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CONTACT:Núcleo de Estudos Açorianos - NEA\; 48 3721-8605\; https://nea.ufsc
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DESCRIPTION:Exposição de cerâmica “Poesia das Mãos”. Foto: divulgação NEA/S
 eCArtE.\nO Núcleo de Estudos Açorianos (NEA)\, vinculado à Secretária de C
 ultura\, Arte e Esporte (SeCArtE) da Universidade Federal de Santa Catarin
 a (UFSC)\, convida os estudantes\, professores\, servidores e toda a comun
 idade a apreciar a exposição de cerâmica Poesia das Mãos.\nA mostra foi pr
 oduzida pelos alunos Adriana Castanho\, Albertina Santana\, Ana Gonçalves\
 , Ana Margarete Silva\, Elisabete Regis\, Eloisa Oliveira\, Francisco Silv
 a\, Geraldo Germano\, Joel Pereira\, João Ribas\, Kátia Martins\, Mª Fátim
 a Monguilhott\, Marilda Silva\, Marleide Canale\, Michelle Monguilhott\, N
 ewton Souza\, Roberto Alvarenga\, Rose Schmitz\, da Escola Olaria Beiramar
  do município de São José – SC.\nAs técnicas utilizadas na confecção dos o
 bjetos da exposição se baseiam nas mesmas utilizadas pelos povos originári
 os que habitavam o Brasil. A Escola Olaria Beiramar São José faz uso do ro
 linho\, acordelado e fiada. Antes da queima da peça\, o processo consiste 
 em fazer rolinhos de massa sobrepostos para confeccionar as paredes e\, ta
 mbém\, roletes em espiral para fazer o fundo. Para o acabamento\, se utili
 za de pequenas pedras lisas para brunir\, deixando-as alisadas. No final a
  peça é queimada entre 800 °C e 1000 °C\, com a temperatura subindo lentam
 ente.A conexão entre barro e fogo sempre demonstrou grande importância e u
 tilidade para as sociedades humanas.\nA queima do barro dá origem a cerâmi
 ca\, que sendo um material com impermeabilidade e uma certa resistência fo
 i usada na confecção de utensílios\, decoração\, brinquedos e na construçã
 o de casas.\nExposição de cerâmica “Poesia das Mãos”. Foto: divulgação NEA
 /SeCArtE.\nA tradição ceramista em Santa Catarina e nas demais regiões das
  Américas é anterior à chegada de outros povos de origem europeia e orient
 al. Com a chegada dos portugueses\, se usou da argila presente no territór
 io para a construção de casas\, confecção de objetos e utensílios de usos 
 diários. Esse saber fazer\, as técnicas tradicionais dos oleiros e oleiras
  de Santa Catarina\, estão\, ainda\, resistindo e devem ser conhecidos e d
 ivulgados como uma prática cultural de vários povos ancestrais. Oleiro é o
  indivíduo que trabalha na criação de vasilhas\, e objetos\, de barro. Sou
 za e Philippi (2022) apresentam que com a chegada do alumínio e plástico\,
  a demanda por oleiros diminuiu\, contudo atualmente a arte voltou a ter m
 aior visibilidade para a criação de panelas\, jarros\, vasos e demais arti
 gos utilitários e de decoração.\nO mestre Geraldo Germano aprendeu o ofíci
 o de oleiro com o José Francelino de Souza\, na década de 1970\, este tamb
 ém tendo aprendido de um oleiro tradicional. Newton Souza aprendeu a técni
 ca com o mestre Geraldo.\nAssim\, o ofício de oleiro é algo que se ensina 
 e difunde de uma pessoa a outra. Em maio de 2005\, durante a Festa do Divi
 no Espírito Santo\, em São José\, os mestre Geraldo e Newton propuseram a 
 utilização de um espaço na Avenida Beira-Mar de São José para a criação de
  cultura. Assim\, foi criada em 2005 a Escola Olaria Beiramar São José\, p
 elos mestres José Geraldo Germano e Newton Souza\, para ser um local de di
 fusão da arte ceramista tradicional.\nA exposição de cerâmica Poesia das M
 ãos permanece para visitação pública até o dia 24 de novembro\, de segunda
  a sexta-feira (das 9h às 12h e das 13h30 às 17h)\, no NEA\, localizado ao
  lado do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE).\nReferência: S
 OUZA\, Giana Schmitt de\; PHILIPPI\, Jane Maria de Souza. A Escola Olaria 
 de Beiramar de São José e a trajetória dos seus Mestres José Geraldo Germa
 no e Newton Souza. Florianópolis: Dois Por Quatro\, 2022.
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 h: 330px' class='wp-caption alignleft'><img src='https://novonea.paginas.u
 fsc.br/files/2023/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-09-18-%C3%A0s-16.21.49.jpg
 ' alt='' width='320' height='240' /><p class='wp-caption-text'>Exposição d
 e cerâmica “Poesia das Mãos”. Foto: divulgação NEA/SeCArtE.</p></div>\n<p 
 style='text-align: justify'>O Núcleo de Estudos Açorianos (NEA)\, vinculad
 o à Secretária de Cultura\, Arte e Esporte (SeCArtE) da Universidade Feder
 al de Santa Catarina (UFSC)\, convida os estudantes\, professores\, servid
 ores e toda a comunidade a apreciar a exposição de cerâmica <em>Poesia das
  Mãos</em>.</p>\n<p style='text-align: justify'>A mostra foi produzida pel
 os alunos Adriana Castanho\, Albertina Santana\, Ana Gonçalves\, Ana Marga
 rete Silva\, Elisabete Regis\, Eloisa Oliveira\, Francisco Silva\, Geraldo
  Germano\, Joel Pereira\, João Ribas\, Kátia Martins\, Mª Fátima Monguilho
 tt\, Marilda Silva\, Marleide Canale\, Michelle Monguilhott\, Newton Souza
 \, Roberto Alvarenga\, Rose Schmitz\, da Escola Olaria Beiramar do municíp
 io de São José – SC.</p>\n<p style='text-align: justify'>As técnicas utili
 zadas na confecção dos objetos da exposição se baseiam nas mesmas utilizad
 as pelos povos originários que habitavam o Brasil. A Escola Olaria Beirama
 r São José faz uso do rolinho\, acordelado e fiada. Antes da queima da peç
 a\, o processo consiste em fazer rolinhos de massa sobrepostos para confec
 cionar as paredes e\, também\, roletes em espiral para fazer o fundo. Para
  o acabamento\, se utiliza de pequenas pedras lisas para brunir\, deixando
 -as alisadas. No final a peça é queimada entre 800 °C e 1000 °C\, com a te
 mperatura subindo lentamente.A conexão entre barro e fogo sempre demonstro
 u grande importância e utilidade para as sociedades humanas.<br />\nA quei
 ma do barro dá origem a cerâmica\, que sendo um material com impermeabilid
 ade e uma certa resistência foi usada na confecção de utensílios\, decoraç
 ão\, brinquedos e na construção de casas.</p>\n<div style='width: 333px' c
 lass='wp-caption alignright'><a href='https://novonea.paginas.ufsc.br/file
 s/2023/09/Imagem-do-WhatsApp-de-2023-09-18-%C3%A0s-16.21.51.jpg' class='th
 ickbox no_icon'><img src='https://novonea.paginas.ufsc.br/files/2023/09/Im
 agem-do-WhatsApp-de-2023-09-18-%C3%A0s-16.21.51.jpg' alt='' width='323' he
 ight='242' /></a><p class='wp-caption-text'>Exposição de cerâmica “Poesia 
 das Mãos”. Foto: divulgação NEA/SeCArtE.</p></div>\n<p style='text-align: 
 justify'>A tradição ceramista em Santa Catarina e nas demais regiões das A
 méricas é anterior à chegada de outros povos de origem europeia e oriental
 . Com a chegada dos portugueses\, se usou da argila presente no território
  para a construção de casas\, confecção de objetos e utensílios de usos di
 ários. Esse saber fazer\, as técnicas tradicionais dos oleiros e oleiras d
 e Santa Catarina\, estão\, ainda\, resistindo e devem ser conhecidos e div
 ulgados como uma prática cultural de vários povos ancestrais. Oleiro é o i
 ndivíduo que trabalha na criação de vasilhas\, e objetos\, de barro. Souza
  e Philippi (2022) apresentam que com a chegada do alumínio e plástico\, a
  demanda por oleiros diminuiu\, contudo atualmente a arte voltou a ter mai
 or visibilidade para a criação de panelas\, jarros\, vasos e demais artigo
 s utilitários e de decoração.</p>\n<p style='text-align: justify'>O mestre
  Geraldo Germano aprendeu o ofício de oleiro com o José Francelino de Souz
 a\, na década de 1970\, este também tendo aprendido de um oleiro tradicion
 al. Newton Souza aprendeu a técnica com o mestre Geraldo.</p>\n<p style='t
 ext-align: justify'>Assim\, o ofício de oleiro é algo que se ensina e difu
 nde de uma pessoa a outra. Em maio de 2005\, durante a Festa do Divino Esp
 írito Santo\, em São José\, os mestre Geraldo e Newton propuseram a utiliz
 ação de um espaço na Avenida Beira-Mar de São José para a criação de cultu
 ra. Assim\, foi criada em 2005 a Escola Olaria Beiramar São José\, pelos m
 estres José Geraldo Germano e Newton Souza\, para ser um local de difusão 
 da arte ceramista tradicional.</p>\n<p style='text-align: justify'>A expos
 ição de cerâmica <em>Poesia das Mãos</em> permanece para visitação pública
  até o dia <strong>24 de novembro</strong>\, de segunda a sexta-feira (das
  9h às 12h e das 13h30 às 17h)\, no NEA\, localizado ao lado do Museu de A
 rqueologia e Etnologia da UFSC (MArquE).</p>\n<p style='text-align: justif
 y'>Referência: <em>SOUZA\, Giana Schmitt de\; PHILIPPI\, Jane Maria de Sou
 za. A Escola Olaria de Beiramar de São José e a trajetória dos seus Mestre
 s José Geraldo Germano e Newton Souza. Florianópolis: Dois Por Quatro\, 20
 22.</em></p></BODY></HTML>
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