Agenda Cultural

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Espetáculo – Maçã Podre
nov 23 @ 20:00 – nov 24 @ 21:00

“Maçã Podre”. Foto de Paulo Ramón.

O espetáculo “Maçã Podre”, da Companhia Embróglio, será apresentado nos dias 23, 24 e 25 de novembro — sexta e sábado, às 21 horas  — no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha). Os ingressos para a peça custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada) e serão vendidos na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início da sessão. A apresentação na Universidade integra o Projeto Cena Aberta do Departamento Artístico Cultural/ SeCArte da UFSC.

Sinopse

O espetáculo “Maçã Podre” narra o dia fatídico de um político corrupto, descoberto por chefiar um esquema fraudulento. A peça é dividida em três atos: pela manhã, onde o político se encontra em seu gabinete com o seu assessor subordinado; durante à tarde, num apartamento com o seu amante às escondidas; e à noite, à beira de um rio com um velho amigo de infância que trabalha vendendo minhocas. Durante a narrativa da peça, a história de seu passado e presente se entrelaçam numa espiral sem fim.

Origens do espetáculo

A peça estreou em Buenos Aires sob a direção do próprio dramaturgo argentino, em 2003, e posteriormente passou a ser encenada em diferentes cidades da Argentina, em Porto Rico e no México. Esta montagem que agora estreia no Teatro da UFSC, segundo os produdores, configura-se como a primeira a ser realizada em solo brasileiro.

No Brasil, a peça foi produzida pela Cia. Embróglio, de Florianópolis, visando dar continuidade ao trabalho desenvolvido por seus integrantes junto a membros do Núcleo de Estudos Práticos e Artísticos da América Latina (NuEPAL), ligado ao Departamento Artístico Cultural(DAC)/SeCArte da UFSC. Segundo os integrantes do Núcleo, após dois anos de leituras de textos dramatúrgicos oriundos da América Latina, houve a necessidade de colocar o texto escolhido em cena. Como alguns dos integrantes da Cia. Embróglio já participavam das discussões e pesquisas do Núcleo, houve o consenso da companhia encabeçar o projeto e trabalhar efetivamente na elaboração e captação de recursos para a produção da peça “Maçã Podre”.

Segundo Alejandro Robino, a peça foi escrita nos anos 1990, em plena onda de corrupção neoliberal latino-americana: Menem (Argentina), Collor (Brasil), Fujimori (Peru) e Salinas (México). Hoje, segundo o dramaturgo e o grupo que a estreia na cidade, o retorno a essas práticas mantêm a peça eficaz e cada vez mais atual, dialogando com o contexto político mundial.

Sobre o nome da peça, há um ditado popular que diz que quando há uma maçã podre na cesta, apodrece o resto. Numa analogia feita pelo grupo teatral, quando alguém é corrupto ou delinquente, essa pessoa é referida como uma maçã podre.

“Maçã Podre”. Foto de Paulo Ramón.

Sobre a Direção e os Atores

Mariana Corale é atriz, bailarina e diretora de Teatro. É mestranda em Teatro, na linha de pesquisa Linguagens Cênicas: Corpo e Subjetividade, na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). É formada em Arte: Crítica e Curadoria, pela PUC – São Paulo, latu-sensu, 2012. Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (2003).

Principais trabalhos: A peça didática de Baden-baden sobre o acordo, Água desnuda (direção), O Rouxinol do Imperador, Casca!, e Ontem à noite caía o sol. De volta a Santa Catarina, em 2016, é convidada pela Cia. Embróglio a dirigir o espetáculo Maçã Podre, de Alejandro Robino. O texto denso tornou-se seu novo desafio.  Com três atores, o espetáculo, após um longo período de imersão, estreia na Ilha de Santa Catarina.

Os atores

Eduardo Osorio: Ator e fundador do grupo de pesquisa teatral Boa Companhia – Campinas/SC. Formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) onde realizou seu mestrado e doutorou-se em 2010 com a tese O animal humano e o corpo cênico. Com a Boa Companhia realizou montagens de textos de Shakespeare, Brecht, Nelson Rodrigues entre outros, além de algumas adaptações de textos de Franz Kafka para o palco.

Os principais trabalhos com o grupo foram PRIMUS, Cartas do Paraíso e Projeto Circo K, este realizado em parceria com o grupo Matula Teatro. Ainda com o grupo Boa Companhia realizou diversas oficinas, produziu e organizou a mostra de teatro, dança e música VaudaVila. Participou de três coproduções internacionais: Arena03 – Erlangen/Alemanha – 2003; o Espaço Cultural Malaposta – Portugal/Lisboa_ 2007; Teatro Universidad Católica – Santiago de Chile/Chile_ 2011. Dividiu o palco e a direção do espetáculo Portela, patrão; Mário, motorista com Daves Otani. Trabalhou com os diretores João das Neves – Primeiras Histórias e As Polacas – flores do lodo, Marcelo Lazzaratto – Esperando Godot, Claudia Echenique – A falecida, Francisco Medeiros – Banho & Tosa e Rui Cortez – Projeto Karamázov.

Gustavo Bieberbach: Ator e produtor. Professor substituto do Curso de Teatro da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutorando e Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2015, possui bacharelado em Artes Cênicas também pela UFSC (2013), com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance, e em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) 2001. Participou de cursos de aperfeiçoamento com Cacá Corrêa (Cia. Stravaganza), Tiche Vianna (Grupo Barracão), Grupo LUME (Oficina Cortejo), Sassá Moretti (UFSC), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros.

Trabalha como ator desde 2004, atuando em espetáuclos contemplados em diversos editais de apoio à Cultura, de Florianóplis do estado de Santa Catarina, além de espetáculo premiado para circulação nacional, e seleção em edital de Projetos Culturais (2016) que contemplou Memórias da Resistência.

Ricardo Goulart: Ator. Doutorando e Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), 2016, possui bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2013, com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance. Possui cursos de aperfeiçoamento com diversos diretores de teatro, como Fernando Faria (UNILA), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros. Principais trabalhos como ator: A Ponte (2009), Em frente à frente Argentina (2009) e Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel (Contemplado com o 1º Edital de apoio à Cultura, do Fundo Municipal de Florianópolis/2012) e Paper Macbeth (Contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012 – Circulação PR e SC e Edital Cultura 2014 – Circulação Salvador/BA).

Companhia Embróglio

A Cia. Embróglio, de Florianópolis, dedica-se a trabalhos artísticos voltados às artes cênicas desde a sua fundação em 2004. Na época, o coletivo ainda era denominado como “Apatotadoteatro” e dedicava-se à pesquisa do teatro via universo infantil e teatro de animação. Nesse período, surgiram diversos espetáculos.

A partir de 2013, há intensificação de trabalhos com outros parceiros resultando em projetos como Festival Internacional de Teatro de Animação-FITA (2013-2018), Projeto GRIOT (2013-2015) e o espaço Experimental Engenho do Zé. Em 2017, além de outros trabalhos, cria o Projeto Memórias da Resistência que une as linguagens do teatro e audiovisual para discutir as memórias silenciadas pela Ditadura com foco em narrativas catarinenses, contemplado pelo Edital Cultura Viva, promovido pela SOL/SC e MinC e patrocínio do Edital de Eventos Comunitários da Fundação Cultural de Itajaí/SC. Para desenvolvimento de novos projetos, desde 2016, realiza suas pesquisas junto ao Núcleo de Estudos Práticos e Artísticos da América Latina (NuEPAL) sediado no Departamento Artístico Cultura (DAC) da UFSC. Está será a primeira montagem oriunda dessa parceria.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Alejandro Robino (Argentina)
Tradução do texto: Camilo Urón e Marília Carbonari
Direção e figurinos: Mariana Corale
Elenco: Eduardo Osório, Gustavo Bieberbach e Ricardo Goulart
Criação e operação da luz/som: Rafael Motta
Assistência de montagem: Dani Brum
Orientação Cenográfica: Fátima Costa de Lima e Leandro Lunelli
Locução: Ana Paula Possapp
Assistência de Produção: Andréa Padilha, Paula Maba e Paulo Ramón
Coordenação do NuEPAL: Zélia Sabino
Apoio Institucional: UFSC / SeCarte / DAC / Projeto Cena Aberta e NuEPAL, e Grupo Imagens Políticas
Apoio: HABimóveis e SINTRAJUSC

Projeto Cena Aberta

Neste ano, o Projeto está retornando com uma programação mais intensa, que segue até o primeiro semestre de 2019. O Projeto Cena Aberta surgiu da atuação do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na área artístico-cultural, junto à comunidade universitária e catarinense, nas últimas três décadas. Inserido no movimento cultural, a programação do Teatro da UFSC participa da agenda cultural de Florianópolis, contribuindo para a formação do público acadêmico e da comunidade. Como um espaço artístico já reconhecido, o Projeto Cena Aberta, coordenado por profissionais de teatro do DAC, vem tornar o Teatro da UFSC um lugar de acesso à comunidade universitária e externa para assistirem a espetáculos teatrais de referência, a preço popular. A comunidade tem acesso à agenda cultural, com uma programação anual, e os grupos teatrais participantes têm seus trabalhos divulgados e valorizados no meio acadêmico e na comunidade externa.

Serviço:

O quê: apresentações de estreia do espetáculo “Maçã Podre”, da Cia. Embróglio
Quando: dias 23 e 24 de novembro de 2018 (sexta-feira e sábado, às 21 horas)
Onde: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC).
Quanto: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia-entrada: estudante, professores, idosos, doadores de sangue e classe artística). Ingressos na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início da sessão. A bilheteria não dispõe de máquina de cartão de débito/crédito.
Classificação indicativa: 16 anos.
Contato: Projeto Cena Aberta: Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2383, 3721-3853 ou 3721-6493 | www.dac.ufsc.br
Contato Cia. Embróglio: Gustavo Bieberbach: (48) 99105-5939 (whatsapp) | | facebook.com/CiaEmbroglio

Matheus Bonfim/Estagiário de Jornalismo/DAC/SeCArte/UFSC/ com informações e fotos do grupo

Filme Mal dos Trópicos no Cine Paredão
nov 23 @ 20:00 – 22:00

O Cine Paredão exibe nesta sexta-feira, dia 23/11, às 20h00 o filme “Mal dos Trópicos” de Apichatpong Weerasethakul no Bosque do CFH entre os blocos A e B, ao lado do auditório. Em caso de chuva, no Auditório do CFH. A exibição faz parte da mostra “O Cinema e seus Mitos”, que está sendo exibida durante o mês de novembro.

Sinopse

A vida é feliz e o amor é simples para os jovens Keng e Tong. Keng é um soldado e Tong trabalha no campo. O tempo passa, ritmado pelas noites na cidade, pelos jogos de futebol e pelas agradáveis reuniões na casa da família de Tong. Um dia, quando as vacas da região começam a ser decapitadas por um animal selvagem, Tong desaparece. A lenda diz que um homem pode se transformar em animal selvagem. Keng parte então sozinho para o coração da floresta tropical, onde o mito muitas vezes se torna realidade.

Trailer

Ficha técnica

Direção: Apichatpong Weerasethakul
Elenco: Banlop Lomnoi, Sakda Kaewbuadee, Huai Dessom
Ano: 2004
Duração: 1h54
Classificação indicativa: Livre

Sobre a mostra

Particulares em suas formas, as obras são tanto caracterizadas por uma fantasia absoluta quanto por um realismo fantástico e envolvem a rica mitologia asiática, passando pelo Japão, Tailândia e Armênia. Exploram essencialmente o íntimo de seus personagens e de seus criadores através do que é mais caro ao cinema: a imagem. 

Sobre o projeto:

Hoje, vivemos em uma sociedade na qual a linguagem audiovisual exerce grande influência na construção e formação da subjetividade individual. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, que nos proporcionam pensar e refletir o cinema como arte em constante modificação, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizadas ao ar livre, sob o luar e as estrelas, as sessões acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20h (ou 19h, conforme a duração do filme) no Bosque do CFH (ou no Auditório do CFH, em caso de chuva).

Serviço

O quê: exibição do filme “Mal dos Trópicos”
Onde: : Bosque do CFH
Quando: Sexta-feira – 23/11
Horário: 20 horas
Contato: facebook.com/cineparedao  |  cineparedao.tumblr.com  |  instagram.com/cineparedao
Mais informações: Evento no Facebook 

nov
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Espetáculo – Maçã Podre
nov 25 @ 20:00 – 21:00

“Maçã Podre”. Foto de Paulo Ramón.

O espetáculo “Maçã Podre”, da Companhia Embróglio, será apresentado no domingo às 20 horas — no Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha). Os ingressos para a peça custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia-entrada) e serão vendidos na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início da sessão. A apresentação na Universidade integra o Projeto Cena Aberta do Departamento Artístico Cultural/ SeCArte da UFSC.

Sinopse

O espetáculo “Maçã Podre” narra o dia fatídico de um político corrupto, descoberto por chefiar um esquema fraudulento. A peça é dividida em três atos: pela manhã, onde o político se encontra em seu gabinete com o seu assessor subordinado; durante à tarde, num apartamento com o seu amante às escondidas; e à noite, à beira de um rio com um velho amigo de infância que trabalha vendendo minhocas. Durante a narrativa da peça, a história de seu passado e presente se entrelaçam numa espiral sem fim.

Origens do espetáculo

A peça estreou em Buenos Aires sob a direção do próprio dramaturgo argentino, em 2003, e posteriormente passou a ser encenada em diferentes cidades da Argentina, em Porto Rico e no México. Esta montagem que agora estreia no Teatro da UFSC, segundo os produdores, configura-se como a primeira a ser realizada em solo brasileiro.

No Brasil, a peça foi produzida pela Cia. Embróglio, de Florianópolis, visando dar continuidade ao trabalho desenvolvido por seus integrantes junto a membros do Núcleo de Estudos Práticos e Artísticos da América Latina (NuEPAL), ligado ao Departamento Artístico Cultural(DAC)/SeCArte da UFSC. Segundo os integrantes do Núcleo, após dois anos de leituras de textos dramatúrgicos oriundos da América Latina, houve a necessidade de colocar o texto escolhido em cena. Como alguns dos integrantes da Cia. Embróglio já participavam das discussões e pesquisas do Núcleo, houve o consenso da companhia encabeçar o projeto e trabalhar efetivamente na elaboração e captação de recursos para a produção da peça “Maçã Podre”.

Segundo Alejandro Robino, a peça foi escrita nos anos 1990, em plena onda de corrupção neoliberal latino-americana: Menem (Argentina), Collor (Brasil), Fujimori (Peru) e Salinas (México). Hoje, segundo o dramaturgo e o grupo que a estreia na cidade, o retorno a essas práticas mantêm a peça eficaz e cada vez mais atual, dialogando com o contexto político mundial.

Sobre o nome da peça, há um ditado popular que diz que quando há uma maçã podre na cesta, apodrece o resto. Numa analogia feita pelo grupo teatral, quando alguém é corrupto ou delinquente, essa pessoa é referida como uma maçã podre.

“Maçã Podre”. Foto de Paulo Ramón.

Sobre a Direção e os Atores

Mariana Corale é atriz, bailarina e diretora de Teatro. É mestranda em Teatro, na linha de pesquisa Linguagens Cênicas: Corpo e Subjetividade, na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). É formada em Arte: Crítica e Curadoria, pela PUC – São Paulo, latu-sensu, 2012. Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (2003).

Principais trabalhos: A peça didática de Baden-baden sobre o acordo, Água desnuda (direção), O Rouxinol do Imperador, Casca!, e Ontem à noite caía o sol. De volta a Santa Catarina, em 2016, é convidada pela Cia. Embróglio a dirigir o espetáculo Maçã Podre, de Alejandro Robino. O texto denso tornou-se seu novo desafio.  Com três atores, o espetáculo, após um longo período de imersão, estreia na Ilha de Santa Catarina.

Os atores

Eduardo Osorio: Ator e fundador do grupo de pesquisa teatral Boa Companhia – Campinas/SC. Formado pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) onde realizou seu mestrado e doutorou-se em 2010 com a tese O animal humano e o corpo cênico. Com a Boa Companhia realizou montagens de textos de Shakespeare, Brecht, Nelson Rodrigues entre outros, além de algumas adaptações de textos de Franz Kafka para o palco.

Os principais trabalhos com o grupo foram PRIMUS, Cartas do Paraíso e Projeto Circo K, este realizado em parceria com o grupo Matula Teatro. Ainda com o grupo Boa Companhia realizou diversas oficinas, produziu e organizou a mostra de teatro, dança e música VaudaVila. Participou de três coproduções internacionais: Arena03 – Erlangen/Alemanha – 2003; o Espaço Cultural Malaposta – Portugal/Lisboa_ 2007; Teatro Universidad Católica – Santiago de Chile/Chile_ 2011. Dividiu o palco e a direção do espetáculo Portela, patrão; Mário, motorista com Daves Otani. Trabalhou com os diretores João das Neves – Primeiras Histórias e As Polacas – flores do lodo, Marcelo Lazzaratto – Esperando Godot, Claudia Echenique – A falecida, Francisco Medeiros – Banho & Tosa e Rui Cortez – Projeto Karamázov.

Gustavo Bieberbach: Ator e produtor. Professor substituto do Curso de Teatro da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutorando e Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2015, possui bacharelado em Artes Cênicas também pela UFSC (2013), com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance, e em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) 2001. Participou de cursos de aperfeiçoamento com Cacá Corrêa (Cia. Stravaganza), Tiche Vianna (Grupo Barracão), Grupo LUME (Oficina Cortejo), Sassá Moretti (UFSC), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros.

Trabalha como ator desde 2004, atuando em espetáuclos contemplados em diversos editais de apoio à Cultura, de Florianóplis do estado de Santa Catarina, além de espetáculo premiado para circulação nacional, e seleção em edital de Projetos Culturais (2016) que contemplou Memórias da Resistência.

Ricardo Goulart: Ator. Doutorando e Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), 2016, possui bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2013, com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance. Possui cursos de aperfeiçoamento com diversos diretores de teatro, como Fernando Faria (UNILA), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros. Principais trabalhos como ator: A Ponte (2009), Em frente à frente Argentina (2009) e Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel (Contemplado com o 1º Edital de apoio à Cultura, do Fundo Municipal de Florianópolis/2012) e Paper Macbeth (Contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012 – Circulação PR e SC e Edital Cultura 2014 – Circulação Salvador/BA).

Companhia Embróglio

A Cia. Embróglio, de Florianópolis, dedica-se a trabalhos artísticos voltados às artes cênicas desde a sua fundação em 2004. Na época, o coletivo ainda era denominado como “Apatotadoteatro” e dedicava-se à pesquisa do teatro via universo infantil e teatro de animação. Nesse período, surgiram diversos espetáculos.

A partir de 2013, há intensificação de trabalhos com outros parceiros resultando em projetos como Festival Internacional de Teatro de Animação-FITA (2013-2018), Projeto GRIOT (2013-2015) e o espaço Experimental Engenho do Zé. Em 2017, além de outros trabalhos, cria o Projeto Memórias da Resistência que une as linguagens do teatro e audiovisual para discutir as memórias silenciadas pela Ditadura com foco em narrativas catarinenses, contemplado pelo Edital Cultura Viva, promovido pela SOL/SC e MinC e patrocínio do Edital de Eventos Comunitários da Fundação Cultural de Itajaí/SC. Para desenvolvimento de novos projetos, desde 2016, realiza suas pesquisas junto ao Núcleo de Estudos Práticos e Artísticos da América Latina (NuEPAL) sediado no Departamento Artístico Cultura (DAC) da UFSC. Está será a primeira montagem oriunda dessa parceria.

Ficha Técnica

Dramaturgia: Alejandro Robino (Argentina)
Tradução do texto: Camilo Urón e Marília Carbonari
Direção e figurinos: Mariana Corale
Elenco: Eduardo Osório, Gustavo Bieberbach e Ricardo Goulart
Criação e operação da luz/som: Rafael Motta
Assistência de montagem: Dani Brum
Orientação Cenográfica: Fátima Costa de Lima e Leandro Lunelli
Locução: Ana Paula Possapp
Assistência de Produção: Andréa Padilha, Paula Maba e Paulo Ramón
Coordenação do NuEPAL: Zélia Sabino
Apoio Institucional: UFSC / SeCarte / DAC / Projeto Cena Aberta e NuEPAL, e Grupo Imagens Políticas
Apoio: HABimóveis e SINTRAJUSC

Projeto Cena Aberta

Neste ano, o Projeto está retornando com uma programação mais intensa, que segue até o primeiro semestre de 2019. O Projeto Cena Aberta surgiu da atuação do Departamento Artístico Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) na área artístico-cultural, junto à comunidade universitária e catarinense, nas últimas três décadas. Inserido no movimento cultural, a programação do Teatro da UFSC participa da agenda cultural de Florianópolis, contribuindo para a formação do público acadêmico e da comunidade. Como um espaço artístico já reconhecido, o Projeto Cena Aberta, coordenado por profissionais de teatro do DAC, vem tornar o Teatro da UFSC um lugar de acesso à comunidade universitária e externa para assistirem a espetáculos teatrais de referência, a preço popular. A comunidade tem acesso à agenda cultural, com uma programação anual, e os grupos teatrais participantes têm seus trabalhos divulgados e valorizados no meio acadêmico e na comunidade externa.

Serviço:

O quê: apresentações de estreia do espetáculo “Maçã Podre”, da Cia. Embróglio
Quando: dia 25 (domingo, às 20 horas).
Onde: Teatro da UFSC (ao lado da Igrejinha), Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC).
Quanto: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia-entrada: estudante, professores, idosos, doadores de sangue e classe artística). Ingressos na bilheteria do teatro, que abre uma hora antes do início da sessão. A bilheteria não dispõe de máquina de cartão de débito/crédito.
Classificação indicativa: 16 anos.
Contato: Projeto Cena Aberta: Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2383, 3721-3853 ou 3721-6493 | www.dac.ufsc.br
Contato Cia. Embróglio: Gustavo Bieberbach: (48) 99105-5939 (whatsapp) | | facebook.com/CiaEmbroglio

Matheus Bonfim/Estagiário de Jornalismo/DAC/SeCArte/UFSC/ com informações e fotos do grupo

nov
26
seg
Projeto Práticas Corporais do Centro de Desportos promove Mostra Artística
nov 26 @ 19:30 – 20:30

O Projeto Práticas Corporais-CDS/UFSC irá promover Mostra Artística no auditório Garapuvu do Centro de Cultura e Eventos, no dia 26 de novembro, às 19h30. A mostra contará com apresentações das turmas de ballet, contemporâneo, burlesque, jazz, cigana artística e ginástica geral.

O ingresso solidário é um quilo de ração para cães ou gatos, em prol de animais resgatados.

Mais informações pelo Facebook ou pelo e-mail 

nov
27
ter
Filme “ Isto É Inglaterra” no Cineclube Rogério Sganzerla
nov 27 @ 19:00 – 21:00

Cineclube Rogério Sganzerla apresenta nesta terça-feira, 27 de novembro, às 19h00 o filme “Isto É Inglaterra”, de Shane Meadows, que faz parte da mostra Infância e Circunstância, que está sendo exibida durante o mês de novembro.

Sinopse

Shaun tem 12 anos e vive com a mãe em uma pequena cidade costeira na Inglaterra, em 1983. Solitário, sofre com a ausência do pai, morto na Guerra das Malvinas. No começo das férias escolares, conhece uma gangue de skinheads, na qual encontra a amizade e os modelos de comportamento que procurava. Numa festa, é apresentado a Combo, skinhead mais velho que acabou de sair da prisão e o adota como protegido. A postura racista do homem impressiona os jovens, mas todos o admiram, e logo a gangue começa a aterrorizar as minorias étnicas da vizinhança.

Ficha Técnica

Direção: Shane Meadows
Elenco: Thomas Turgoose, Stephen Graham, Jo Hartley.
Ano: 2006
Duração: 1h 41min

Sobre o projeto:

O Cineclube Rogério Sganzerla traz exibições de filmes com conversa após as sessões que acontecem semanalmente às terças-feiras no Auditório Henrique Fontes (CCE – Bloco B, Campus Trindade, UFSC), às 19 horas. O CRS surgiu da urgência sentida pelos alunos do então recém-criado Curso de Cinema da UFSC (2005) em discutir de forma mais sistemática, através da exibição de filmes e em seguida com um debate, questões ligadas à história e teoria do cinema dentro da comunidade universitária e local. Atualmente o projeto conta com o apoio da equipe do Cine Paredão e é uma realização da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX), Secretaria de Cultura e Arte (SECARTE), Centro de Comunicação e Expressão (CCE) e do Curso de Cinema.

Serviço:

O quê: “Isto É Inglaterra”, de Shane Meadows
Onde:  Auditório Eike Hearing, na Biblioteca Universitária
Quando: Terça-feira – 27/11
Horário: 19 horas
Redes sociais:  facebook.com/cinecluberogeriosganzerla  |   instagram.com/cinecluberogeriosganzerla
Mais informações: Evento do facebook 

Espetáculo ‘Pegando do Resto’ na Caixa Preta
nov 27 @ 20:30 – 21:30

O grupo teatral Abaporu apresenta na próxima terça-feira, 27 de novembro, às 20h30, o espetáculo “Pegando do resto”, que integra a programação do III Seminário Brasileiro de Escrita Dramática (SBEDR). A entrada é gratuita e os ingressos devem ser retirados no local a partir de uma hora antes da apresentação. A apresentação, que encerra as atividades do grupo este ano, ocorre na Caixa Preta, no Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão da Universidade Federal de Santa Catarina (CCE/UFSC).

O Abaporu é um grupo de teatro composto por seis artistas de Florianópolis e nasceu há quatro anos dentro do curso de Artes Cênicas da UFSC. “Pegando do Resto” explora a linguagem única e ao mesmo tempo universal das máscaras larvárias, numa temática existencialista situada no universo do Teatro do Absurdo. As máscaras do Grupo Abaporu exploram o lusco-fusco dos dias, manipulando o espaço e o tempo. Enquanto esperam, o ócio desenvolve situações para mantê-las sempre um segundo atrás do ponteiro do relógio.

Sinopse

Nada a fazer. O tempo passa mais rápido quando se está distraído. Por que não iludir a espera? Não se pode rir… meramente sorrir. Em lugar preto e branco ri quem tem cor.

Ficha Técnica

Direção: Blenda Trindade.
Elenco: Igor Gomes, João Carlos Quinalha, Maykon José e Pitita Blasius.
Orientação: Sassá Moretti.
Produção Executiva: Olivia Dias.
Adaptação dramatúrgica, cenografia, figurinos, trecos e cacarecos, iluminação, sons, músicas e outras coisas que fazem barulhos: Grupo Abaporu.
Sugestão Etária: a partir de 8 anos.
Fotos: Márcio H. Martins.

Serviço

O quê: Espetáculo “Pegando do Resto” no III SBEDR
Quando: 27 de Novembro, às 20h30.
Onde: Caixa Preta (Térreo do Bloco D – CCE UFSC / ao lado do EFI).
Quanto: Gratuito.
Mais informações: página do evento, pelo e-mail  ou pelo Facebook.

nov
28
qua
Ciclo de Cinema Africano – ‘África 50’ e ‘África, minha África…’ @ Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC
nov 28 @ 19:00 – 21:00

O Laboratório de Estudos em História da África (LEHAf) convida para a exibição do curta-metragem Afrique 50 (Costa do Marfim, 1950), de René Vautier, e do filme Afrique, mon Afrique… (Costa do Marfim, 1995), de Idrissa Ouedraogo, que ocorrerão na quarta-feira, dia 28 de novembro, às 19:00, na Sala de Projeção do Curso de Cinema da UFSC, localizada no 1º andar do Bloco D do Centro de Comunicação e Expressão (CCE).

O evento é aberto à comunidade e após a sessão haverá um debate com o público. Contaremos com a presença do escritor e poeta Yéo N’gana, proveniente da Costa do Marfim, doutorando em Estudos de Tradução na UFSC, que fará comentários sobre os filmes e considerações sobre o seu país de origem. O Ciclo de Cinema tem exibições mensais e segue um roteiro geográfico pelo continente africano. Os filmes de novembro são produções realizadas na Costa do Marfim.

O Ciclo de Cinema Africano do LEHAf faz parte do projeto de extensão “Imagens e Sons da África”, tem o apoio da Secretaria de Cultura e Arte da UFSC (SeCArte), do Laboratório de Estudos de Cinema (LEC), do Curso de Cinema, e visa a difusão e discussão da cinematografia africana e de produções cinematográficas focadas na África ou em temáticas afins.

Para mais informações acesse: lehaf.paginas.ufsc.br ou facebook.com/lehafufsc

ÁFRICA 50 [1950]
(Afrique 50)

Duração: 17 min.
Idioma: Francês
Direção: René Vautier
Sinopse: Câmera na mão, René Vautier, parte, em 1949, para filmar as condições de vida nas aldeias das colônias da África Ocidental Francesa. Revoltado com os desastres humanos causados pela ideologia colonial e a aculturação forçada das etnias locais em resistência, Vautier rompe muito rapidamente com a delegação comandada pelos representantes do governo. Ele é expulso oficialmente da África, mas foge e filma clandestinamente os vestígios da repressão na Costa do Marfim.

ÁFRICA, MINHA ÁFRICA… [1995]
(Afrique mon Afrique… )

Duração: 53 min.
Idioma: Francês
Direção: Idrissa Ouedraogo
Sinopse: O filme narra a história do jovem Eugene, no momento em que decidi deixar temporariamente sua família em busca da realização de seu sonho: ser um músico reconhecido e importante. Nesse meio tempo, Eugene decidi seguir para Abidjan, uma das cidades mais populosas da Costa do Marfim.

Coral, Madrigal e Orquestra de Câmara na UFSC @ Auditório do EFI-1
nov 28 @ 20:00 – 22:00

Coral da UFSC.

O Coral, o Madrigal e a Orquestra de Câmara da UFSC — projetos musicais permanentes do Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da UFSC — apresentam-se no dia 28/11 (Auditório do EFI-1, ver localização mais abaixo), às 20 horas, em concerto de encerramento das atividades do ano. O repertório é variado, com músicas populares e eruditas, de autores brasileiros e internacionais. Os eventos são gratuitos e abertos à comunidade.

Coral da UFSC

O Coral da UFSC mantém as suas atividades desde 1963 com expressiva atuação no movimento coral catarinense e brasileiro, realizando um repertório voltado para a música nacional. Tem como objetivo principal promover e difundir o canto coral, bem como contribuir com a integração e a extensão cultural da Universidade. Pretende também levar a seus coralistas conhecimento teórico e prático, num processo de aprendizagem e valorização da arte musical através do canto. Atualmente o Coral possui cerca de 45 componentes e é formado por alunos, docentes e técnico-administrativos da UFSC, bem como por pessoas da comunidade externa.

Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC. Foto: Jair Quint (Agecom/UFSC).

Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC

Criados em 2009, os projetos permanentes têm por objetivo fomentar e difundir a música vocal e instrumental, proporcionando aos músicos em potencial, que fazem parte dos cursos de graduação da Universidade, um espaço para desenvolverem seus potenciais artístico-musicais. Os projetos também visam divulgar a música erudita e popular, através de apresentações, e com isso incentivar a formação e a cultura local. Os alunos de graduação da UFSC que participam dos projetos podem contar com o auxílio de uma Bolsa Cultura.

Esses projetos são atividades permanentes do Departamento Artístico-Cultural (DAC), da Secretaria de Cultura (SeCArte), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e são coordenados pela regente Miriam Moritz.

A regente com os demais integrantes do Madrigal da UFSC.

Sobre a Regente

Miriam Moritz é natural de Florianópolis (SC), formou-se em música pela Udesc, em 1987; em 2003 finalizou seu curso de especialização em musicoterapia pela Unisul; em 2014 concluiu o curso de mestrado pela UFSC com pesquisa sobre Música Brasileira. Antes de ingressar na UFSC, permaneceu por cinco anos na Europa, onde atuou como flautista em diversos locais de Portugal e Espanha. Aprovada em concurso público, é regente do Coral da UFSC desde 2004. Em 2009, passou a coordenar e a reger também o Madrial e a Orquestra de Câmara da UFSC.

Para participar do Coral, do Madrigal e da Orquestra de Câmara da UFSC, que retornam às atividades no início de março do próximo ano, os interessado devem encaminhar e-mail com pedido de inscrição à regente dos grupos musicais.

Serviço:

O quê: Apresentações do Madrigal, do Coral e da Orquestra de Câmara da UFSC
Quando: Dia 28 de novembro, às 20 horas.
Onde: Auditório do EFI-1*
Quanto: Gratuito e aberto à comunidade.
Contato: Departamento Artístico Cultural (DAC) da UFSC: +55 (48) 3721-3853, 3721-6493. Para contato com o Madrigal e Orquestra de Câmara da UFSC: +55 (48) 3721-4437 ou (48) 3721-4436 – www.dac.ufsc.br

(*) O Espaço Físico Integrado 1 (EFI-1), é um prédio de seis andares, localizado no Campus Reitor João David Ferreira Lima, UFSC, Trindade), atrás do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas (CFM), centro esse que dá acesso à entrada principal do EFI.

Matheus Bonfim/ Estagiário de Jornalismo/ DAC/ SeCArte/ UFSC

nov
30
sex
Filme “A Hora da Estrela” no CineARQ
nov 30 @ 18:30 – 20:30

O projeto CineARQ, em conjunto com o Coletivo Urbanas (coletivo feminista do curso de Arquitetura e Urbanismo) exibe nessa sexta-feira, 30 de novembro, às 18h30, na arquibancada do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC, o filme”A hora da Estrela”, dirigido por Suzana Amaral. Posteriormente, a partir do filme, é aberto espaço para debate.

Sobre o Filme

Ao longo de todo o ano sob a temática “Olhar Estrangeiro”, exploramos diversos filmes que pudessem trazer reflexões sobre grupos sociais que de alguma maneira se encontram deslocados ou inferiorizados no contexto em que estão inseridos.

Para a sessão final o coletivo Urbanas em conjunto com o CineARQ promove a exibição do filme “A Hora da Estrela”, dirigido por Suzana Amaral. O longa conta a história de Macabéa, mulher nordestina que se muda para Rio de Janeiro, onde alimenta o sonho de ser uma estrela de cinema. Lá começa a trabalhar como datilógrafa em uma firma e também conhece Olímpico, que se torna seu namorado. Sua condição de vida e papel em sociedade contrastam com a idealização criada para si, revelando um conto sobre a persistência da imaginação perante a realidade do cotidiano de uma mulher pobre e fora dos padrões impostos para seu gênero.

Sobre o Projeto 

Em 2018, o CineARQ propõe como eixo estruturador dos debates os olhares estrangeiros, nas suas mais variadas acepções e possibilidades, abrangendo das diferenças étnicas em escalas continentais à segregação espacial dentro de uma mesma cidade. Num período de intolerância exacerbada, queremos discutir os choques culturais, as diferenças de pontos de vista, os preconceitos étnicos, a xenofobia e a colonização, trazendo à luz os clichês do cinema mainstream e confrontando-os com produções que ousam quebrar esses padrões de interpretação. Em suma, o CineARQ propõe uma discussão sobre o que se considera estranho ou estrangeiro e como isso se reflete no campo da arquitetura e do urbanismo. As reuniões de debate acontecem todas as quartas-feiras, às 18h30, no hall da maquetaria, e são abertas a todos. No final de cada mês, acontece a exibição de um dos filmes debatidos nas reuniões.

Serviço:

O quê: exibição do filme A Hora da Estrela, seguida de debate.
Quando: sexta-feira (30/11) às 18h30
Onde: Arquibancada do departamento de Arquitetura e Urbanismo da UFSC
Quanto: Gratuito

Rede Sociais:
Facebook:
 facebook.com/cinearq.ufsc | Evento no Facebook
Instagram: instagram.com/cinearq.ufsc

filme “A Cor da Romã” no Cine Paredão
nov 30 @ 20:00 – 22:00

O Cine Paredão exibe nesta sexta-feira, dia 30/11, às 20h00 o filme “A Cor da Romã” de  Serjei Parajanov no Bosque do CFH entre os blocos A e B, ao lado do auditório. Em caso de chuva, no Auditório do CFH. A exibição faz parte da mostra “O Cinema e seus Mitos”, que está sendo exibida durante o mês de novembro.

Sinopse

A vida, a arte e as ideias do trovador armênio do século XVIII, Harutyun Sayatyan, conhecido como Sayat Nova (O Rei da Canção). Uma abordagem lírica e mística, desde a infância até a morte num mosteiro, recriada por Paradjanov a partir do mundo interior do poeta, as trepidações de sua alma, suas paixões e tormentos.

Trailer

 

Ficha técnica

Direção: Sergei Paradjanov
Elenco: Sofiko Chiaureli, Melkon Aleksanyan, Vilen Galstyan, Giorgi Gegechkori
Ano: 1969
Duração: 1h20
Classificação indicativa: Livre

Sobre a mostra

Particulares em suas formas, as obras são tanto caracterizadas por uma fantasia absoluta quanto por um realismo fantástico e envolvem a rica mitologia asiática, passando pelo Japão, Tailândia e Armênia. Exploram essencialmente o íntimo de seus personagens e de seus criadores através do que é mais caro ao cinema: a imagem

Sobre o projeto:

Hoje, vivemos em uma sociedade na qual a linguagem audiovisual exerce grande influência na construção e formação da subjetividade individual. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, que nos proporcionam pensar e refletir o cinema como arte em constante modificação, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizadas ao ar livre, sob o luar e as estrelas, as sessões acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20h (ou 19h, conforme a duração do filme) no Bosque do CFH (ou no Auditório do CFH, em caso de chuva).

Serviço

O quê: exibição do filme “A Cor da Romã”
Onde: : Bosque do CFH
Quando: Sexta-feira – 30/11
Horário: 20 horas
Contato: facebook.com/cineparedao  |  cineparedao.tumblr.com  |  instagram.com/cineparedao
Mais informações: Evento no Facebook