Agenda Cultural

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Panteras Negras + Noites Longas e Manhãs Breves no Cineclube Rogério Sganzerla
ago 14 @ 19:00 – 22:00

O Cineclube Rogério Sganzerla exibe nessa terça-feira, 14 de agosto, às 19h no auditório Henrique Fontes, do CCE, os filmes “Panteras Negras” e “Noites Longas e Manhãs Breves” de  Agnès Varda e William Klein. Os filmes fazem parte da mostra Ventos de 68, que será exibida durante o mês de agosto.

Sinopse Panteras Negras

No verão de 68, os Panteras Negras, de Oakland (Califórnia), organizaram vários debates de conscientização em torno do processo de um de seus líderes, Huey Newton. Eles queriam – e conseguiram – chamar a atenção dos americanos e mobilizar as consciências negras, durante esse processo político.

Sinopse Noites Longas e Manhãs Breves

Maio de 1968 – os símbolos da autoridade são contestados por milhões de grevistas e de estudantes. William Klein filma dia a dia as assembleias, os debates improvisados, as manifestações, as barricadas, os confrontos de rua, as palavras, a utopia em marcha. As esperanças, as ilusões, a resignação e os equívocos.

Serviço

O quê: filmes Panteras Negras e Noites Longas e Manhãs Breves
Onde: Auditório Henrique Fontes (CCE – Bloco B)
Quando: Terça-feira – 14/08 às 19 horas (com debate após a sessão)
Redes Sociais: facebook.com/cinecluberogeriosganzerla  |  cineclube.ufsc.br  | instagram.com/cinecluberogeriosganzerla

 

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Projeto 12:30 ‘Ipomea Urutau’ @ UFSC
ago 15 @ 12:30 – 13:30

Na próxima quarta-feira, dia 15 de agosto, o palco do Projeto 12:30 recebe, pela primeira vez, o show da banda Ipomea Urutau. O nome da banda – integrada por alunos e ex-alunos da UFSC – vem da junção de “Ipomea“, um gênero de plantas rasteiras comuns na restinga da ilha onde se localiza Florianópolis, e “Urutau“, uma ave de hábitos noturnos com um canto melancólico que alimenta muitas lendas indígenas. O show, com músicas autorais, é gratuito, aberto à comunidade e será realizado às 12h30min. em palco montado ao lado do Centro de Cultura e Eventos da USFC, em Florianópolis.

Com a proposta de inovar a cada apresentação, os integrantes sempre preparam diálogos cênicos entre algumas canções, além de um figurino específico, escolhido especialmente para cada apresentação. “A autenticidade busca ir além das composições musicais”, comentam os integrantes.

O palco sempre é preparado de forma especial com decorações orgânicas, carregando um ar de Ipomea Urutau. Com flores e folhas da redondeza, cada apresentação é entregue como um ritual único e surpreendente. Os enfeites são parte da própria natureza e resgatam a conexão com os elementos da terra tão presentes nas “canções ipoméicas”.

Sobre as influências musicais, o grupo diz que são diversas: Secos e Molhados, Alceu Valença, Banda de Pau e Corda, Alegre Corrêa, A Barca do Sol, Grupo Engenho, Nação Zumbi, Lenine, François Muleka, Curumin, Metá Metá, Novos Baianos, Elomar, Xangai, Chico Buarque, Criolo, Los Jaivas, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Tom Zé, Santana, Moacir Santos, Graveola, Cinco a Seco, entre outras.

Sobre a Banda

Formada no ano de 2016, em Florianópolis, a banda nasce de uma fusão “digna de receitas bruxólicas”, como comentam os integrantes do grupo. Ipomea Urutau é feita em um caldeirão musical que mistura Música Popular Brasileira Autoral em arranjos contemporâneos. O próprio nome já sugere os efeitos da mistura: Ipomea, gênero de plantas – algumas alucinógenas, outras, comestíveis – e que geralmente nascem na mata de Restinga, característica do cenário ilhéu no lugar onde areia e água se fundem. Urutau é uma ave, pássaro de canto fantasioso que simboliza a procura por algo inexplorado e incomum. Assim se cria o som, temperado pelo inusitado número de integrantes (são 8 no total) e pela vontade de criar, junto com o público, uma experiência poética e artística.

A ideia de fazer música autoral vem do senso artístico de todos seus integrantes. Apaixonados por música, uniram seus sentidos de investigação para compor canções que vão de letras que retomam cantigas populares até músicas com arranjos mais experimentais. Em suas composições de músicas autorais, unem influências de artistas da região (como o “Grupo Engenho”) e manifestações culturais do estado, como o Boi-de-Mamão.

O grupo apresenta ainda composições com ritmos brasileiros reconhecidos internacionalmente como Baião, Coco, Maracatu, Frevo e Alujá. A composição com instrumentos elétricos dá ainda nova cara ao som, que é moldado pelas influências de todos os integrantes que fazem parte da banda. Nas suas composições, o grupo aborda conceitualmente questões globais das sociedades humanas e questões também locais: a modernidade, os poderes institucionais, a valorização do folclore, o abandono de valores culturais.

Segundo o grupo, o show é um convite à reflexão acerca da complexidade da vida, sobre os labirintos da memória e da intensidade das paixões. O grupo une a música a um comportamento de apresentação performática que envolve a criação de figurinos e um diálogo artístico, divertido, entre artista e espectador. Buscam ao longo do espetáculo entreter o público e possibilitar uma viagem e um retorno, ambientadas pelas texturas de todos os nossos sons.IntegrantesA banda é formada a partir da  união de oito amigos que se misturam com suas cargas culturais e musicais, através de instrumentos de sopro, cordas e percussão. São 3 estudantes de Medicina, 2 estudantes de Design, 1 estudante de Artes Cênicas, 1 Psicólogo e 1 Médico. São 8 amigos que se reúnem semanalmente para compor e ensaiar. São ela e eles:

Natália Minatti
Vocalista – 24 anos. Nati Minatti, vocalista e cenografista Ipomea Urutau. Cantora dos corais de escola e rodas de música improvisadas, vem se profissionalizando com esse encontro de flores e pássaros artistas. É também estudante das medicinas, pedaleira, acrobata, dançarina, jardineira permacultura, cuidadora dos animais, amante e entusiasta da linda natureza. Implode em suas emoções, gargalhando e chorando cotidianamente, radiando a gratidão de estar viva. “A Ipomea Urutau pra mim é cura, terapia, abrir a voz velada, sentir-se em casa no coração de madeira.”

Pedro Rocha
Vocalista – 27 anos. Pedro Rocha nasceu em 1990, no Rio de Janeiro. É artista, educador popular e, mais recentemente, psicólogo formado pela UFSC. Brinca de ser poeta, ator, músico, dançarino, cantor e compositor. Viaja nos aromas, sabores, cores, texturas e sons que a natureza nos dá. Compõe canções há mais de 10 anos e passeia por diferentes estilos a partir de diversas influências da música brasileira. Leva a vida como obra de arte e quer viver em um sítio um dia.

Henrique Bertotto “Jacaré”
Vocalista – 24 anos. Henrique Bertotto, por alcunha Jacaré, é um dos vocalistas da Ipomea Urutau. Estudante de medicina da UFSC, aspirante a poeta, pedaleiro e amante da natureza. Ser vivente. Praticante da arte do ouvir e do sentir. Abobado e risonho de nascença. Apaixona-se diariamente pelas sutilezas e mistérios dos caminhos da vida. Nas horas vagas, “surfista e criador de galinhas no quintal”.

Sacha
Violonista – 24 anos. Sacha toca violão e compõe nessa caravana flutuante que é Ipomea Urutau. Em 2018 termina-se a faculdade de Medicina, e o futuro se divide, desconhecido, nos seguimentos do seu presente, através dos quais pretende conhecer e admirar cada vez mais a beleza e a presença do planeta terra.

Felipe Ferro
Flautista e Vocalista – 23 anos. Felipinho respira, Felipinho sopra. Felipinho vem de um lugar onde, toda vez que venta, as palmeiras cantam. Felipinho sente. Escuta dos passarinhos segredos que faz palavras. Das árvores descobre cores, sabe que quem é vivo traz frutos preciosos. Distribui do seu, lambuza-se com o dos outros, troca, combina, junta, azeda, adocica, mata e é morto pelos sabores, pelos desejos. Assim aprendeu a viver, lá, bem pertinho de uma encantada Lagoa. Dessa mistura, suas histórias; desse tudo ou nada, seus versos; desse encontro Ipoméico, seu cantar mais íntimo.

Artur Paz
Baixista – 25 anos. Artur Paz, baixista da banda Ipomea Urutau. Estuda Design na UFSC, mas se dedica à Arte e trabalha com ilustração. Já participou de alguns projetos de música autoral durante a adolescência e estuda seu instrumento faz mais de dez anos. Foi aluno do guitarrista Eduardo Pimentel (Brasil Papaya) e do baixista Carlos Lamarque.

Leo Saconatto
Baterista – 22 anos. Nascido no centro da cidade, mas criado na roça, Leo Saconatto faz desse amplo contraste cultural uma chave para sua música. Aos 12 anos de idade começou a estudar cordas, aos 13 foi para o sopro, e aos 14 entrou para o mundo da percussão e lá fez sua morada. Junto a um bloco de música brasileira desenvolveu sua gramática musical através dos ritmos afro-brasileiros e assim segue até hoje em sua pesquisa musical e espiritual – ainda vive a sua disposição dúbia: a calma e o agito.

Murilo Leandro Marcos “Muca”
Trompetista e Percussionista – 30 anos. Murilo Leandro Marcos, três seres que habitam um só corpo, nascido pernambucano, encarnado em Tubarão (SC), começou a tocar na fanfarra do Colégio Normal São José. Iniciou seus estudos musicais na percussão, passou pelo trompete e aprofundou nas cordas. Com sua sacola de instrumentos pelos bosques da UFSC, respirava poesias e organizava rodas de conversa e de música livre e espontânea. Vivenciou a força da música ancestral e a potência artística do coletivo durante cinco carnavais com o maracatu Arrasta Ilha de Florianópolis. Experimentou diversas medicinas, o que lhe faz acreditar que as possibilidades de curar são infinitas. Na caminhada da vida, também se entende médico de família comunitarista, educador popular e pai do Rodrigo, filho das flores e das nuvens, a mais sábia e divertida inspiração.

Projeto 12:30

Realizado pelo Departamento Artístico Cultural (DAC) da Secretaria de Cultura e Arte (SeCArte) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Projeto 12:30 apresenta, quinzenalmente, às quartas-feiras, durante o período letivo, atrações culturais gratuitas, como música, dança e teatro, junto à Praça da Cidadania, ao lado do Centro de Cultura e Eventos, na UFSC. Artistas e grupos interessados em se apresentar no Projeto devem entrar em contato com o DAC pelos telefones (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br – pelo e-mail: Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.

Serviço:

Q quê: apresentação da banda Ipomea Urutau
Quando: quarta-feira, dia 15 de agosto de 2018, às 12h30min.
Onde: Projeto 12:30, ao Lado do Centro de Cultura e Eventos, Praça da Cidadania, Campus da UFSC, Trindade, Florianópolis (SC).
Quando: Gratuito e aberto à comunidade.
Contato: Projeto 12:30: Departamento Artístico Cultural (DAC) / Igrejinha da UFSC, Praça Santos Dumont, Trindade, Florianópolis (SC) / (48) 3721-2497, 3721-9447 e 3721-3853 / www.dac.ufsc.br / Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.
Para contato com a banda: Produtora Ana Clara Neves: Telefones: (48) 99990-9559 (whatsapp) Esta imagem contém um endereço de e-mail. É uma imagem de modo que spam não pode colher.;

Redes sociais:
facebook.com/ipomeaurutau

instagram.com/ipomea.urutau

youtube.com/channel/UCRwdApRg7-bXYFPdPx6j86A/videos

Paulo Marcos de Assis/ Estagiário de Jornalismo / DAC / SeCArte / UFSC / com texto e informações do grupo

ago
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Projeto Cinema Mundo “RoboCop: o policial do futuro”
ago 16 @ 18:30 – 20:45

Retornando das férias para mais um semestre de exibições comentadas e continuando com a temática “Distopias“, o Projeto Cinema Mundo/UFSC irá exibir na próxima quinta-feira, dia 16/08, a ficção cientifica “RoboCop: o policial do futuro’’ (RoboCop, Estados Unidos, 1987), dirigido por Paul Verhoeven.

A sessão, de entrada franca, acontecerá às 18h30 no Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária da UFSC, e contará com os comentários de Peterson Silva e Rafaela Elaine Barbosa.

Sinopse:

Na Detroit do futuro, dominada por sádicos criminosos, a polícia foi privatizada e não consegue deter a alta criminalidade. A multinacional ‘’OCP’’ pretende substituir os policiais humanos por ciborgues, e aproveita o cadáver do policial Murphy, executado por uma quadrilha, para criar ‘’RoboCop’’ – um misto de máquina e homem a serviço da justiça. Mas as memórias de Murphy, que deveriam ter sido apagadas, ressurgem, e com elas o desejo de vingar-se de seus assassinos.

Sobre os comentaristas:

Peterson Roberto da Silva

Doutorando em Sociologia Política pela UFSC, estuda teoria política anarquista e é também tradutor e autor independente de ficção, com “A Aliança dos Castelos Ocultos” (2013) e “A Guerra da União” (2015).

Rafaela Elaine Barbosa

Licenciada em Letras/ Português pela Universidade Estadual do Norte do Paraná – UENP/PR, possui especialização em Educação a Distância pela Faculdade Senac de Tecnologia – Florianópolis/SC e mestrado em Engenharia e Gestão do Conhecimento (PPGEGC) pela Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente cursa o doutorado em Literatura (PPGLIT) também na Universidade Federal de Santa Catarina. Pesquisa sobre as representações femininas na Literatura e nos videogames. É integrante do núcleo de pesquisa ‘’Literatual’’. Atua como professora e designer educacional.

Serviço

O quê: exibição do filme “RoboCop: o policial do futuro”
Onde: Auditório Elke Hering da Biblioteca Universitária da UFSC
Quando: quinta-feira – 16/08
Horário: 18h30
Contato: facebook.com/cinemamundo

ago
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Cine Paredão “Scarface”
ago 17 @ 20:00 – 22:00

O Cine Paredão exibe nesta sexta-feira, dia 17/08, o filme Scarface, de Howard Hawks, no gramado da parte externa do CED, entre os blocos A e B, ao lado do auditório. Em caso de chuva, no Auditório do CFH. O filme faz parte da Mostra Noir, que está sendo exibida durante o mês de agosto.

Sinopse

Na Chicago dos anos 20, um gângster rapidamente atinge o sucesso dentro da máfia. Imerso em um mundo de intrigas, poder e violência, ele terá que provar a si mesmo seus valores.

Ficha técnica

Direção: Howard Hawks, Richard Rosson
Roteiro: Ben Hecht, Armitage Trail, Howard Hawks,
Elenco: Paul Muni, Ann Dvorak, Karen Morley, Osgood Perkins, George Raft, Boris Karloff
Ano: 1932
Duração: 1h33
Classificação indicativa: 12

Sobre o Projeto
Hoje, vivemos em uma sociedade na qual a linguagem audiovisual exerce grande influência na construção e formação da subjetividade individual. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, que nos proporcionam pensar e refletir o cinema como arte em constante modificação, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizadas ao ar livre, sob o luar e as estrelas, as sessões acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20h (ou 19h, conforme a duração do filme) no gramado da parte externa do CED (ou no Auditório do Bloco E, em caso de chuva).

Serviço

O quê: exibição do filme “Scarface”
Onde: Gramado do CED
Quando: Sexta-feira – 17/08
Horário: 20 horas
Mais informações: Evento no Facebook
Contato: facebook.com/cineparedao  |  cineparedao.tumblr.com  |  instagram.com/cineparedao

 

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21
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Filme Memórias Do Subdesenvolvimento no Cineclube Rogério Sganzerla
ago 21 @ 19:00 – 22:00

O Cineclube Rogério Sganzerla exibe na terça-feira, 21 de agosto, às 19h no auditório Henrique Fontes, do CCE, o filme Memórias Do Subdesenvolvimento de  Tomás Gutiérrez Alea. Os filme faz parte da mostra Ventos de 68, que será exibida durante o mês de agosto.

Sinopse 
Cuba, início dos anos 1960. Logo após a revolução, os pais, os amigos e a esposa de Sergio (Sergio Corrieri) abandonam a ilha e partem para Miami, nos Estados Unidos. Subitamente sozinho em Havana, ele passeia pelas ruas, acompanha as mudanças e conhece a jovem Elena (Daisy Granados).

Ficha técnica 

Direção: Tomás Gutiérrez Alea
Roteiro: Tomás Gutiérrez Alea
Elenco: Sergio Corrieri, Omar Valdés, Rene de la Cruz.
Ano: 1968
Duração: 1h 50mn

Serviço

O quê: filme Memórias Do Subdesenvolvimento
Onde: Auditório Henrique Fontes (CCE – Bloco B)
Quando: Terça-feira – 21/08 às 19 horas (com debate após a sessão)
Redes Sociais: facebook.com/cinecluberogeriosganzerla  |  cineclube.ufsc.br  | instagram.com/cinecluberogeriosganzerla

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Cine Paredão “Ascensor para o Cadafalso”
ago 24 @ 20:00 – 21:30

O Cine Paredão exibe nesta sexta-feira, dia 24/08, o filme Ascensor para o Cadafalso, de Louis Malle, no gramado da parte externa do CED, entre os blocos A e B, ao lado do auditório. Em caso de chuva, no Auditório do CFH. O filme faz parte da Mostra Noir, que está sendo exibida durante o mês de agosto.

Sinopse 

Em uma trama para assassinar o próprio marido, Florence e seu amante, Julien, desencadeiam uma série de eventos que nenhum deles poderia prever.

Ficha técnica

Direção: Louis Malle
Roteiro: Louis Malle, Roger Nimier, Roger Nimier, Noël Calef
Elenco: Jeanne Moreau, Maurice Ronet, Georges Poujouly, Yori Bertin, Jean Wall
Ano: 1958
Duração: 1h31
Classificação indicativa: Livre

 

Sobre o Projeto
Hoje, vivemos em uma sociedade na qual a linguagem audiovisual exerce grande influência na construção e formação da subjetividade individual. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, que nos proporcionam pensar e refletir o cinema como arte em constante modificação, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizadas ao ar livre, sob o luar e as estrelas, as sessões acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20h (ou 19h, conforme a duração do filme) no gramado da parte externa do CED (ou no Auditório do Bloco E, em caso de chuva).

 

ago
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Oratório para praga + A piada no Cineclube Rogério Sganzerla
ago 28 @ 19:00 – 22:00

O Cineclube Rogério Sganzerla exibe na terça-feira, 28 de agosto, às 19h no auditório Henrique Fontes, do CCE, os filmes “Oratório para praga” e “A piada” de  Jan Nemec e Jaromil Jires. Os filmes fazem parte da mostra Ventos de 68, que será exibida durante o mês de agosto.

Sinopse Oratório para praga

Um documento único da invasão soviética na Tchecoslováquia em 1968, o filme começa como um documentário sobre a liberação da Tchecoslováquia e torna-se o registro da entrada dos tanques russos em Praga. O único material filmado da invasão soviética, sendo visto por mais de 600 milhões de pessoas quando exibido na televisão, e foi a primeira informação de que o exército soviético não tinha sido “convidado a entrar”. O filme também inclui cenas nunca antes vistas da Primavera de Praga antes da invasão.

Ficha técnica

Direção: Jan Nemec
Elenco: Gene Moskowitz.
Ano: 1968
Duração: 29min

Sinopse A piada

O filme trata a respeito de um homem, Ludvik, que resolve voltar à cidade natal para vingar-se de amigos que, quinze anos antes, o expulsaram da faculdade e do partido comunista por causa de uma piada envolvendo o nome de Trotsky. O filme foi completado logo depois que os tanques Soviéticos adentraram as ruas de Praga em 1968.

Ficha técnica

Direção: Jaromil Jires
Roteiro: Jaromil Jires
Elenco: Josef Somr, Jana Dítetová, Ludek Munzar, Jaromír Hanzlík, Jaroslava Obermaierová, Vera Kresadlová, Jirí Cimický, Emil Haluska, Jaromír Hanzlík, Josef Hruby, Michal Knapcik, Stanislav Litera, Jaroslava Obermaierová, Michal Pavlata, Milos Rejchrt, Václav Sverák.
Ano: 1969
Duração: 1h 20min

Serviço

O quê: filmes Oratório para praga e A piada
Onde: Auditório Henrique Fontes (CCE – Bloco B)
Quando: Terça-feira – 28/08 às 19 horas (com debate após a sessão)
Redes Sociais: facebook.com/cinecluberogeriosganzerla  |  cineclube.ufsc.br  | instagram.com/cinecluberogeriosganzerla

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Cine Paredão “Crepúsculo dos Deuses”
ago 31 @ 20:00 – 22:00

O Cine Paredão exibe na sexta-feira, dia 31/08, o filme Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder, no gramado da parte externa do CED, entre os blocos A e B, ao lado do auditório. Em caso de chuva, no Auditório do CFH. O filme faz parte da Mostra Noir, que está sendo exibida durante o mês de agosto.

Sinopse

Um roteirista é contratado para revisar o roteiro de um filme que marca a volta de uma antiga estrela do cinema mudo. Ele não sabia, contudo, da perigosa relação que desenvolveria com ela.

Ficha técnica

Direção: Billy Wilder
Roteiro: Billy Wilder, Charles Brackett, D.M. Marshman Jr.
Elenco: William Holden, Gloria Swanson, Erich von Stroheim, Nancy Olson
Ano: 1950
Duração: 1h50
Classificação indicativa: Livre

Sobre o Projeto
Hoje, vivemos em uma sociedade na qual a linguagem audiovisual exerce grande influência na construção e formação da subjetividade individual. Partindo deste princípio, o projeto Cine Paredão tem como propósito socializar, trocar e expandir diversas manifestações audiovisuais, buscando produções alternativas e/ou independentes, que nos proporcionam pensar e refletir o cinema como arte em constante modificação, passando por diversos olhares, tempos e lugares ao redor do mundo. Realizadas ao ar livre, sob o luar e as estrelas, as sessões acontecem semanalmente nas sextas-feiras, às 20h (ou 19h, conforme a duração do filme) no gramado da parte externa do CED (ou no Auditório do Bloco E, em caso de chuva).

Serviço

O quê: exibição do filme “Crepúsculo dos Deuses”
Onde: Gramado do CED
Quando: Sexta-feira – 31/08
Horário: 20h00
Mais informações: Evento no Facebook
Contato: facebook.com/cineparedao  |  cineparedao.tumblr.com  |  instagram.com/cineparedao