabedoria, justiça, bondade, caráter. Relegadas a segundo plano durante longo período em favor de outras éticas mais utilitaristas da modernidade, as virtudes voltaram com força à cena contemporânea para dar resposta à infelicidade coletiva e à propagação da maldade. Foram recuperadas do pensamento grego antigo por filósofos contemporâneos defensores de uma ética baseada no virtuosismo como um valor em si mesmo que pode ajudar a humanidade a agir corretamente e a viver bem.
“Aristóteles e a ética das virtudes” é o tema do Café Filosófico que a Secretaria de Cultura e Arte e o Curso de Pós-Graduação em Filosofia da UFSC promovem nesta terça-feira, às 16 horas, no mini-auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Desta vez o café traz o conferencista João Hobuss, um dos maiores expoentes dessa corrente no Brasil, para falar sobre o interesse renovado e crescente acerca das virtudes. “Queremos mobilizar estudiosos e interessados para discutir os fundamentos da ética e mostrar como esses valores que pareciam em desuso encontram sustentação teórica”, explica Darlei Dalagnol, coordenador do curso de Pós-Graduação em Filosofia e coordenador da Série Ética da Editora da UFSC.
Professor do departamento de Filosofia da Universidade de Pelotas, doutor em Filosofia pela UFRGS e pós-doutor pela Sorbonne, Hobbus é autor e organizador do livro Ética das virtudes, que acaba de ser lançado pela EdUFSC. A coletânea reúne ensaios de autoria de filósofos brasileiros, em sua grande maioria, e também estrangeiros: além de Hobuss, Delamar Dutra, Valério Rohden, Richard Kraut, Marco Zingano, Roberto Pich, Heldser Carvalho, Denis Silveira, Luiz Bernardo Araújo e Paulo Silveira. Está dividida em torno de dois grandes momentos da ética das virtudes: a sua concepção na filosofia clássica e a reabilitação contemporânea.
Autor do ensaio “Caráter e disposição em Aristóteles”, Hobuss explica que a origem desse interesse hoje renovado pode ser encontrada na ética grega, sobretudo em Aristóteles, mas também em Platão ou nos filósofos estoicistas. “Uma ética centrada nas virtudes é incontornável na discussão dos dias atuais”, diz o conferencista. Ele lembra que a concepção de “bondade”, por exemplo, tal qual a conceberam os estóicos, precede a concepção de “correção moral”: “o que conta é a bondade do caráter”, diz. Isso porque o cultivo das virtudes como bens intrínsecos pode ter, para esses filósofos, mais força sobre o modo de agir das pessoas do que uma ética baseada na obrigação moral ou na utilidade dos princípios.
O café é gratuito e aberto ao público em geral. Ao final, os participantes são convidados para uma mesa de café.
Raquel Wandelli (jornalista, SeCarte)
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